Ancients Warriors: Celts

Posted in Etnias Celtas e Íberas, Filmografia on 09/09/2015 by Briogáledon

 

Idioma: Inglês

Legendas: Inglês (CC)

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Registro de Acompanhamento de Doações: 7ª Doação

Posted in Doações a Causa Animal on 06/03/2015 by Briogáledon

Este registro visa a dar condições a membros administrativos da tuath e a membros externos interessados, acompanharem os trabalhos da tribo, de modo mais objetivo e prático, servindo como uma espécie de prestação de contas mas não exatamente nesse sentido, visto não haver um orçamento estável, e serem recursos de origem pessoal e voluntária para fins específicos, e em momentos específicos.

Apenas doações em espécie

Data: 07-03–2015

Situação: Entrega na Sexta-Feira 07/03/2015, a E.N.

Beneficiado: Cadela Brisa resgatada pelas protetoras L.B, T.L. (T.N.), A.C.C.

Local de Espera: Contato buscou no Casarão da Liderança (ceannaire).

Conteúdo:

  • Doação em valor bruto por via recibada.

TOTAL DOADO: R$ 400,00

11041370_834802006589909_171892976_nCadela Brisa antes do Resgate por L.B, T.N, A.C.C.

11040779_834802459923197_207422511_nCadela Brisa após do Resgate por L.B, T.N, A.C.C.

11017183_788892344520339_1236815325081574820_nCadela Brisa após do Resgate por L.B, T.N, A.C.C.

Este ciclo encerra as doações referentes ao LUGHNASADH (01 de agosto de 2014), que ficou acumulada sem ter sido retirada até então.

* Não houveram acúmulos para doações no Samhain (31 de outubro de 2014) nem no Imbolc (31 de janeiro de 2015).

** A doação foi feita sob conhecimento da Conselheira M.C.P. por acompanhamento de comunicação em rede social.

Para acompanhar os ciclos, consulte Calendário Celta Sazonal de Briogáledon.

Que em 2015 todos sejamos a VOZ DA LIBERDADE!

Posted in Fratria, Música on 31/12/2014 by Briogáledon

Ou acesse aqui

Que todos os Celtas se recordem, a cada dia, que NÓS SOMOS A VOZ DA LIBERDADE!

Que cada um de nós, lute, a cada dia, para ter seu direito de se expressar e de sentir, respeitado.

Que preservemos ainda mais a liberdade dos seres livres, e lutemos com nossos sonhos, desejos, pensamentos, e trabalho, em prol da Natureza e dos Animais!

Que não fujamos da Batalha, mas saibamos o momento certo para cavalgar em direção aos inimigos!

Que lutemos com coragem, mas acima de tudo, com sabedoria!

Que recordemos que em situações muito piores que a nossa, nossos ancestrais fizeram feitos fabulosos!

Não deixemos que os outros nos oprimam, nos escravizem, nos controlem, sejamos íntegros e livres, pois mais vale a dignidade do que qualquer tesouro de troca!

Estejamos ao lado dos fracos e não dos fortes, pois o exercício da força é o exercício da tirania, e se curvar aos “Césares” é aceitar a servidão!

Sejamos fraternos com nossos amigos, tenhamos uma família de coração como uma imensa tribo! 

Ou acesse aqui.

Que nossas crianças sejam sadias e revelem brilhantes caminhos!

Que a sabedoria de nossos anciões e anciãs, seja a cada dia mais vívida!

Partilhemos nosso saber, façamos boas trocas com povos distantes, conheçamos novas terras, façamos cultivos produtivos, produzamos coisas maravilhosas, sejamos Celtas essa enorme diversidade de vozes livres!

E mesmo que o ano seja difícil, saibamos que Somos Guerreiras e Guerreiras e então, e não importa se vamos vencer ou perder, mas sim que vamos lutar com todas as nossas forças e com a magia mais fabulosa de toda a nossa alma livre!

Celtas e Íberos na Política: o Fine Gael

Posted in Celtismo, Cultura e História, Etnias Celtas e Íberas on 23/11/2014 by Briogáledon

Dando continuidade à seção, e de modo auxiliar a Celtas de língua portuguesa, começaremos a falar dos movimentos políticos Celtas e Íberos visando a prover uma introdução àqueles que buscam um caminho ideológico tipicamente ibero-céltico.

Este tópico não significa apoio formal a nenhum dos movimentos aqui apresentados.

fine

Outro partido político Irlandês de identidade Celta, ao adotar nome em idioma Celta Gaélico, o Fine Gael possui posturas mais interacionistas que o Sinn Féin, do qual já falamos. De linha porém também unionista da Irlanda do Norte à República da Irlanda, o Fine Gael cujo nome significa tribo (ou família) dos Irlandeses, é um partido de ideologia social-democrata, que lista entre seus valores fundamentais:

  • a igualdade de oportunidades;
  • a retidão fiscal;
  • a livre iniciativa e a livre remuneração;
  • os direitos e responsabilidades individuais

Apresentação do Fine Gael em inglês.

É fortemente a favor da União Europeia e contrário a insurreições violentas. A Ala jovem do partido, Jovem Fine Gael, foi criada em 1977. Fine Gael é um membro fundador do Partido Popular Europeu e membro da Internacional Democrata Centrista.

Para saber mais:

 

Artigo Traduzido: Crepúsculo dos Celtas (Twilight of the Celts)

Posted in Celtismo, Cultura e História, Etnias Celtas e Íberas, Idiomas, Lingüística Histórica on 10/11/2014 by Briogáledon

Nota da Tradução: Este artigo não necessariamente expressa a opinião de Briogáledon ou da tradutora, mas o mesmo foi traduzido e é aqui divulgado para conhecimento de leitores e leitoras, e para difundir a percepção ampla de assuntos que se referem a Movimento Celta.

Crepúsculo dos Celtas

Em toda a Europa, as línguas celtas centenárias estão morrendo, enterradas sob uma forma linguística da globalização. Marcus Tanner relata uma tragédia cultural.

Na aldeia de St Anne la Palud na Bretanha ocidental, eu segui os santos celtas quando desceram para o mar na festa religiosa anual que é chamada por “Grande Perdão”. Uma missão para descobrir o que restava de culturas celtas da Europa me trouxe a este que é um dos mais tradicionais dos festivais de folclore bretão, e eu fiz uma nota dos nomes dos santos locais bordados nos estandartes brilhantes, vermelhos e verdes, içados por resolutos bretões em vestimentas tradicionais. Lá estavam eles, St Samson, St Meryadoc, St Pol e uma série de outros homens e mulheres galeses ou irlandeses, que trouxeram a fé e a cultura celta a esta terra a cerca de 1500 anos atrás

Sua memória é um testemunho dos laços enfraquecidos que ligam todas estas terras juntas. Então, é a linguagem. Como os peregrinos rebateram um cântico em Breton. “Intron Santez Anna“, “Lady Anne, salve o seu povo bretão em terra e mar”, ocorreu-me como estrangeiro deve ter soado aos ouvidos franceses, e quanto mais familiar a qualquer pessoa com um conhecimento de Galês, digamos, pois as duas são línguas irmãs. Elas são parte da família de línguas celtas que se estende de Bretanha,através da Cornualha e País de Gales,atéà Irlanda e à Escócia. Mas a quantia que pode desfrutar essa conexão fica menor a cada ano que passa, pois, como eu encontrei na minha viagem, as línguas celtas – e grande parte das culturas que cresceram a partir delas – estão em seus estertores. Dentro de uma geração terão praticamente morrido como línguas comunitárias, exceto em algumas partes do País de Gales e um punhado de ilhas ao largo da Escócia e Irlanda. Elas irão viver, Mark Masson, um ativista Bretão em Finisterra, me disse, como “línguas de sociedades, como uma linguagem de internet, uma comunidade de interesse– quase como ser alegre (*)“.

A Bretanha apresenta um exemplo extremo de colapso cultural celta até à década de 1940.O Bretão permaneceu a língua materna de uma nação, a oeste da linha norte-sul em estabelecida próxima de Vannes até St Brieuc. Apoiados pela Igreja Católica, e considerados como a resistência dos bretões ao ateísmo francês, este posto celta continental resistiu por séculos de ataques franceses. Já não, não mais. Os milhões de falantes Bretão da década de 1920, eram600 mil na década de 1960, e são apenas cerca de 260 mil hoje, de acordo com pesquisa do próprio governo. Como a maioria tem mais de 60 anos, uma identidade distinta do Bretão agora enfrenta a extinção. Como um jornalista de televisão Bretã, Ronan Hirrien, um dos poucos falantes mais jovens, disse-me, foi uma cultura de auto-ódio inculcada pelo francês dominante que finalmente conseguiu induzir o suicídio cultural. “Depois da guerra, todo mundo fez a mudança para o francês,” M. Hirrien me disse. “Francês era o caminho para a modernidade e uma vida melhor, e as escolas ministravam em francês e ministravam sobre a França.”

Era cada vez mais difícil, M. Hirrien acrescentou, de se encontrar pessoas capazes de participar de programas de televisão em língua Bretã. “Cada vez mais está se tornando como um clube”, disse ele, ecoando as palavras de M. Masson.

Ele não sentiu raiva, apenas tristeza. “Estamos perdendo uma linguagem que tivemos por 15 séculos. Já, as crianças não têm ideia de como os seus avós viveram. Elas têm uma nova cultura.”

Como eu encontrei na Irlanda, Escócia, País de Gales, na Ilha de Man, na Nova Escócia e e na parte galesa da Patagônia o caráter solene e bastante horrível dessa tragédia cultural é mascarado pelo obsessiva conversa estridente de um renascimento celta. O debate sobre o futuro dessas culturas parece ter sido apropriado por pequenos grupos de revivalistas auto-conscientes que são geralmente pessoas de fora, muitas vezes imigrantes ingleses, e cuja militância tem a qualidade um pouco cega de um certo tipo de entusiasmo religioso.

Assim, a queda real, selvagem da cultura nativa é simplesmente negada. Ela também é disfarçada pela quase onipresente, por vezes, imbecil, o uso da palavra “Celta” e “Céltico” para quase todos os departamentos da vida, que por sua vez faz com que muitos visitantes a estas terras acreditem que deve haver algum tipo de avivamento acontecendo.A Bretanha tem bares de som psicodélico com nomes desconfigurados como “O’Keltia”, torneios esportivos chamados “Celti-ping” (sim, é o nome de um torneio de tênis de mesa), fileiras de livros sobre santos celtas e os seus poderes “cura” ou sobre os poderes de ervas “celtas” e outras receitas, além de pilhas de CDs de música “celta” – em grande parte da Irlanda, e muito do que poderia ser uma espécie de “Muzak” Celta composta de uma parte de violino, e duas peças de balada triste, cantada em voz alta lamentosa e em Inglês.

Mas enquanto o celticismo como um exercício de marketing nunca foi tão forte, a cultura e as línguas no núcleo continuam em silêncio a murchar a distância. Em todos os lugares, eu encontrei a cultura anglófona (ou francófona) da cidade que continua a absorver e subjugara Bretã, irlandesa do campo, empurrando a cultura mais velha, mais fraca,mais e mais ao norte ou oeste de língua gaélica, até que ela tem apenas a falésia e o mar a como quedas a sua frente. A tendência parece inexorável e unidirecional. Ilhas escocesas, como Skye, que estavam firmemente falando Gaélico a algumas décadas atrás, são esmagadoramente falantes de língua Inglesa agora, deixando apenas as Hébridas Exteriores para o Gaélico.

O que é deprimente sobre a morte dessas culturas celtas é que não se parece importar muito se o governo é amigável ou não. Na França, a tradição jacobina da centralização é francamente hostil a todos os rivais culturais, mas, mesmo na Irlanda, oito décadas de independência não respiram muita vida no que parece ser um cadáver. Mesmo sob um líder, como Eamon De Valera, que desprezava o Inglês e promoveu o irlandês, a anglicização prosseguiu incansavelmente, muitas vezes através do cinema. Hoje em dia, mesmo vendo todos os programas inovadores e de auto-consciência para a juventude de Connemara, a estação de televisão baseada em língua Irlandesa, TG4, o inglês continua a infiltrar-se no último bastião da Gaeltacht, a área principalmente da costa oeste da Irlanda, que foi designada como uma zona de língua irlandesa.

Um funcionário do Udaras na Gaeltachta, a divisão de desenvolvimento do Gaeltacht, me disse francamente que pensou que não mais do que 50 por cento da população local agora cotidianamente venha usando o irlandês em casa – bem abaixo nas estatísticas de apenas algumas décadas atrás. Todos os anos a expansão, cada vez mais internacional, da cidade de Galway invade ainda mais a fronteira do Gaeltacht, transformando as aldeias fronteiriças em cidades subúrbios dormitórios.

O funcionário do Udaras não estava exagerando. Quando eu fui a um pub no fundo do coração do Gaeltacht, perto da casa do velho ícone nacionalista Padraig Pearse (um fervoroso promotor da Irlanda), eu encontrei uma multidão adolescente de moradores gritando sem parar comentários em Inglês em um jogo esportivo ao vivo que era exibido em uma televisão no canto mais distante.

Parece haver poucas pessoas que podem fazer algo em relação a esta globalização cultural – esta conquista cultural constante através da tela da televisão. Um professor na Connemara, Gaeltacht, me disse que em apenas 20 anos, a linguagem de playgrounds de escolas primárias tinha deslocado em silêncio a partir do irlandês para Inglês, apesar de todas as classes estarem em irlandês. Um homem local, com dois filhos, me contou uma história similar. Enquanto seus filhos sempre falam irlandês com ele, ele disse: “assim que eu sair da sala, eu posso ouvi-los mudar para Inglês”. Na Irlanda, o Estado vai sempre apoiar o irlandês, mesmo se, como o Bretão, for cada vez mais uma língua de alunos urbanos com um vocabulário pobre.

A Nova Escócia oferece uma perspectiva muito mais chocante.Lá,uma forte comunidade de falantes de gaélicos Highlanders, que se instalaram lá na década de 1820, tem totalmente desintegrado; a linguagem no reduto gaélico de Cape Breton Island deixou de ser a língua principal das comunidade antes de 1918 para ser a língua de um punhado de octogenários. Lá, o gaélico foi moído em pedaços por guerras de linguagem amargas da costa leste do Canadá, colocando a língua francesa contra o Inglês, não deixando espaço para quaisquer outros. Curiosamente, mesmo as línguas nativas americanas por longo tempo esmagadas, estão se saindo melhor.

No entanto, a maioria das pessoas no Cape Breton diz que um renascimento celta está em pleno andamento. Eles apontam para o “Celtic Colours” um festival anual de música, os dias de “Celtic Taster”, a reconstruída “Highland Village”, e o “Great Hall of the Clans”, onde na loja ao lado, eu assisti turistas comprando seus kilts. O governo de Nova Escócia até mesmo reserva alguns meses para “Consciência Gaélica”.

Não tenho nada contra qualquer uma dessas coisas, especialmente a música, que é, certamente, crescente em festivais como o “Celtic Colours” como nunca antes. Mas eu achei estranho que nesse ativismo Celta auto-consciente, poucas pessoas parecem mesmo ter cronometrado o significado da morte da linguagem que sustenta tudo.

Como em tantas partes do mundo celta, há uma espécie de estado de negação. Leia a literatura para turistas em Cape Breton e você vai sair pensando que o gaélico vive feliz em partes nas mais remotas, assim como a indústria turística da Bretão é conivente em perpetuar a falsa noção de que nos cantos mais remotos da Bretanha, como no tempo de Gauguin, as mulheres continuam a usar os chapéus altos de renda e a conversarem em Bretão no cais, enquanto cortam o peixe fresco.

Mas, mesmo na aldeia Mabou, muito alardeada como uma espécie de centro cultural celta para a Nova Scotia, encontrei pouca evidência desta sobrevivência. Um professor de escola lá me disse que algumas crianças locais estavam aprendendo gaélico, mas admitiu também que eles nunca sequer aprenderam uma fração do vocabulário da velha geração, que estava morrendo rapidamente. A avalanche cultural Inglesa é relativamente recente em Cape Breton. Um homem local, Sandy Morrison, cuja entrevista em 1980, me deparei em uma biblioteca, recordou a sua surpresa ao ouvir o Inglês sendo usado pela primeira vez na igreja, em sua juventude. Ele escreveu:”Eu estava dizendo father (pai) quando chegamos em casa ‘O Senhor nunca vai entender! Como é que ele vai entender isso?'”

John Macdonald, entrevistado quase na mesma época, afirmou que agora não existe nenhuma esperança para o idioma antigo: “Ele só vai morrer e ir para o chão com as pessoas mortas. Isso é o fim de tudo, é isso.”

No momento em que cheguei a Nova Escócia,todas essas pessoas estavam mortas, e tudo que eu encontrei foram pessoas que se lembravam de outros, mais velhos, pessoas que falam gaélico, como Jim Macdonald. Quando eu perguntei se ele conhecia o idioma, ele apenas riu. “Posso dizer ciamar atha thu? – Como você está? – E é sóisso”, ele gargalhou. “Meus pais falavam gaélico entre si, mas para mim e meu irmão – nunca. Ambos se sentiram ridicularizados por seu mau Inglês e disseram que nunca iriam deixar isso aconteceria aos seus filhos.” (Eu pensei imediatamente em Ronan Hirrien que me disse que quando ele assumiu o Bretão, seu avô tinha ficado furioso, dizendo que a língua tinha trazido sua geração “nada além de dor”).

Nada pode parar a morte das línguas celtas como línguas da comunidade vivas? Eu acredito que não, exceto, talvez, no País de Gales, onde uma massa crítica de alto-falantes permanece em algumas partes, apesar de uma invasão de proprietários Inglês de segunda casa estar fazendo seu trabalho mortal, mesmo lá. Para o resto, eu não consigo ver um caminho. As pessoas que realmente habitam as peles dentro dessas línguas são, na maior parte antigas. Muitos são da crença de que suas línguas “irão para o chão com as pessoas mortas”, como John Macdonald disse certa vez.

Eram como três agricultores muito idosos que me deparei em um bar da vila na Bretanha, que conversavam em Bretão uns com os outros até que perceberam que eu, o estrangeiro, estava escutando. Imediatamente, eles mudaram para o francês, um me assegurando que “aimons Nous la Francaise aussi! – Nós amamos francês, também.” Eles não perceberam bem o quão triste eu achei a sua subserviência diante do altar da cultura francesa.

“O Último dos Celtas”, de Marcus Tanner é publicado pela Yale University Press, £ 20
COLUNAS NO MUNDO

País de Gales

1891: 910 mil falantes de uma população de 1,6 milhão

1921: 920 mil de 2.4m

1951: 714 mil de 2.4m

1971: 542 mil de 2.6m

Patagônia (País de Gales)

Não há números precisos, mas acredita-se que há cerca de 8.000 alto-falantes e em torno de Gaiman. A Assembléia galesa está incentivando um renascimento do galês e envio de professores para a área.

Bretanha(Bretão)

1886; 2m de 3m

1920: 1m de 3m

1960: 600.000 de 3m

2004: 268 mil de 2,9m (mais sobre 60)

Irlanda

1881: 924 mil de 5.1m

1926: 540.802 de 4.2m

1996: 71 mil fora de 3,9 milhões (números referem-se a alto-falantes regulares na República da Irlanda. Muitos mais reivindicam algum conhecimento da língua e também há muitos alunos na Irlanda do Norte..)

Cornualha

O Córnico morreu como língua falada no século 18. Algumas centenas de revivalistas afirmam falar isso agora.

Ilha de Man

Último falante nativo de Manx era Ned Maddrell, que morreu em 1971.Umas poucas centenas de alunos reviveram-lo.

Escócia

1881: 250.000 de 3.7m

1921: 150.000 de 4,8 m

1991: 65.958 fora de 5m

2004: 58 mil fora de 5m

Cape Breton (gaélico)

1880: 85.000 de 100.000

1920: 60.000 de 100.000

1961: 3700 de 100.000

2004: cerca de 500 dos 109 mil

Tradução Livre do artigo Original Twilight of the Celts: Throughout Europe, the centuries-old Celtic languages are dying out, buried beneath a linguistic form of globalisation. Marcus Tanner reports on a cultural tragedy.

* Trecho original: almost like being gay, na dúvida na tradução, optou-se pela tradução literal.

Celtas e Íberos na Política: o CEIVAR

Posted in Celtismo, Cultura e História, Etnias Celtas e Íberas on 10/11/2014 by Briogáledon

Dando continuidade à seção, e de modo auxiliar a Celtas de língua portuguesa, começaremos a falar dos movimentos políticos Celtas e Íberos visando a prover uma introdução àqueles que buscam um caminho ideológico tipicamente ibero-céltico.

Este tópico não significa apoio formal a nenhum dos movimentos aqui apresentados.

O CEIVAR

Um dos movimentos emancipacionistas da Galiza/Galícia , uma das Comunidades Autônomas de Identidade Celta, por ora, membro do Reino da Espanha. O Ceivar se destaca pelo posicionamento popular socialista, mas sem a perda da identidade Celta, apesar das tentativas do Reino da Espanha de os classificar como terroristas, o Ceivar é um movimento político bastante pacífico, que se concentra em táticas de campo como manifestações, protestos, fóruns de discussão, campanhas pblicitárias, imprensa online, e o mais próximo de uma tática “agressiva” são as pichações de espaços privados ou públicos com dizeres exigindo a libertação de presos políticos independentistas ou o fim da repressão policial. Então, em linhas gerais, pode-se dizer que o Ceivar é uma resistência ativista essencialmente pacífica.

10574414_1532877416931745_3977215611679803875_nFonte: Ceivar

O movimento não deve ser confundido com o Exército Guerrilheiro do Povo Galego Ceive, que foi um movimento bastante anterior, embora o grito Galiza Ceive! também seja repercutido pelo Ceivar e por outros movimentos atuais, pois as táticas utilizadas pelo Ceivar são a priori bastante diferentes de uma “luta armada”. Embora o Reino da Espanha atribua explosões de bombas a alguns movimentos independentistas, a autoria desses explosivos parece muito questionável.

Sobre essas questões, recomendamos os artigos em Língua Galega:

10429278_1555472078005612_4846696366403674751_nFonte: CEIVAR

Eles se qualificam como um organismo popular anti-repressivo sem lhes dar a si próprios quaisquer rótulos partidários ou ideológicos, agregam pessoas das mais diversas idades, e estão espalhados pela Galiza, encontrando também aliados para além das fronteiras territoriais, em outras comunidades autônomas como o País Basco, ou mundo a fora, mediante descendentes de Galegos e simpatizantes do movimento.

10584020_1533939463492207_8645670763750082231_nFonte: CEIVAR.

A organização do movimento é essencialmente midiática e informativa, demonstrando o foco na educação dos ativistas e na atualização de informações no tocante a libertações de presos, ou outras prisões, planejamentos de manifestações, e outros eventos, ou informe de alterações legais do Reino da Espanha.

10620531_1557435077809312_21876182360373118_nApesar de serem essencialmente pacíficos, os ativistas do Ceivar sofrem constantemente a brutalidade da Guarda do Reino da Espanha, que tem demonstrado extrema crueldade com movimentos ativistas.

Para conhecer mais o CEIVAR, o leitor ou leitora pode acessar sua própria página:

 

 

Celtas e Íberos na Política: O “Sinn Féin”

Posted in Celtismo, Cultura e História, Etnias Celtas e Íberas on 02/11/2014 by Briogáledon

Inaugurando a seção, e de modo auxiliar a Celtas de língua portuguesa, começaremos a falar dos movimentos políticos Celtas e Íberos visando a prover uma introdução àqueles que buscam um caminho ideológico tipicamente ibero-céltico.

Para iniciar esse estudo, hoje falaremos de um dos mais importantes partidos europeus que tem sua origem dentro da identidade Celta a começar pelo próprio nome, o SINN FÉIN!

Este tópico não significa apoio formal a nenhum dos movimentos aqui apresentados.

SINN FÉIN

Sinn_Féin_logo

Sinn Féin (/ ʃɪn feɪn / shin-fêin) é um partido político republicano irlandês ativo tanto na República da Irlanda quanto na  Irlanda do Norte. O nome é irlandês e significa nós ou nós mesmos“. Sua origem está na organização Sinn Féin fundada em 1905 por Arthur Griffith, e que levou até à sua forma atual em 1970 após uma cisão no partido (a outra parte é o Partido dos Trabalhadores da Irlanda), e já esteve associado com o Exército Republicano Irlandês Provisório, uma divisão temporária do grupo terrorista e guerrilheiro independentista IRA . Gerry Adams foi presidente do partido desde 1983.

É muitas vezes apresentado como o principal partido por detrás da Independência da República da Irlanda.

O Sinn Féin se desvinculou do IRA após o início dos anos 2000, ou em particular após 2004, depois de divergências nas táticas usadas para fazer oposição à Ocupação Inglesa na Irlanda do Norte, como o roubo de £26.5 milhões (libras esterlinas) ao Banco do Norte em Belfast, Irlanda do Norte,  enquanto o Sinn Féin se engajava numa política de estabelecimento de paz, gerando um desconforto entre partido e guerrilha republicana, culminando com o fim de atividades terroristas pelo IRA oficialmente no ano seguinte, 2005.

Sinn Féin é atualmente o segundo maior partido na Assembleia da Irlanda do Norte, onde tem quatro postos ministeriais na partilha do poder Executivo da Irlanda do Norte, e é o quarto maior partido na Oireachtas, o parlamento da República da Irlanda. Sinn Féin também recebeu uma pluralidade de votos Irlanda do Norte no Reino Unido na eleição geral de 2010, embora o Partido Democrático Unionista tenha conquistado mais assentos.

Em termos de política, é um partido de fortes vínculos ao Celtismo Irlandês, não apenas por desenvolver uma política própria, mista de propostas de diversas origens teóricas, sendo por vezes de difícil catalogação entre ideologias como nacionalismo, socialismo ou mesmo liberalismo, representando uma via de política propriamente irlandesa, e propriamente Celta, mas sem perder o acesso aos métodos e teorias do pensamento Filosófico Mundial.

No tocante a suas lutas e reivindicações, o Sinn Féin, busca no SOCIAL E CULTURAL:

  • A criação da União Irlandesa;
  • Que os 18 deputados da Irlanda do Norte sejam autorizados a se sentar como deputados completos na Dáil Éireann;
  • Acabar com a seleção acadêmica dentro do sistema de ensino;
  • Apoiar a criação de um “Ministério da Infância”;
  • Fazer pressão diplomática para o fechamento de Sellafield, a usina de reprocessamento nuclear (na Grã-Bretanha);
  • Busca um projeto de Língua Irlandesa na Irlanda do Norte que dê ao Irlandês a mesma importância que o Galês já tem no País de Gales;
  • Pressão para promover o ensino da língua irlandesa na Irlanda do Norte;
  • Apoia o casamento de pessoas do mesmo sexo, e luta contra as proibições a isso.

No tocante à ECONOMIA:

  • Aumento em três vezes do salário do trabalhador médio;
  • Reformas tributárias sobre ganhos;
  • Controles salariais de membros de governo e ministros;
  • Normalização de isenções fiscais discricionárias;
  • Maior investimento do Estado na economia;
  • Reformas fiscais no tocante a propriedades e hipotecas;
  • Criação de um fundo do governo para ajudar pequenas e médias empresas;
  • Criação de uma economia para “toda a Irlanda”, alterando a política fiscal;
  • E maior investimento para aqueles que são deficientes.

No tocante à SAÚDE:

  • Criação de um serviço de Saúde unificado para “toda a Irlanda” semelhante ao Sistema Nacional de Saúde do Reino Unido;
  • Criação de limites para pagamentos de consultas;
  • Abolição das taxas de prescrição para pacientes cartão de saúde;
  • Expansão de centros de primeiros socorros;
  • Remoção gradual dos subsídios de prática privada em hospitais públicos e a introdução de uma taxa para os profissionais para a utilização de equipamentos públicos e pessoal em sua prática privada;
  • Exame gratuito de verificação de câncer de mama para todas as mulheres com mais de quarenta anos, tanto na Irlanda do Norte quanto na República da Irlanda;

Nas RELAÇÕES INTERNACIONAIS, o Sinn Féin apoia a criação de um “Ministério para a Europa» suscetível de ser utilizado no Dáil. Eles apoiam a independência do País Basco da Espanha e da França, e se opõe ao bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba. Sinn Féin apoiam os palestinos no conflito israelo-palestino.

O Sinn Féin é um partido irlandês existente na República da Irlanda e na Irlanda do Norte, e podem se filiar nele todas as pessoas a partir de 16 anos, possuindo ele uma divisão hierarquizada em forma de conselho, em moldes Celtas. Mundo a fora em países como Canadá, Estados Unidos, Escócia, Austrália, e mesmo na Inglaterra, aonde quer que existam descendentes de irlandeses, há o costume de criação de organizações denominadas em inglês Friends Of Sinn Féin, ou FOSF, que são organizações republicanas irlandesas que visam tanto a buscar recursos quanto a manter boas relações entre comunidades imigrantes e a Irlanda.

Sites:

Em outro artigo, mais um resumo sobre outro movimento político de base íbera ou celta.

 

 

Declaração de Neutralidade diante de Separatismo do Sul

Posted in Fratria, Imprensa on 27/10/2014 by Briogáledon

Diante do fato de haverem descendentes de Celtas e de Íberos nos Estados do Sul do Brasil, a saber Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, e diante da observação da existência de outros movimentos Celtistas e Iberistas nessa região,

E diante do fato de ontem, um dos movimentos separatistas da Região Sul do Brasil ter reiterado sua declaração de Independência dando margens a requisição de um referendo,

Briogáledon, no entendimento inclusive de sua responsabilidade como formadora de uma das primeiras ONGs voltadas a descendentes Celtas e Íberos das Américas, vem por meio desta a exprimir a total neutralidade, diante de quaisquer requisições de independência, não assumindo posições nem contra nem a favor mas deixando que cada povo ou grupo social formule seu destino por suas próprias escolhas e responsabilidades coletivas e assim desse modo, é recíproca a liberdade aos membros desta comunidade, podendo apoiar ou não quem assim o desejar, assim como não tomamos uma posição política nacional por entender a necessidade da Democracia e da Heterogeneidade que nos caracteriza, inclusive na aceitação da linha Irlandesa de pesquisas que demonstram serem os Celtas povos extremamente mestiços em suas origens, mantemos a coerência e evitamos os conflitos internos ou próximos referentes a esta questão.

No tocante aos Movimentos Separatistas da Região Sul do Brasil, pedimos apenas que caso optem pelo requerimento de Independência que o façam seguindo aos postulados da Legislação Internacional no tocante à Autodeterminação dos Povos que é um dos direitos humanos internacionais, e sigam todos os procedimentos dessa demanda, para o aval jurídico internacional, e se preservem de envolvimento a grupos quaisquer que possam utilizar do meio da violência, como se observou por todo o Brasil ano passado em protestos.

Mantenham o andamento pacífico atual, seguindo as propostas de requerimento de um referendo baseado nas Leis Internacionais que corroboram com essa demanda, e caso porventura o referendo uma vez aceito, efetivado, votado e havendo como resultado o voto maioritário para a independência, não se preocupem os descendentes de Celtas e Íberos que estiverem no possível novo país, pois de nossa parte a ONG poderá se desdobrar de nacional a internacional, do que depende unicamente o passo-a-passo específico que poderá assim ser estudado pelo Escritório Jurídico que já está cuidando do registro nacional da ONG.

Deixamos tranquilos os descendentes de Celtas e Íberos que residem na Região Sul, de que não serão abandonados por nós no tocante a suas identidades étnicas milenares, poderão continuar contando com nosso apoio, e no tocante à ONG estamos abertos a analisar e efetivar as condições jurídicas internacionais para que a ONG em si, voltada ao ressurgir identitário não tenha sua função social coletiva interrompida por barreiras que hoje são meramente burocráticas, pois os movimentos Celta e Íbero já estão internacionalizados desde a criação em 1961 do Celtic League, ou a criação dos Friends of Sinn Féin dos Estados Unidos da América e do Canadá, FOSF USA FOSF Canada, ou da IFDO (International Fellowship of Druidic Organizations, em tempos mais recentes, entre outras organizações e instituições, de modo que não faltam exemplos de estruturas internacionais sobre as quais nos inspirarmos.

MAS NOS MANTEMOS NEUTROS e nem este blog nem nossos canais em redes sociais farão campanhas nem contra nem a favor, tampouco divulgaremos nenhuma publicidade impressa ou eletrônica pelos nossos meios nesses sentidos.

Desejamos boa sorte e muita paz a todos!

Aos membros que ainda não estiverem a par, seguem alguns artigos sobre a declaração feita por um dos grupos separatistas ontem à noite: (os artigos abaixo são de responsabilidade exclusiva dos autores e mecanismos de imprensa em si)

Em 2014:

Anos anteriores (2012);

Escócia Independente morre na Praia!

Posted in Imprensa on 19/09/2014 by Briogáledon

Após vários e vários séculos de lutas contra povos invasores, como os Romanos e a primeira leva de Saxões, depois os Vikings e a segunda leva de Saxões, Anglos e Jutos, e claro que com mistura genética entre todos esses povos, mas sempre mantendo uma forte identidade e costumes Celtas tradicionais diversos, a Escócia votou contra a independência, para tranquilidade da Inglaterra que continuará tendo controle administrativo sobre o país.

Povos Celtas pelo mundo todo receberam a notícia com preocupação, mas se o povo Escocês assim decidiu, assim seja! Mas deixamos a dúvida:

O QUE ESTÁ PENSANDO WILLIAM WALLACE AGORA NESTE MOMENTO AONDE ESTIVER?

Escócia morre na praia

Mas os Ingleses, ao menos eles, poderão respirar tranquilos, já que sua rainha não enfartou…

Saiba o que muda com a Independência da Escócia

Posted in Celtismo on 17/09/2014 by Briogáledon

Os Escoceses que já se veem predominantemente como uma Nação Celta e já integram a Celtic League, entidade político-cultural de povos ainda falantes de idiomas Celtas, tendem a reforçar sua identidade Celta, após o referendo da Independência, no entanto, ainda é de se esperar outro referendo interno pelo sistema de governo, havendo três opções básicas:

 

  • “Commonweath” que mantem um controle integrativo mas sem poderes efetivos da rainha inglesa, em um sistema de Monarquia Constitucional, saiba mais disso no Artigo da Revista Exame.
  • “Monarquia Constitucional Escocesa” que é o que desejam os monarquistas defensores da antiga linhagem nobre do país.
  • “República” que é o que desejam os socialistas escoceses.

A Escócia se tornará o segundo país Celta do mundo a se tornar soberano, após a independência da República da Irlanda nos anos 1920/1930 mediante guerra aberta.  Se ela decidir pela “Commonweath” não perderá autonomia nem soberania, mas admitirá obrigações a outros países membros que compõe as ex-colônias britânicas, mas de fato a rainha inglesa não terá poderes efetivos na Escócia, que será basicamente governada pelo seu primeiro-ministro e pelo Parlamento Escocês, esse já existente. Outras minorias étnicas Celtas como os Galegos (Galiza/Galícia), os Ligures (Ligúria, na Itália), e os Irlandeses da Irlanda do Norte, podem buscar reforço nesse fato para suas independências. A tendência futura é a formação de uma comunidade de países Celtas ou mesmo de países Celtas e Íberos, que poderá unir boa parte dos povos britânicos, dos povos da península Ibérica, parte da França, parte da Bélgica, parte da Suiça, parte da Itália, mas não de modo contínuo como uma só nação mas possivelmente uma espécie de acordo cultural, político e econômico como acontece nas Eurorregiões Identitárias, tal como a Galiza/Galícia já é.

Outros povos milenares de troncos vinculados a Celtas indiretamente como os Íberos, caso de povos como Catalunha, País Basco, Occitânia (essa na França) que já possuem interesse emancipacionista, ou mesmo de outros troncos étnicos como a parte Sérvia da Bósnia-Hezergóvina, ou o Tirol do Sul (na Itália), e várias e várias outras minorias europeias que lutam por independência ou minorias europeias que lutam por autonomia, entre outras reivindicações, poderão ganhar ainda mais força, ainda mais após as separações nacionais dos anos 1990 e 2000, e o mapa da Europa poderá se mudar de forma a romper o controle de alguns bancos sobre algumas economias, então o cenário financeiro da opressão e da dominação poderá mudar de modo a alterar as estruturas de economias imperialistas, embora hajam tendências de integração a níveis linguísticos, culturais e econômicos em muitas separações nacionais, mas deve haver uma reorganização por critérios ligados a história.

Em um primeiro momento, a Escócia será um país contrário à proliferação de armamentos nucleares e deverá exigir a saída de embarcações inglesas de suas fronteiras, alterando portanto a Geopolítica.

No caso de uma decisão favorável a independência da Escócia, esta só será declarada de fato em 24 de março de 2016. Até lá uma série de discussões para decidir sobre fronteiras, imigração, moeda, recursos naturais, dívida, setor financeiro, e segurança bilateral, deverão ter início entre Reino Unido (então estará com Inglaterra, Gales, Irlanda do Norte e Cornualha, se a Irlanda não se separar de imediato), e a Escócia.

É possível que a Escócia se torne membro da OTAN, mas não se espera que mude sua postura sobre armas nucleares, pois parece consenso dos movimentos pró-independência a oposição às armas desse tipo.

Então, aguardemos.