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A Inglaterra na opinião dos próprios Ingleses: Massacre de Amritsar

Posted in Derruba esta Roma!, Filmografia, Nova Lima, Protestos ( Agóidí ) on 17/04/2019 by Briogáledon

O MASSACRE DE AMRITSAR foi um dos episódios mais crueis e trágicos da história do imperialismo inglês na India. Nesta reportagem, em inglês, você assistirá à análise da britânica BBC, canal de direito público do Reino Unido, sobre esse episódio cruel que não é negado pelo Governo do Reino Unido.

Apresentação do vídeo em inglês:

“On the 13th April 1919, British troops opened fire on civilians in the walled gardens of Jallian Bagh in Amritsar, India. Estimates vary, but hundreds were killed and many more injured in the massacre. Indian society was shaken – and so was the British Empire. The following year, Winston Churchill expressed his outrage at the mass killing. But the British Government still hasn’t made a formal apology – should it? Joining Kirsty in the studio are two leading authorities on the atrocity – journalist Sathnam Sanghera and historian Kim Wagner. Newsnight is the BBC’s flagship news and current affairs TV programme – with analysis, debate, exclusives, and robust interviews.”

 

Primeira-Ministra do Reino Unido dizendo que o Massacre de Jallianwala Bagh, também conhecido como o Massacre de Amritsar, foi um dos episódios mais vergonhosos da história inglesa:

 

 

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Pingos nos “is” e ensinando a prefeitura do DEM a acessar nosso blog e a Wikipedia

Posted in Derruba esta Roma!, Imprensa, Nova Lima, Protestos ( Agóidí ) on 16/04/2019 by Briogáledon
SEMPRE LEMBRANDO QUE SEGUNDO OS LEVANTAMENTOS JÁ FEITOS, ainda faltando alguns,
que INGLESES NÃO SÃO PORCENTAGEM EXPRESSIVA EM NOVA LIMA
Segundo esses levantamentos MUITAS FAMÍLIAS DAQUI SÃO DE ETNIA CELTA e não germânicos anglo-normando-juto-saxônicos, se a pessoa se der ao trabalho de consultar com o GOVERNO DO REINO UNIDO, verá que para a Inglaterra, escoceses, galeses, córnicos e irlandeses são de etnia celta, e tem direitos a usar seus idiomas, e tem culturas diferentes da cultura germânica inglesa, ainda que hajam ingleses TAMBÉM descendentes de celtas.
Aonde procurar:

Subsídios para o Resgate de Identidade Céltica Britânica: Parte I – Córnicos

26/07/2012

Instruções Gerais Os povos CELTAS das Ilhas Britânicas são, em ordem alfabética, e nomes originais Celtas de seus países ou nações: Córnicos (Cornualha, condado; Kérnow) Escoceses (Escócia, nação constituinte com referendo de independência agendado para 2014; Alba) Galeses (Gales, nação constituinte; Cymrú) Irlandeses (Irlanda, país soberano, Irlanda do Norte, nação constituinte; Eire) Maneses (Ilha de […]

Subsídios para o Resgate de Identidade Céltica Britânica: Parte II – Escoceses

26/07/2012

Instruções Gerais Os povos CELTAS das Ilhas Britânicas são, em ordem alfabética, e nomes originais Celtas de seus países ou nações: Córnicos (Cornualha, condado; Kérnow) Escoceses (Escócia, nação constituinte com referendo de independência agendado para 2014; Alba) Galeses (Gales, nação constituinte; Cymrú) Irlandeses (Irlanda, país soberano, Irlanda do Norte, nação constituinte; Eire) Maneses (Ilha de […]

Subsídios para o Resgate de Identidade Céltica Britânica: Parte III – Galeses

26/07/2012

Instruções Gerais Os povos CELTAS das Ilhas Britânicas são, em ordem alfabética, e nomes originais Celtas de seus países ou nações: Córnicos (Cornualha, condado; Kérnow) Escoceses (Escócia, nação constituinte com referendo de independência agendado para 2014; Alba) Galeses (Gales, nação constituinte; Cymrú) Irlandeses (Irlanda, país soberano, Irlanda do Norte, nação constituinte; Eire) Maneses (Ilha de […]

Subsídios para o Resgate de Identidade Céltica Britânica: Parte IV – Irlandeses

27/08/2012

Instruções Gerais Os povos CELTAS das Ilhas Britânicas são, em ordem alfabética, e nomes originais Celtas de seus países ou nações: Córnicos (Cornualha, condado; Kérnow) Escoceses (Escócia, nação constituinte com referendo de independência agendado para 2014; Alba) Galeses (Gales, nação constituinte; Cymrú) Irlandeses (Irlanda, país soberano, Irlanda do Norte, nação constituinte; Eire) Maneses (Ilha de […]

Alguns exemplos:
CÓRNICOS:
Kemp
Moyle
Sanders
ESCOCESES:
Cèamp: Kemp
Cèampach: Kemp
Grannd: Grant
Grannda: Grant
Granndach: Grant
MacAmhalghaidh: Cowley, MacAulay, Oliver
MacNiocail: MacKrycul, MacNichol, Nicolson
GALESES:
Lloyd
Morgan
Morgans
IRLANDESES:
Ó Muireagáin (Morgan, Merrigan)
Mac Oilibhéir (Oliver)
e outros….
ATÉ A WIKIPEDIA SABE QUE ESSAS ETNIAS SÃO DIFERENTES DA INGLESA, e o governo do próprio REINO UNIDO E A COROA INGLESA não impõe aos celtas a identidade inglesa. Existem vários programas de Resgates Identitários Celtas, e a ESCÓCIA poderá vir a ter direito a um segundo referendo de independência, como é possível a Irlanda do Norte, também ter, e vir a se tornar parte da REPÚBLICA DA IRLANDA
Geneticamente, os celtas insulares são mais parentes dos Bascos e dos Galegos, do que dos ingleses medievais.
Como se pode atestar no estudo do TRINITY COLLEGE que atestou o parentesco já enunciado no LEABHAR GÁBHALA EIREANN.
E mais aqui:
Entre outros estudos.
QUEM QUISER ESTUDAR O IMPERIALISMO INGLÊS E SUAS CRUELDADES SOBRE CELTAS, procure: William Wallace “Brave Heart”, Robert the Bruce, Rob Roy, “prima nocte”, Jacobinismo, Batalha de Culloden, Grace O’Malley, Levante da Páscoa (1916), Michael Collins, Sinn Fein, Domingo Sangrento (1972), e assista o filme “Em nome do Pai (1993)” baseado em fatos reais, e outros tópicos, para ver como foi a relação entre celtas e ingleses nesses últimos sete a oito séculos.
VAMOS À WIKIPÉDIA?
WIKIPEDIA (onde a prefeitura não pesquisou pelo visto), ESCOCESES são ingleses? Não, CELTAS!
Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Scottish_people
WIKIPEDIA (onde a prefeitura não pesquisou pelo visto), IRLANDESES são ingleses? Não, também são CELTAS!
Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Irish_people
WIKIPEDIA (onde a prefeitura não pesquisou pelo visto), GALESES são ingleses? Nãoooooo, também são CELTAS!
Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Welsh_people

CÓRNICOS, são ingleses? OHHHHH NÃO FOI DESSA VEZ, também são CELTAS!!!!

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Cornish_people

MANX (ILHA DE MAN) são ingleses? NÃO!!! SÃO CELTAS E NÓRDICOS!!!!

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Manx_people

E INGLÊS? Inglês é celta? NÃO!!!! INGLÊS É GERMÂNICO!!!

Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/English_people

E A RAINHA ELIZABETH COMO FICA?

Se a prefeitura se der ao trabalho verá que a CASA DE WINDSOR veio da Casa de Saxe-Coburgo-Gota (ALEMANHA) que veio da CASA DE WETIN (ALEMANHA e POLÔNIA), e que portanto, ETNICAMENTE, até a RAINHA ELIZABETH É GERMÂNICA, portanto nãonativa (no sentido de não descender nobiliarquicamente das nobrezas nativas das Ilhas Britânicas).

 

Curioso(a) sobre os INGLESES EM NOVA LIMA? Saiba diretamente com um cônsul Inglês!

Posted in Celtismo, Derruba esta Roma!, Imprensa, Nova Lima, Protestos ( Agóidí ) on 16/04/2019 by Briogáledon

Há mais de cem anos, o Geógrafo e então cônsul SIR RICHARD FRANCIS BURTON, presenciou as crueldades dos ingleses para com os africanos em estado de escravização. Ele que foi um dos geógrafos que procuraram a Nascente do Nilo, descoberta por seu colega Speke; em Nova Lima  também reclamou do clima e da má qualidade da aguardente.

 

Nova Lima Redescoberta: Expedição de Richard Francis Burton

Publicado: 18 de agosto de 2016 por Gustavo Augusto Bardo

Dando continuidade ao apelo para que eu também escreva sobre História mais uma vez, desenvolvi então o que talvez se torne uma série de artigos com algum esparsamento de tempo ou de inspiração, a qual dou o nome de “Nova Lima Redescoberta” pois enseja na sua intenção científica o desejo de trazer aos que como eu aqui habitam, seja por nascimento ou migração, eu ainda aqui tendo algumas parcas raízes familiares de antanho, bem antes até que muitos outros migrantes haha, de então saberem coisas esquecidas ou deixadas aos Acadêmicos conhecerem, e que tragam alterações conceituais profundas no modo das gentes daqui se verem.

Muita gente parece desconhecer que um dos maiores cientistas do mundo aqui já esteve, quando fala dos imigrantes que formaram Nova Lima, do seu passado colonial bastante apagado pela carência de pesquisas, ou se exaltando no passado minerador que no entanto ainda continua atrelado à cidade por diversas dependências econômicas; pois é verdade, que no Século XIX, por estas terras caminhou com olhar perscrutador Antropológico e matemática atenção Geográfica, o grandioso e de porte de renome internacional, Richard Francis Burton, descobridor do Lago Tanganica, um dos Grandes Lagos que formam como afluentes da nascente, ao Rio Nilo.

Em seu livro “Viagem do Rio de Janeiro a Morro Velho”, Richard Francis Burton gastou cerca de quatro capítulos para falar sobre o que se conhece hoje como Nova Lima, tendo a mina de Morro Velho e suas redondezas como referência, descreveu hábitos, a urbe, e fez comentários humanistas de um expedicionário que se interessava imensamente pela variabilidade cultural, destoando de boa parte dos Acadêmicos de sua época.

Aqui farei uma resenha desses capítulos.

Voltemos ao “Capítulo XX – Viagem para a Mina de Ouro de Morro Velho”, em que Richard Francis Burton, descreve sua viagem pela Vargem do Cocho d’Água, lugarejo segundo ele outrora de um Tenente Domingos Soares, “um pequeno fazendeiro crioulo” (*crioulo era todo mundo nascido no Brasil ou no império independente de sua mistura genética), “na antiga estrada de Ouro Preto ao então Tijuco”, ele diz que ali haviam 16 ranchos produzindo “cana-de-açúcar, boas batatas e muita lenha para a grande mina inglesa”, fala que por estas bandas foi hospedado por um José Clemente Pereira que a essa época tinha 12 filhos e até fez questão de registrar o rosnado furioso que a cadelinha “Negra” lhe deu!

Ali era muito importante a cachaça, e se recusavam a misturá-la, precisava ser bebida pura, hábito que o expedicionário Richard Burton vincula aos brasileiros, mas na sua sinceridade científica reclama do processo de produção local não poupando críticas, o que faz destes capítulos um descritivo também de problemas de produção:

“Cachaça” ou “caxaça”, a “cachass” dos estrangeiros, é a “tafia” dos escritores franceses, (…) A cachaça é o “schnapps”, o “kwass”do Brasil. O tipo mais comum é destilado de refugo de melaço, metido em um alambique velho como as pirâmides e rico em azinhavre. O peculiar óleo volátil ou éter não é retirado da superfície; o gosto é de cobre e fumaça em igual proporção, e, quando a catinga contamina a bebida, não sai nunca mais. Se assim não fosse, poderia ser aceita na Europa, como a aguardente de milho do Canadá e a aguardente de batata de Hamburgo, da qual é feito o verdadeiro conhaque. ( página 169)

Mas em seguida ele também fala da cachaça feita de cana-caiana e da cachaça feita de cana madeirense à qual ele chama de “crioulinha” ou “branquinha”, que ele diz que é mais “fresca” e faz menos mal. A cachaça era bebida como um feito heroico a despeito de seus males à saúde, mas também era usada “para banhos em caso de insolação ou para tratar das mordeduras dos insetos”, e diz que era costume o hospedeiro colocar uma garrafa de cachaça ao lado da bacia de água quente.

Apesar das críticas à maneira de produção, ele ainda gasta um bom tempo de escrita falando do “restilo” ou redestilação da cachaça para remover o cheiro do melaço, que era chamada de “vinho brasileiro”, e ainda fala de outro processo de redestilação  chamado “lavado” que consistia em ser “destilado em argila queimada, e não se torna assim, álcool absoluto”.

Ele fala que haviam muitas brigas violentas por causa do consumo da cachaça, inclusive citando dados estatísticos! E parece se deliciar com esses detalhes críticos que são mais de grande importância para pesquisas sociais.

Menciona Santo Antônio do Rio das Velhas, que segundo a nota é referência para Santo Antônio do Rio Acima e Santo Antônio do Rio Abaixo! Fala que sua data de fundação era desconhecida, mas sugere que date do mesmo tanto das minas do Batatal (referências a pepitas de ouro que eram encontradas com a mesma facilidade que batatas doces), Soco, Engenho da Água e Papamilho, e diz que todas produziam ouro abundante. Diz que o povoado tinha uma centena de casas em 1801, 1200 habitantes em 1820, e entre 1086 a 1300 habitantes em 1847. Fala que na vizinha Rio Acima, se dormia um sono de morte, que a povoação era bastante silenciosa inclusive em sua capela, mas tinha já casas de comércio e oficinas, agricultura e criação de gado, mas o preço dos transportes impedia a exportação. Aos domingos o pároco discutia os escândalos e não apenas realizava o culto!

Chegando já a falar de Nova Lima, ele começa por Santa Rita, “(…) avistamos à margem esquerda do rio uma igrejinha caiada de branco, Sta. Rita, e , no rio, havia duas pilastras, outrora ponte, ” fala da Mina do Morro da Glória e que pertencia a cinco proprietários, e ali também a Mina de Santa Rita, e reclama que se dizia que ela ficava a uma légua de Morro Velho e diz “se assim for, é a légua mais comprida que já andei na minha vida” deixando claro que o nosso mineiro “logo ali” já era influente naqueles tempos! Fala que essa mina de Santa Rita pertencia a uma Dona Florisbela da Horta “viúva que explorou sua propriedade com a energia brasileira dos tempos antigos”, sugerindo a meu ver o trabalho escravo, e que ali havia ouro, minério de ferro, cristal, e que ali morreram muitos negros, em especial de disenteria e inflamação do peito.

Ele fala que a ponte de Santa Rita era frequentemente reparada pela Companhia Inglesa entre 1853 e anos seguintes, e ganhando seu toque final em 1859, mediante Mr. Gordon. Diz que nas redondezas então da Morro Velho, e já chegado a ela, havia uma propriedade de um Fernão Pais comprada em 1862 pela Grande Companhia por £11.583. Cita novas minas que surgiram como GaiaGuabirobaSamambaiaServiço NovoMato Virgem, e outras, fala das intervenções infraestruturais gerando inclusive abertura de cursos artificiais de água, e já tratando da redondeza, que poderíamos entender como o povoado, ou povoados, que hoje são Nova Lima, ele faz esse interessante descritivo o qual repete capítulo adiante:

“Galgamos, então, uma subida de argila vermelha, descemos uma ladeira de igual formação, depois avançamos por outra íngreme elevação, chamada apropriadamente, Monte Vidéu (segundo nota do latim “Montem Video”, “vejo o monte”). Essa Bela Vista ofereceu-nos o primeiro vislumbre de nosso destino e trouxe alegria aos nossos corações. Em frente, erguem-se as altas torres do paredão encimado pelo pico de Curral del Rei, com sua cruz de madeira. mais perto e em um horizonte mais baixo, fica o Morro Velho, também coroado por uma cruz e suportando nos ombros Timbuctu e Boa Vista, os bairros negros de casas de paredes brancas e telhados vermelhos.” (página 172)

Capítulos à frente, ele voltará a falar do Timbucto, como interessado que era em África e seus povos,

“As casas se estendem da margem setentrional do Ribeirão até as elevações, a uma altitude de cerca de 150 metros; ali está o mais alto bairro negro, “Timbuctoo”, saudosa lembrança do que pode ter sido a terra natal, e aqui moram os negros de Cata Branca. A meio caminho, vêem-se as diversas e sombrias estradas da grande mina e, embaixo, ficam outras instalações: ferraria, oficina de trituração e os escritórios da mina.” (página 194)

Falando ainda da cidadezinha de Congonhas “(…) cujo terreno é uma mistura irregular de fundos e saliências, pontilhados de igrejas e vilas, de jardins e de pomares, e embelezada com o curso de um regato cristalino. No morro da direita, a Fazenda Bela Fama, onde a Companhia mantem uma grande tropa de mulas, utilizada para trazer mantimentos e outros artigos. À esquerda há outros montes e outros picos, com os quais dentro em pouco iremos travar conhecimento” e deixa claro que sentiu enorme alegria em chegar a Nova Lima, e tinha imenso interesse em explorar cada uma de suas partes!

Ele demonstra grande interesse no nevoeiro do Monte Vidéu, e no que ele chama de a Região Negra da “Staffordshire brasileira”. Fala da variedade de frutos da mineração, inclusive o ácido sulfúrico ou a obtenção de pigmentos coloridos do barro com plumbagina. Descreve o Bonfim como entrada de Congonhas do Sabará, atual Nova Lima:  “Uma vereda que segue um corte profundo, com os pétreos remanescentes de uma antiquada calçada, algumas cabanas, a capelinha do Bonfim e uma casa grande, de um fornecedor de carvão, constituem a entrada da cidade” (página 172). Fala que os habitantes daqui raramente acordavam antes das 8 horas da manhã, porque centenas trabalhavam à noite e durante o dia.

Menciona a igreja de Nossa Senhora do Pilar de Congonhas do Sabará,  e reclama que aqui os nomes são compridos! Fala que apesar de sonolenta a igreja era bem tratada. Fala que a praça principal “tem algumas casas de dois pavimentos e enfeitadas, e os dignatários da localidade trataram de assegurar a presença de uma necessidade da vida municipal brasileira, o teatro.”, mas reclama de seu estado tendo apenas naquela época “quinze anos” (página 172) que portanto já era importante desde essa época! Fala que a Matriz foi restaurada por um Fr. Francisco de Coriolano e tinha “uma fachada de três janelas e um frontão coroado por uma cruz; as torres apresentam telhados suíços, virados nos cantos, à moda chinesa de Macau; possivelmente é uma derivação inconsciente da imagem adorada pelos pagãos de Pomeco e Tlascalla. Junto à porta gradeada, há um anteparo curiosamente pintado com as cenas da Paixão, além dos quadros representando as quatorze passagens, penduradas nas paredes.” descreve exatamente assim o também Antropólogo Richard Francis Burton na página 173 deste seu maravilhoso livro!

Falando do comércio, cita que aqui já haviam algumas farmácias e um laboratório entre cerca de 20 estabelecimentos comerciais! E sugere que os boticários (antigos médicos) tinham boa renda, segundo ele, apesar da Companhia Inglesa tratar algumas doenças de graça, as pessoas preferiam gastar nos boticários.

Segundo ele, Congonhas do Sabará, tinha em 1830, 1390 habitantes, e em 1864, 6 eleitores, 211 votantes, e 4000 habitantes, somando ainda cerca de 1000 operários-mineiros. Fala de um Hotel Congonhense de um alemão chamado Sr. Gehrcke, que era empregado da Companhia mas ali hospedava quem não trouxesse cartas de apresentação, e diz que ali também vivia um pintor retratista italiano. Ele pessoalmente desgosta da Igreja do Rosário reclamando da “fachada escura do santuário, sem torre, apresenta um sombrio aspecto, com as pedras que fazem lembrar um bastião; uma inacabada coroa de Portugal e um lugar para as Quinas embaixo, contam a sua história” (página 173), mas na sua reclamação, temos a feição antiga da igreja que hoje é bastante diferente da sua origem!

Para a alegria dos cervejeiros de Nova Lima, ele menciona uma cerveja local! A cerveja Inkerman que era fabricada pelo armazém de Alexander & Filhos, e que incluía a mistura da rapadura, o que segundo ele a tornava “um tanto mais capitosa que o mais picante dos maltes escoceses” e que derrubava muito “sujeito robusto, com tanta facilidade quanto faria uma bala dos russos”. (página 173). Fala ainda da cachaça de Mr. Henry D. Cocking, do Departamento dos Ferreiros, do rancho Melo & Cia. (*não consta que sejam meus parentes haha nessa época meus ancestrais Vaz de Mello daqui eram um Coronel e um Capitão, devem ser outros Melo), e que esse rancho tinha como clientes principais os negros (eu pessoalmente prefiro os denominar por africanos, acho mais respeitoso, mas aqui repito o conceito que ele mesmo usa), fala de um velho hospital cujo jardim foi ocupado pelo ex-feitor Capitão Andrew e por um Sr. Antônio Marcos da Rocha, “Encarregado das Matas e Florestas” em Morro Velho, e que foi empregado da mina de Gongo Soco, essa eu sei para as bandas de Barão de Cocais, já tive o prazer de lá estar em meu curso de Arqueologia Histórica.

Menciona como presbítero o Rev. Armstrong. descrevendo sua capela como de “lindas janelas ogivais muito estreitas e uma cruz ultra original” fazendo a capela “destacar-se entre as vilas esparsas e fileiras de casas” (página 174). Menciona a moradia de Mr. James Smyth, “superintendente do departamento de negros”, como um “bonito bangalô anglo-indiano” em uma pequena colina. E que mais além ficava o Hospital novo e as residências dos médicos Doutores M’Intyre e Weir.  Em possível referência ao hospital, fala de uma “Casa da Tranquilidade” e da lembrança dos “encantos das Galashiels“, uma cidade na Escócia, e que o Dr. Weir fazia essa mesma comparação!

E ao falar do que lembra o “Rego dos Carrapatos” usa a expressão “Rei dos Carrapatos”, fazendo menção a um tipo de vegetação! (página 174)

Cita Mr. GordonSr. George Morgan, Mattew, a Casa Grande,  o Sobrado, onde ficavam os hóspedes segundo ele, e que na Casa Grande havia uma varanda construída para poder receber Sua Majestade Imperial, e diz que a cidade é uma “mistura de Petrópolis brasileiro e de Neilgherry de Ootacamund” deixando no ar uma visão Antropológica, que mistura a influência portuguesa com a da Índia,  trazida parcialmente pelos ingleses pela presença de bangalôs, e embora uma visão bastante pitoresca da cidade que poderá assustar ao leitor ou leitora, mas a mim em meu universo científico me enseja ainda mais curiosidades sobre essa época!

No “Capítulo XXI” ele apresenta notas de interesse econômico falando das produções minerais, começando pelo Ouro, e o comparando à produção da Cornualha, Reino Unido, e com um vocabulário bastante mais Geográfico e Geológico, apesar de manter o ponto de vista crítico no sentimentalismo do ouro, no cultivo de “miseráveis batatas” ao invés da exploração das riquezas do solo, reclama da exaltação do diamante, e fala da espera das pessoas a favor da mineração profunda e da liberação de mais campos à agricultura, mas que sabiam que as terras tinham pouco valor por aqui e que o solo não era muito agricultável. Resume o Sistema de Mineração Brasileiro, a Mineração de Ouro pelos Ingleses em Minas, não poupando menções ao Governo Brasileiro, reduzindo suas participações até chegar a 5% em 1853, e em 1854 diz que as mineradoras inglesas alcançaram as mesmas isenções das minerações brasileiras (página 184)., e segue nesse nível de conteúdo se afastando um pouco da localidade, então não me delongarei sobre esse capítulo, embora seja imensamente útil para a compreensão dos processos econômicos que por aqui transcorreram nesse período!

No Capítulo XXII – A VIDA EM MORRO VELHO” regressa falando da mina e das redondezas compreendidas em Congonhas do Sabará, atual Nova Lima, após falar sobre o bairro dos negros, mencionado mais acima, “Timbuctoo” ou “Timbuctu”, ele cita que sobre o clima daqui “o sol queima de dia, as noites esfriam de repente, e como se queixam os que viajam nas regiões montanhosas do Brasil, as quatro estações da Europa se sucedem no espaço de vinte e quatro horas” (página 194).

Fala das moléstia do fígado como frequentes por aqui, e não parece se resumir ao álcool já criticado antes, mas claramente experimentado pelo expedicionário, reclama também do “toucinho defumado gordo”, e diz que propôr uma alteração de costumes era já visto como uma ofensa, e que a pessoa tomava ódio de quem a fizesse mesmo que apresentada como um “novo ponto de vista sobre a questão”!

Fala da fauna alada como composta da andorinha-americana, do sabiá que amenizava a estação chuvosa com seu canto, e que as chuvas eram fortes no meio do ano e que os pirilampos apareciam no fim de julho e desapareciam no início de maio. E que em agosto haviam alguns aguaceiros de chuvas também! Talvez daí a comparação de antes com a Escócia penso eu, país constituinte do Reino Unido famoso pelas chuvas periódicas.

Fala que Mr. Gordon aqui introduziu o “cassareep”  e que seu molho de pimenta era melhor que o óleo de coco. Reclama que os brasileiros jogam fora o suco da mandioca brava que segundo ele pode ser aproveitado de vários modos embora não se aprofunde sobre a questão, embora cite uma dada utilidade dele como veneno que não vou citar aqui para não disseminar a ideia, quem desejar saber procure o livro!

Cita entre os padres Padre Antonio FreitasPadre Joaquim, volta a falar da Casa Grande, e então se debruça em falar do Rego dos Cristais,:

” O único passeio em terreno plano que se pode dar em Morro Velho ou em suas proximidades é ao longo do Rego dos Cristais. Arriscando muita contração __ dolorosa __ subimos o Morro do Depósito e chegamos à aldeia do Retiro, construída em uma encosta. Ali se erguem, em filas sucessivas, casas de aspecto brasileiro, tendo na frente canteiros de flores e verduras” (p. 196)

PORTANTO FICA CONSTATADO QUE NA VISÃO DE UM BRITÂNICO E INGLÊS QUE JARDINS FRONTAIS SÃO COSTUME BRASILEIRO HAHA!

E fala que nesse Rego os jovens ingleses costumavam se refrescar com banhos. Cita a água nascendo do Morro das Cabeceiras, menciona o Morro das Quintas, o Morro dos Ramos, o Morro dos Pires, o córrego dos Cristais, a ravina do Retiro, dando dados de altitudes e distâncias, e referenciando com algumas instalações de mineração inglesa, e uma garganta profunda chamada “Criminoso”.

Cita as “ladainhas inglesas”, nas capelas protestantes, descrevendo que os mecânicos se sentam no lado direito e os mineiros no lado esquerdo. Diz que os cânticos eram os mesmos das cidades de interior do Reino Unido, e não parece satisfeito com o protestantismo, o anglicanismo e o catolicismo ao repetir as críticas de um Dr. Newman que parecia se queixar da falta do “sublime uso da razão”.  (página 197)

Cita um Padre Francisco Petraglia oficiando no outro lado do Ribeirão de Boa Vista em uma capela licenciada pelo Bispo de Mariana. Falando da capela diz “Os ornamentos não são ricos, o ostentório não passa de uma caixa de relógio com raios metálicos e há certa necessidade de ‘um balde com hissope para a aspersão da igreja e para guardar a água benta’. O padre não despreza o joio que se mistura ao trigo, e é muito querido por todos, exceto por aqueles que se mostram contrariados diante da imensa superioridade de seu ardor religioso” (página 197). Ele ainda segue dizendo que às 10:30 da manhã se encontrava na igreja uma multidão predominantemente composta por negros, alguns brasileiros vinham a cavalo, mesmo quando vinham de perto, e o próprio sacristão era homem de tez negra, e diz que o Sr. Antônio Marcos brincava que “em cada telhado de capela há um buraco pelo qual a ‘pinga’ cai diretamente na algibeira do padre” (página 198) repete o expedicionário e cientista Richard Francis Burton certamente desejoso de fazer perpetuadas as críticas já existentes na sociedade da época! Em teoria a presença da crítica reflete alguma liberalidade. Diz que os brancos se tomavam lugar à frente, e os negros atrás, estando os homens em pé e as mulheres sentadas no chão. Segundo ele, somente nas grandes cidades as igrejas tinham bancos para assentar! As missas eram exemplares apesar dessa segregação, e um São Sebastião de porcelana e crivado de setas ocupava uma mesa próxima, e parece que havia uma competição por cultos rápidos com a igreja protestante.

No capítulo seguinte, dessa parte de sua expedição, “CAPÍTULO XXIII – O PASSADO E O PRESENTE DA MINA DA ‘ST. JOHN DEL REY’ MORRO VELHO” ele volta às cifras de 150.000 cruzados em 1725, e £56.434 12 s. 7d., quando vendeu ao Capitão Lyon.  Diz que para os idos de 1825, cada trabalhador recebia um salário de 5,5 gramas de ouro por semana, e que em dois meses a mina extraía dali a cifra de 24:000$000 com 70 escravos. Fala das alterações tecnológicas após 1840, como a introdução do “tirolês Zillerthal” um engenho giratório mecânico, abolindo o uso da bateia. As novas prospecções por Mr. Herring, e o investimento tecnológico que irei omitir aqui por ser técnico embora seja do interesse da pesquisa com certeza! Cita as gestões de Mr. Thomas Treloar em 1846, de Thomas Walker em 1855, e de Mr. Gordon em 1858, e detalhes de rendimentos após esses períodos.

E por fim no “CAPÍTULO XXIV – A VIDA EM MORRO VELHO (continuação)” volta a falar das pessoas e seus costumes. Fala da revista dos negros, ambos os sexos descalços, 1.100 dos 1452 participavam da “reunião” (Richard Francis Burton também escreve aspas nessa palavra), “As mulheres tendo à frente um piquete de doze meninotas, estavam dispostas em companhias de colunas de seis. Todas vestiam uniforme domingueiro: saias de algodão branco, com uma fita vermelha estreita à altura do terço inferior; xale de algodão, riscado de azul e branco e um lenço de cores vivas, geralmente escarlate cobrindo a carapinha”  (página 207) Diz ainda que ao lado direito perpendicularmente eram colocadas as “mulheres de boa conduta”. E continua “O emblema do primeiro ano é uma larga tira vermelha em torno da bainha da saia branca, substituída por tiras da mesma cor e mais estreitas, uma para cada ano, até o número místico de sete, que dá a liberdade.”

Então os ingleses tinham algumas regras um tanto estranhas para conferir a liberdade, mas antes essa regras que não dar a liberdade! Segundo a nota, o período habitual era dez anos, mas em Morro Velho havia sido reduzido humanitariamente.

Os homens ficavam atrás e vestiam “camisas brancas, coletes frouxos de lã azul, bonés vermelhos __ turcos ou ‘glengarry’ __ e calças de algodão.” página 207, enquanto os “homens de boa conduta” vestiam jaquetas e ficavam à esquerda em ângulos retos com o pelotão das mulheres. Essas jaquetas eram “paletós sem manga de sarja azul, com golas e punhos vermelhos, cintos brancos, guarda-pós com riscos vermelhos nas costuras e os bonés habituais” . E assim eram os escravos que trabalhavam para os ingleses, que além de vestidos e com prazo para suas libertações também recebiam alguma remuneração, de 12 cobres a até 20 cobres, segundo Richard Burton.

Fala mais a frente que os negros faziam uma folia baseada numa “Casa da Água Rosada” que Richard Francis Burton vincula ao Manicongo, roupas suntuosas, com enfeites em cabeça, cintura de penas, e outros enfeites, essa folia passeava pelo povoado e tinha fim aparente na Casa Grande, os foliões usavam máscaras de barbas brancas, deixando claro para mim que era o que conhecemos como Congado!

Em Morro Velho as escravas negras grávidas eram temporariamente afastadas do trabalho, então era um desejo delas ter filhos. Mas a mortalidade de bebês era grande, segundo Richard Burton, diz quem em 1452 escravos, nasceram 16 e morreram 32. Volta a falar das gestões inglesas, retratando as questões que envolviam os escravos negros, mencionando de que também haviam os alugados em outras minas como Cata Branca. Fala que se costumava internar homens e mulheres com “úlceras malignas nas extremidades, agravadas talvez pela água contaminada, que segundo se diz, provoca gangrena nas feridas”. (página 210). As doenças do cérebro e dos intestinos, a disenteria e a pleurisia, e às vezes a pneumonia, e algumas doenças venéreas, estavam entre as moléstias mais comuns entre os escravos!  E assim temos no expedicionário também mais detalhes da situação dos escravos e de como foi a escravidão em Nova Lima. Após isso ele tergiversa sobre a escravidão no Brasil, e reclama da colocação do negro “fora de seu centro étnico“. Devemos lembrar que Richard Francis Burton era um estudioso dos Povos Africanos e que lhe deveria desgostar bastante ver aqui esses povos cativos e sem suas culturas de origem!

Mais a frente ele menciona um Capitão Joaquim Felizardo Ribeiro, como fornecedor de pólvora à Companhia Inglesa, para desmonte explosivo de minas. E que o inglês Mr. Gray era quem preparava as “espoletas de tempo”, sendo outras “espoletas” feitas pelas negras. Diz que ainda não havia sido testada a nitroglicerina nessa mineração. Cita um Mr. Wood aparentemente de Salt Lake City, que era do Departamento de Redução, e um Mr. White junior, como agentes de civilização, responsáveis por um teatro para diversões incluindo menestréis negros, cançonetas cômicas, e outras diversões.

Ainda fala um pouco mais da mina Morro Velho em capítulos sucessivos mas já preparando a continuidade de sua Expedição que se seguiria rumo a Roça Grande que parece ser para os lados de Raposos, citando seu ribeirão, no Capítulo XXIX, e então deixo aqui a leitura parada neste ponto para não sair do propósito desta sessão, não desmerecendo Raposos, mesmo porque nessa épocas as gentes de lá e as daqui ainda eram todas sabaraenses, mas este artigo já está imenso né!

 

BIBLIOGRAFIA

BURTON, Richard Francis. VIAGEM DO RIO DE JANEIRO A MORRO VELHO. São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1976. (coleção Reconquista do Brasil, Vol. 36). 366 páginas

 

 

 

Licença Creative Commons
O trabalho Nova Lima Redescoberta: Expedição de Richard Francis Burton de Gustavo Augusto Bardo está licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.
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Ohhhhh aonde terá sido esse prefeito suspeito de crime ambiental???

Posted in Celtas e Iberos na Política, Celtismo, Derruba esta Roma!, Imprensa, Nova Lima, Protestos ( Agóidí ) on 16/04/2019 by Briogáledon

E você,

Alguma sugestão??? Que coisa, abriu notícia de fato!!!

 

Sempre lembrando que desde o DRUIDISMO que é um compromisso da etnia CELTA a defesa da NATUREZA!

Fonte dos Compromissos Celtas: Irmandade Druídica Galaica

Por coisas assim que não dá pra bater palmas pro Reino Unido!

Posted in Campanhas Sociais (Slógadh), Celtas e Iberos na Política, Celtismo, Imprensa, Nova Lima, Protestos ( Agóidí ) on 11/03/2019 by Briogáledon

Quando as etnias Celtas vêem programas oficiais de ensino de línguas célticas gaélicas e britônicas, vêem escritórios de cultura Celta, entidades céltico-identitárias recebendo verbas através do Reino Unido, reconhecendo o druidismo como religião, ruas ganhando sinalizações bilíngues com um idioma celta em uma das versões, e o Reino Unido aceitando Referendo da Escócia, parecendo aberto a um segundo referendo, e talvez ao referendo da Irlanda do Norte, até começa a coçar a mão pra bater palmas, mas aí o governo historicamente invasor medieval das Ilhas Britânicas, mostra que ainda não está pronto pra enfrentar suas próprias responsabilidades! Então fica difícil de acreditar!

English:

When Celtic ethnicities look official programs to learn Celtic languages Gaelic or Brittonic, look Celtic cultural offices, Celtic-identitarian entities receiving funds through the United Kingdom, recognizing druidism as religion, streets bilingual signs with a Celtic language in one of the versions, and the UK accepting the Scottish Referendum, appearing open to a second referendum, and perhaps to the referendum in Northern Ireland, even starts scratching its hand to clap, but then the historically medieval invasion government of the British Isles shows that still not ready to face their own responsibilities! So it’s hard to believe!

 

Impressão PDF

Preconceito em Nova Lima: ter amigos e não ser pagão?

Posted in Celtismo, Derruba esta Roma!, Iberismo Reconstruído, Nova Lima, Protestos ( Agóidí ) on 09/03/2019 by Briogáledon

Ceannaire de Briogáledon está de posse da postagem original, aqui será apresentado apenas um print editado em computador. Será armazenada, e poderá ir a Ministério Público em caso de novas ocorrências.

 

 

A autora, que professa uma das religiões abraâmicas, em postagem em seu Facebook, em 07 de julho de 2018, marcou amizade, outras já se encontravam bloqueadas pelo nosso ceannaire, e citou essa frase que agride as Religiões Pagãs,

“Quem tem amigos não morre pagão!”

Junto das Hashtags:

#brasilperdeu #avidacontinua

Considerando que até na Wikipédia consta:

Paganismo (do latim paganus, que significa “camponês”, “rústico”[1]) é um termo geral, normalmente usado para se referir a tradições religiosas politeístas. É usado principalmente em um contexto histórico, referindo-se à mitologia greco-romana, bem como as tradições politeístas da Europa e do Norte da África antes da cristianização.

Num sentido mais amplo, seu significado estende-se às religiões contemporâneas, que incluem a maioria das religiões orientais e as tradições indígenas da América, da Ásia Central, da Austrália e da África, bem como às religiões étnicas não-abraâmicas em geral. Definições mais estreitas não incluem nenhuma das religiões mundiais e restringem o termo às correntes locais ou rurais que não são organizadas como religiões civis. Uma característica das tradições pagãs é a ausência de proselitismo e a presença de uma mitologia viva, que explica a prática religiosa.

Na perspectiva cristã, o termo foi historicamente usado para englobar todas as religiões não-abraâmicas.[2][3] O termo “pagão” é uma adaptação cristã do “gentio” do judaísmo e, como tal, tem um viés abraâmico inerente, com todas as conotações pejorativas entre o monoteísmo ocidental,[4] comparáveis aos pagãos e infiéis também conhecidos como cafir (كافر) e mushrik no Islã. Por esta razão, etnólogos evitam o termo “paganismo”, por seus significados incertos e variados, referindo-se à fé tradicional ou histórica, preferindo categorias mais precisas, tais como o politeísmoxamanismopanteísmo ou animismo.

Desde o século XX, os termos “pagão” ou “paganismo” tornaram-se amplamente utilizados como uma auto-designação por adeptos do neopaganismo.[5] Como tal, vários estudiosos modernos têm começado a aplicar o termo de três grupos distintos de crenças: politeísmo histórico (como a mitologia celta e o paganismo nórdico), religiões indígenas, folclóricas e étnicas (como a religião tradicional chinesa e as religiões tradicionais africanas) e o neopaganismo (como a wicca, o reconstrucionismo helénico e o neopaganismo germânico).”

Testemunhos de Pagãos

 

 

 

APROVEITAMOS PARA AGRADECER ESSA “IGREJA EVANGÉLICA ALIANÇA FIEL” por NÃO PROMOVER a ignorância, se você for cristão, assista aqui, que não está incorporável e não deve gerar preview, mas basta clicarem para assistir:

“O que é pagão” na perspectiva da Igreja Evangélica Aliança Fiel,

https://www.youtube.com/watch?v=jgi-_NcYyJA 

 

Acesse novamente nossos artigos anteriores:

 

Perguntamos:

  • Qual a relação entre “ter amigos” e não morrer adepto de religiões como Wicca, Neodruidismo, Stregheria, Kemetismo, Seidr, e de outros paganismos?
  • Qual a relação entre o paganismo e o Brasil perder algo em 07 de julho de 2018?

Adendos:

Legislação:

  • Internacional : A Resolução 47/ 135 da ONU assegura os direitos das minorias, inclusive das religiosas;
  • Internacional: A Convenção 169 da OIT assegura os direitos dos povos indígenas e também dos povos tribais, o que inclui suas religiões originárias;
  • Nacional: A Lei Federal 9.459/97 dispõe sobre “discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional” e prescreve “Pena: reclusão de um a três anos e multa”;
  • Nacional: a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL considera em seu Art. 5º ” VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias;”  e veda o uso da própria religião como argumentação contrária às leis ” VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;”

Para romper o preconceito e melhorar seu entendimento sobre SER PAGÃO copiamos e colamos essa lista de páginas e sites:

Vão algumas páginas que se consideram pagãs:
Entre outras muitas…
Além de covens, irmandades, clãs e groves diversos aqui seguem algumas:
Entre outras muitas…
OU UMA FEDERAÇÃO MUNDIAL DE IRMANDADES DRUÍDICAS
https://web.facebook.com/DruidsFellowship
E UMA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE WICCA
https://web.facebook.com/abranacional/ 
… por exemplo
QUANTO A PAGÃOS TEREM AMIGOS, se não bastarem todos os subsídios deste artigo e outros que podem vir desses, saiba: 
  • Que o Druidismo, religião declaradamente pagã, por exemplo, foi reconhecido como religião protegida pelo REINO UNIDO, em 2010 e é crença sob a proteção da Rainha Elizabeth desde então,https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2010/10/101002_druidas_pai
  • Que embora seja oficialmente anglicana, a Rainha Elizabeth respeita tanto a religião dos Celtas, povos originários nas Ilhas Britânicas, que se iniciou como bardo numa ordem druídica quando ainda era princesa;

 

PORTANTO quem tem amigos pagãos, talvez um dia até tenha tropas britânicas em seu apoio! 

Fake xingando prefeito é encontrado avaliando Prefeitura de Nova Lima!

Posted in Boicotes (Baghcat), Derruba esta Roma!, Imprensa, Nova Lima, Protestos ( Agóidí ) on 03/03/2019 by Briogáledon

“Bom uso”?

Após vasculhar diversos comentários de “não recomendação”, foi encontrado esse perfil fake, sem quaisquer aparentes moderações por parte da Prefeitura Municipal de Nova Lima,

Conclusões:

  • Xingar é “bom uso”?
  • Protestar educadamente contra crime ambiental e contra racismo, é “mau uso”?

Fake encontrado fazendo uso de impropério, e sem quaisquer moderações aparentes por PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA LIMA

 

PARA ENTENDER

 

Prefeitura de Nova Lima considera que protesto contra violação a lei estadual NÃO É BOM USO

Em resposta a avaliação crítica, a PREFEITURA DE NOVA LIMA considerou que NÃO FOI BOM USO o protesto em que o ceannaire de Briogáledon  cobrou obediência a lei estadual, violada pelo Carnaval de Nova Lima

Postagens feitas tinham mesma educação e teor entorno do protesto com linkagem do Critério da Lei Comum de Briogáledon abaixo, a função do critério é oferecer uma base argumentativa com base em leis nacionais e internacionais existentes.

Entenda o caso:

1º Briogáledon posta:

2º O ceannaire posta

3º Após algum tempo, a PREFEITURA DE NOVA LIMA bloqueia o ceannaire:

4º Em resposta mais tarde, a PREFEITURA DE NOVA LIMA EVOCA TERMOS DE USO desprovidos de menção a LEGISLAÇÃO MUNICIPAL ESPECÍFICA, na qual diz serem os “Termos de Uso do Facebook” quando esses na verdade são descritos pela própria Rede Social em https://web.facebook.com/terms?_rdc=1&_rdr 

NÃO FOI ENCONTRADA QUALQUER MENÇÃO A LEGISLAÇÃO MUNICIPAL QUE SUGIRA QUE OS TERMOS DE USO DA PÁGINA DA PREFEITURA DE NOVA LIMA, e não do Facebook, tenham sido aprovados pela CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA LIMA

O MINISTÉRIO PÚBLICO será acionado para apurar se a PREFEITURA DE NOVA LIMA legislou em lugar dos vereadores eleitos.

Prefeitura de Nova Lima considera que protesto contra violação a lei estadual NÃO É BOM USO

Posted in Derruba esta Roma!, Imprensa, Nova Lima, Protestos ( Agóidí ) on 03/03/2019 by Briogáledon

Em resposta a avaliação crítica, a PREFEITURA DE NOVA LIMA considerou que NÃO FOI BOM USO o protesto em que o ceannaire de Briogáledon  cobrou obediência a lei estadual, violada pelo Carnaval de Nova Lima

Postagens feitas tinham mesma educação e teor entorno do protesto com linkagem do Critério da Lei Comum de Briogáledon abaixo, a função do critério é oferecer uma base argumentativa com base em leis nacionais e internacionais existentes.

Entenda o caso:

1º Briogáledon posta:

2º O ceannaire posta

3º Após algum tempo, a PREFEITURA DE NOVA LIMA bloqueia o ceannaire:

4º Em resposta mais tarde, a PREFEITURA DE NOVA LIMA EVOCA TERMOS DE USO desprovidos de menção a LEGISLAÇÃO MUNICIPAL ESPECÍFICA, na qual diz serem os “Termos de Uso do Facebook” quando esses na verdade são descritos pela própria Rede Social em https://web.facebook.com/terms?_rdc=1&_rdr 

NÃO FOI ENCONTRADA QUALQUER MENÇÃO A LEGISLAÇÃO MUNICIPAL QUE SUGIRA QUE OS TERMOS DE USO DA PÁGINA DA PREFEITURA DE NOVA LIMA, e não do Facebook, tenham sido aprovados pela CÂMARA MUNICIPAL DE NOVA LIMA

O MINISTÉRIO PÚBLICO será acionado para apurar se a PREFEITURA DE NOVA LIMA legislou em lugar dos vereadores eleitos.

 

A PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA LIMA não esclareceu o ceannaire acerca do trecho do protesto em que estaria o mesmo, violando seus termos, nem apresentou referência a legislação municipal para esses termos, que não corresponderiam aos Termos do Facebook.

Após protestar contra violação a lei estadual, PREFEITURA DE NOVA LIMA bloqueia liderança Celta

Posted in Derruba esta Roma!, Imprensa, Nova Lima, Protestos ( Agóidí ) on 03/03/2019 by Briogáledon

O ceannaire de Briogáledon protestava respeitosamente, quando foi bloqueado pela PÁGINA DE FACEBOOK DA PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA LIMA e teve seus comentários excluídos, todavia, por sorte, um havia sido impresso PDF para satisfação ao ARD, o conselho que rege BRIOGÁLEDON

Confira as IMPRESSÕES PDF:

A liderança irá solicitar apuração pelo MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL dos crimes de violações às leis nacionais e internacionais dispostas no protesto, bem como apuração de racismo, além da apuração de violação de liberdade de expressão, e outros direitos individuais e universais afetados.

 

A POLICIA FEDERAL JÁ FOI ACIONADA ATRAVÉS DE AGENTE EM OUTRA DIVISÃO

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Critério de Configuração de Racismo para Carnaval 2019 de Nova Lima

Posted in Critérios, Lei Comum, Nova Lima on 03/03/2019 by Briogáledon

Nossos direitos individuais e nossos direitos universais estão sendo violados pois se é “Carnaval da Gente”,

E partindo da premissa que perante a ciência, a ONU, a UNESCO, a ANISTIA INTERNACIONAL, o HUMAN RIGHTS WATCH e diversos órgãos de Direitos Humanos, somos, como “Homo sapiens sapiens” considerados “gente”, e que perante a Constituição da República Federativa do Brasil, independente de ser “de dentro” ou “de fora”, temos direitos assegurados em lei.

PERANTE A RESOLUÇÃO 47/135 DA ONU que dispõe sobre minorias étnicas
http://www.un.org/documents/ga/res/47/a47r135.htm

e a CONVENÇÃO 169 da OIT: C169 – Indigenous and Tribal Peoples Convention, 1989 (No. 169)

https://www.ilo.org/dyn/normlex/en/f?p=NORMLEXPUB:12100:0::NO::P12100_ILO_CODE:C169http://www.oit.org.br/node/513

que dispõe sobre os direitos dos povos originários, bastando a essa a auto-declaração como tal, segundo se interpreta da C-169 OIT,

E recordando e reiterando NOSSA DECLARAÇÃO anterior:

https://briogaledon.wordpress.com/category/lei-comum/ratificacoes/

Declaração de Etnicidade – Ratificação Unilateral Eletrônica

Evocando à Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, conforme se apresenta na fonte https://www.ilo.org/dyn/normlex/en/f?p=NORMLEXPUB:12100:0::NO::P12100_ILO_CODE:C169 e tendo em vista os seguintes trechos:

“Artigo 1 °

1. A presente convenção aplica-se:

a) aos povos tribais em países independentes, cujas condições sociais, culturais e econômicas os distingam de outros setores da coletividade nacional, e que estejam regidos, total ou parcialmente, por seus próprios costumes ou tradições ou por legislação especial;

2. A consciência de sua identidade indígena ou tribal deverá ser considerada como critério fundamental para determinar os grupos aos que se aplicam as disposições da presente Convenção.”

Declaramo-nos por meio eletronicamente verificável, e o fazemos público e decidido, que possuimos coletivamente a consciência de nossa identidade tribal sendo parcialmente regidos por nossos próprios costumes ou tradições mediante a nossa Lei Comum, as nossas Declarações, Cartas e Reivindicações, e quais outros proclames feitos por nosso blog oficial, a saber, https://briogaledon.wordpress.com, anulando-se todas as disposições do contrário.

Para fins de Esclarecimento quanto a nossa Identidade Étnica e Cultural, declaramos e aqui ratificamos unilateralmente:

  1. Somos um grupo de pessoas que se auto-identificam como  Celtasseja por descenderem de famílias ou etnias dessas origens, seja por adotarem costumes, valores culturais, ou linhas de pensamento, consideradas como pertencentes ou derivadas de identidade Celta;
  2. Declaramo-nos pelo presente portanto, que:
  • (2.1) Seguimos Costumes e Tradições Tribais das Identidades Étnicas e Culturais de base Celta, entendendo como Celtas todas as etnias, famílias, grupos religiosos, grupos culturais, povoados, comunidades autônomas e países, constituintes ou soberanos, que tenham suas origens históricas em uma ou mais tribos conforme identificadas em List of Celtic Tribes da English Wikipedia, para melhor referência Antropológica e Histórica. (2.1.a) Declaramos que reconhecemos, no momento, como Nações Celtas atuais: Astúrias (Asturies), Auvérnia (Auvergne), Bélgica, Bretanha (Breizh), Cantábria, Cornualha (Kérnow), Escócia (Alba, Albion), Gales (Cymrú), Galícia (Gallaecia, Callaecia, Galiza), Irlanda (Eire), Irlanda do Norte (Eire), Man (Mannin), Portugal, Suiça, as regiões cobertas pelo projeto Território Iberkeltia, conforme seu próprio critério, e as regiões da Antiga Galácia, conforme se fizer descrito em Galatia da English Wikipedia;  (2.1.b) Declaramos que reconhecemos como Direito Legítimo da Galícia e de Portugal, se unificarem na qualidade de nação única ou nações cooperativas, e reconhecemos Portugaliza como um nome digno;
  • (2.2) Que percebemos como iguais participantes de nossa ancestralidade, todos os povos e manifestações culturais que se agregaram e/ou miscigenaram às Tribos Celtas mencionadas no link supracitado,  dentre os quais, enfatizamos: (2.2.a) os Íberos, os Bascos, os Aquitanos, os povos da civilização Megalítica, os Ilírios, os Lígures, os Etruscos, os Amazigh (Bérbere-Tuaregues), os Etíope-Somalis, em tempos da Idade Antiga, cujos haplogrupos DNA e/ou traços culturais reconhecemos como a nossos ancestrais Celtas por vezes relacionados; (2.2.b) todos os povos quaisquer, que em qualquer época ou idade, que tendo contato com as tribos Celtas ou com etnias de Nações Celtas atuais a essas miscigenaram-se genética ou culturalmente, adotando costumes e tradições de nossos ancestrais Celtas;
  • (2.3) Declaramos como nossos valores culturais: (2.3.a) A igualdade entre homens e mulheres; (2.3.b) O respeito pelos animais de estimação, considerados como membros de nossa tribo; (2.3.c) O respeito a nossos ancestrais, seus costumes e identidades, não observadas violações às leis atuais; (2.3.d) O respeito às Leis, sempre que justas, bem como o dever em assegurá-las em seu pleno exercício; (2.3.e) A completa oposição a toda e qualquer forma de escravidão ou servilismo; (2.3.f) O respeito à Natureza e a busca por sua preservação e por um desenvolvimento social sustentável; e (2.3.g) A defesa e proteção a toda e qualquer pessoa que na condição de vulnerável, e em laços fraternos conosco, necessite de nossa ajuda e amparo.

Assim declarados, fazemos do presente declarado para nós de forma legítima, e aqui postamos em visão pública e por recurso eletronicamente verificável, esta declaração de etnicidade, e afirmamos estar ratificada entre nós, para os devidos fins.

Licença Creative Commons
O trabalho Declaração de Etnicidade – Ratificação Unilateral Eletrônica de Briogáledon foi licenciado com uma Licença Creative Commons – Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.
Com base no trabalho disponível em https://briogaledon.wordpress.com.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais ao âmbito desta licença em https://briogaledon.wordpress.com/faleconosco/.

 

E considerando:

A ” Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial ” UNESCO é clara em:

PARTE I

Artigo1º

§2. Esta Convenção não se aplicará às distinções, exclusões, restrições e preferências feitas por um Estado Membro entre cidadãos e não-cidadãos.

Artigo 4º

Os Estados Membros condenam toda propaganda e todas as organizações que se inspirem em idéias ou teorias baseadas na superioridade de uma raça ou de um grupo de pessoas de uma certa cor ou de uma certa origem étnica ou que pretendam justificar ou encorajar qualquer forma de ódio e de discriminação raciais, e comprometem-se a adotar imediatamente medidas positivas destinadas a eliminar qualquer incitação a uma tal discriminação, ou quaisquer atos de discriminação com este objetivo, tendo em vista os princípios formulados na Declaração Universal dos Direitos do Homem e os direitos expressamente enunciados no artigo V da presente Convenção, inter alia:

a) A declarar, como delitos puníveis por lei, qualquer difusão de idéias baseadas na superioridade ou ódio raciais, qualquer incitamento à discriminação racial, assim como quaisquer atos de violência ou provocação a tais atos, dirigidos contra qualquer raça ou qualquer grupo de pessoas de outra cor ou de outra origem étnica, como também qualquer assistência prestada a atividades racistas, inclusive seu financiamento.

PARA LER MAIS:
https://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cdhm/comite-brasileiro-de-direitos-humanos-e-politica-externa/ConvIntElimTodForDiscRac.html

CONCLUI-SE

– Que não podemos ser excluídos de eventos públicos enquanto nos percebamos e nos declaremos membros de uma minoria étnica;
– Que nossos direitos culturais são assegurados por leis internacionais;
– QUE A VIOLAÇÃO A NOSSOS DIREITOS INTERNACIONAIS ENQUANTO MINORIA ÉTNICA É PRÁTICA CRIMINAL ASSOCIADA A RACISMO E PUNÍVEL POR LEI;

– QUE UM CARNAVAL QUE VIOLE A LEI ESTADUAL 7.302/78 ao colocar show acima dos 60DBA após o horário das 22 horas,

“Art. 2º – Para os efeitos desta Lei, consideram-se prejudiciais à saúde, à segurança ou ao sossego públicos quaisquer ruídos que

I – atinjam, no ambiente exterior do recinto em que têm origem, nível de som superior a 10 (dez) decibéis – dB(A) acima do ruído de fundo existente no local, sem tráfego;

II – independentemente do ruído de fundo, atinjam, no ambiente exterior do recinto em que têm origem, nível sonoro superior a 70 (setenta) decibéis – dB(A), durante o dia, e 60 (sessenta) decibéis – dB(A), durante a noite, explicitado o horário noturno como aquele compreendido entre as 22 (vinte e duas) horas e as 6 (seis) horas, se outro não estiver estabelecido na legislação municipal pertinente.”

PARA LER MAIS:

https://www.almg.gov.br/consulte/legislacao/completa/completa.html?tipo=LEI&num=7302&comp=&ano=1978

Está TAMBÉM VIOLANDO NOSSOS DIREITOS INTERNACIONAIS DE MINORIA ÉTNICA conquanto sejam nossos atributos culturais declarados a proteção a animais, à natureza e a defesa das leis.