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Artigo Traduzido: Crepúsculo dos Celtas (Twilight of the Celts)

Posted in Celtismo, Cultura e História, Etnias Celtas e Íberas, Idiomas, Lingüística Histórica on 10/11/2014 by Briogáledon

Nota da Tradução: Este artigo não necessariamente expressa a opinião de Briogáledon ou da tradutora, mas o mesmo foi traduzido e é aqui divulgado para conhecimento de leitores e leitoras, e para difundir a percepção ampla de assuntos que se referem a Movimento Celta.

Crepúsculo dos Celtas

Em toda a Europa, as línguas celtas centenárias estão morrendo, enterradas sob uma forma linguística da globalização. Marcus Tanner relata uma tragédia cultural.

Na aldeia de St Anne la Palud na Bretanha ocidental, eu segui os santos celtas quando desceram para o mar na festa religiosa anual que é chamada por “Grande Perdão”. Uma missão para descobrir o que restava de culturas celtas da Europa me trouxe a este que é um dos mais tradicionais dos festivais de folclore bretão, e eu fiz uma nota dos nomes dos santos locais bordados nos estandartes brilhantes, vermelhos e verdes, içados por resolutos bretões em vestimentas tradicionais. Lá estavam eles, St Samson, St Meryadoc, St Pol e uma série de outros homens e mulheres galeses ou irlandeses, que trouxeram a fé e a cultura celta a esta terra a cerca de 1500 anos atrás

Sua memória é um testemunho dos laços enfraquecidos que ligam todas estas terras juntas. Então, é a linguagem. Como os peregrinos rebateram um cântico em Breton. “Intron Santez Anna“, “Lady Anne, salve o seu povo bretão em terra e mar”, ocorreu-me como estrangeiro deve ter soado aos ouvidos franceses, e quanto mais familiar a qualquer pessoa com um conhecimento de Galês, digamos, pois as duas são línguas irmãs. Elas são parte da família de línguas celtas que se estende de Bretanha,através da Cornualha e País de Gales,atéà Irlanda e à Escócia. Mas a quantia que pode desfrutar essa conexão fica menor a cada ano que passa, pois, como eu encontrei na minha viagem, as línguas celtas – e grande parte das culturas que cresceram a partir delas – estão em seus estertores. Dentro de uma geração terão praticamente morrido como línguas comunitárias, exceto em algumas partes do País de Gales e um punhado de ilhas ao largo da Escócia e Irlanda. Elas irão viver, Mark Masson, um ativista Bretão em Finisterra, me disse, como “línguas de sociedades, como uma linguagem de internet, uma comunidade de interesse– quase como ser alegre (*)“.

A Bretanha apresenta um exemplo extremo de colapso cultural celta até à década de 1940.O Bretão permaneceu a língua materna de uma nação, a oeste da linha norte-sul em estabelecida próxima de Vannes até St Brieuc. Apoiados pela Igreja Católica, e considerados como a resistência dos bretões ao ateísmo francês, este posto celta continental resistiu por séculos de ataques franceses. Já não, não mais. Os milhões de falantes Bretão da década de 1920, eram600 mil na década de 1960, e são apenas cerca de 260 mil hoje, de acordo com pesquisa do próprio governo. Como a maioria tem mais de 60 anos, uma identidade distinta do Bretão agora enfrenta a extinção. Como um jornalista de televisão Bretã, Ronan Hirrien, um dos poucos falantes mais jovens, disse-me, foi uma cultura de auto-ódio inculcada pelo francês dominante que finalmente conseguiu induzir o suicídio cultural. “Depois da guerra, todo mundo fez a mudança para o francês,” M. Hirrien me disse. “Francês era o caminho para a modernidade e uma vida melhor, e as escolas ministravam em francês e ministravam sobre a França.”

Era cada vez mais difícil, M. Hirrien acrescentou, de se encontrar pessoas capazes de participar de programas de televisão em língua Bretã. “Cada vez mais está se tornando como um clube”, disse ele, ecoando as palavras de M. Masson.

Ele não sentiu raiva, apenas tristeza. “Estamos perdendo uma linguagem que tivemos por 15 séculos. Já, as crianças não têm ideia de como os seus avós viveram. Elas têm uma nova cultura.”

Como eu encontrei na Irlanda, Escócia, País de Gales, na Ilha de Man, na Nova Escócia e e na parte galesa da Patagônia o caráter solene e bastante horrível dessa tragédia cultural é mascarado pelo obsessiva conversa estridente de um renascimento celta. O debate sobre o futuro dessas culturas parece ter sido apropriado por pequenos grupos de revivalistas auto-conscientes que são geralmente pessoas de fora, muitas vezes imigrantes ingleses, e cuja militância tem a qualidade um pouco cega de um certo tipo de entusiasmo religioso.

Assim, a queda real, selvagem da cultura nativa é simplesmente negada. Ela também é disfarçada pela quase onipresente, por vezes, imbecil, o uso da palavra “Celta” e “Céltico” para quase todos os departamentos da vida, que por sua vez faz com que muitos visitantes a estas terras acreditem que deve haver algum tipo de avivamento acontecendo.A Bretanha tem bares de som psicodélico com nomes desconfigurados como “O’Keltia”, torneios esportivos chamados “Celti-ping” (sim, é o nome de um torneio de tênis de mesa), fileiras de livros sobre santos celtas e os seus poderes “cura” ou sobre os poderes de ervas “celtas” e outras receitas, além de pilhas de CDs de música “celta” – em grande parte da Irlanda, e muito do que poderia ser uma espécie de “Muzak” Celta composta de uma parte de violino, e duas peças de balada triste, cantada em voz alta lamentosa e em Inglês.

Mas enquanto o celticismo como um exercício de marketing nunca foi tão forte, a cultura e as línguas no núcleo continuam em silêncio a murchar a distância. Em todos os lugares, eu encontrei a cultura anglófona (ou francófona) da cidade que continua a absorver e subjugara Bretã, irlandesa do campo, empurrando a cultura mais velha, mais fraca,mais e mais ao norte ou oeste de língua gaélica, até que ela tem apenas a falésia e o mar a como quedas a sua frente. A tendência parece inexorável e unidirecional. Ilhas escocesas, como Skye, que estavam firmemente falando Gaélico a algumas décadas atrás, são esmagadoramente falantes de língua Inglesa agora, deixando apenas as Hébridas Exteriores para o Gaélico.

O que é deprimente sobre a morte dessas culturas celtas é que não se parece importar muito se o governo é amigável ou não. Na França, a tradição jacobina da centralização é francamente hostil a todos os rivais culturais, mas, mesmo na Irlanda, oito décadas de independência não respiram muita vida no que parece ser um cadáver. Mesmo sob um líder, como Eamon De Valera, que desprezava o Inglês e promoveu o irlandês, a anglicização prosseguiu incansavelmente, muitas vezes através do cinema. Hoje em dia, mesmo vendo todos os programas inovadores e de auto-consciência para a juventude de Connemara, a estação de televisão baseada em língua Irlandesa, TG4, o inglês continua a infiltrar-se no último bastião da Gaeltacht, a área principalmente da costa oeste da Irlanda, que foi designada como uma zona de língua irlandesa.

Um funcionário do Udaras na Gaeltachta, a divisão de desenvolvimento do Gaeltacht, me disse francamente que pensou que não mais do que 50 por cento da população local agora cotidianamente venha usando o irlandês em casa – bem abaixo nas estatísticas de apenas algumas décadas atrás. Todos os anos a expansão, cada vez mais internacional, da cidade de Galway invade ainda mais a fronteira do Gaeltacht, transformando as aldeias fronteiriças em cidades subúrbios dormitórios.

O funcionário do Udaras não estava exagerando. Quando eu fui a um pub no fundo do coração do Gaeltacht, perto da casa do velho ícone nacionalista Padraig Pearse (um fervoroso promotor da Irlanda), eu encontrei uma multidão adolescente de moradores gritando sem parar comentários em Inglês em um jogo esportivo ao vivo que era exibido em uma televisão no canto mais distante.

Parece haver poucas pessoas que podem fazer algo em relação a esta globalização cultural – esta conquista cultural constante através da tela da televisão. Um professor na Connemara, Gaeltacht, me disse que em apenas 20 anos, a linguagem de playgrounds de escolas primárias tinha deslocado em silêncio a partir do irlandês para Inglês, apesar de todas as classes estarem em irlandês. Um homem local, com dois filhos, me contou uma história similar. Enquanto seus filhos sempre falam irlandês com ele, ele disse: “assim que eu sair da sala, eu posso ouvi-los mudar para Inglês”. Na Irlanda, o Estado vai sempre apoiar o irlandês, mesmo se, como o Bretão, for cada vez mais uma língua de alunos urbanos com um vocabulário pobre.

A Nova Escócia oferece uma perspectiva muito mais chocante.Lá,uma forte comunidade de falantes de gaélicos Highlanders, que se instalaram lá na década de 1820, tem totalmente desintegrado; a linguagem no reduto gaélico de Cape Breton Island deixou de ser a língua principal das comunidade antes de 1918 para ser a língua de um punhado de octogenários. Lá, o gaélico foi moído em pedaços por guerras de linguagem amargas da costa leste do Canadá, colocando a língua francesa contra o Inglês, não deixando espaço para quaisquer outros. Curiosamente, mesmo as línguas nativas americanas por longo tempo esmagadas, estão se saindo melhor.

No entanto, a maioria das pessoas no Cape Breton diz que um renascimento celta está em pleno andamento. Eles apontam para o “Celtic Colours” um festival anual de música, os dias de “Celtic Taster”, a reconstruída “Highland Village”, e o “Great Hall of the Clans”, onde na loja ao lado, eu assisti turistas comprando seus kilts. O governo de Nova Escócia até mesmo reserva alguns meses para “Consciência Gaélica”.

Não tenho nada contra qualquer uma dessas coisas, especialmente a música, que é, certamente, crescente em festivais como o “Celtic Colours” como nunca antes. Mas eu achei estranho que nesse ativismo Celta auto-consciente, poucas pessoas parecem mesmo ter cronometrado o significado da morte da linguagem que sustenta tudo.

Como em tantas partes do mundo celta, há uma espécie de estado de negação. Leia a literatura para turistas em Cape Breton e você vai sair pensando que o gaélico vive feliz em partes nas mais remotas, assim como a indústria turística da Bretão é conivente em perpetuar a falsa noção de que nos cantos mais remotos da Bretanha, como no tempo de Gauguin, as mulheres continuam a usar os chapéus altos de renda e a conversarem em Bretão no cais, enquanto cortam o peixe fresco.

Mas, mesmo na aldeia Mabou, muito alardeada como uma espécie de centro cultural celta para a Nova Scotia, encontrei pouca evidência desta sobrevivência. Um professor de escola lá me disse que algumas crianças locais estavam aprendendo gaélico, mas admitiu também que eles nunca sequer aprenderam uma fração do vocabulário da velha geração, que estava morrendo rapidamente. A avalanche cultural Inglesa é relativamente recente em Cape Breton. Um homem local, Sandy Morrison, cuja entrevista em 1980, me deparei em uma biblioteca, recordou a sua surpresa ao ouvir o Inglês sendo usado pela primeira vez na igreja, em sua juventude. Ele escreveu:”Eu estava dizendo father (pai) quando chegamos em casa ‘O Senhor nunca vai entender! Como é que ele vai entender isso?'”

John Macdonald, entrevistado quase na mesma época, afirmou que agora não existe nenhuma esperança para o idioma antigo: “Ele só vai morrer e ir para o chão com as pessoas mortas. Isso é o fim de tudo, é isso.”

No momento em que cheguei a Nova Escócia,todas essas pessoas estavam mortas, e tudo que eu encontrei foram pessoas que se lembravam de outros, mais velhos, pessoas que falam gaélico, como Jim Macdonald. Quando eu perguntei se ele conhecia o idioma, ele apenas riu. “Posso dizer ciamar atha thu? – Como você está? – E é sóisso”, ele gargalhou. “Meus pais falavam gaélico entre si, mas para mim e meu irmão – nunca. Ambos se sentiram ridicularizados por seu mau Inglês e disseram que nunca iriam deixar isso aconteceria aos seus filhos.” (Eu pensei imediatamente em Ronan Hirrien que me disse que quando ele assumiu o Bretão, seu avô tinha ficado furioso, dizendo que a língua tinha trazido sua geração “nada além de dor”).

Nada pode parar a morte das línguas celtas como línguas da comunidade vivas? Eu acredito que não, exceto, talvez, no País de Gales, onde uma massa crítica de alto-falantes permanece em algumas partes, apesar de uma invasão de proprietários Inglês de segunda casa estar fazendo seu trabalho mortal, mesmo lá. Para o resto, eu não consigo ver um caminho. As pessoas que realmente habitam as peles dentro dessas línguas são, na maior parte antigas. Muitos são da crença de que suas línguas “irão para o chão com as pessoas mortas”, como John Macdonald disse certa vez.

Eram como três agricultores muito idosos que me deparei em um bar da vila na Bretanha, que conversavam em Bretão uns com os outros até que perceberam que eu, o estrangeiro, estava escutando. Imediatamente, eles mudaram para o francês, um me assegurando que “aimons Nous la Francaise aussi! – Nós amamos francês, também.” Eles não perceberam bem o quão triste eu achei a sua subserviência diante do altar da cultura francesa.

“O Último dos Celtas”, de Marcus Tanner é publicado pela Yale University Press, £ 20
COLUNAS NO MUNDO

País de Gales

1891: 910 mil falantes de uma população de 1,6 milhão

1921: 920 mil de 2.4m

1951: 714 mil de 2.4m

1971: 542 mil de 2.6m

Patagônia (País de Gales)

Não há números precisos, mas acredita-se que há cerca de 8.000 alto-falantes e em torno de Gaiman. A Assembléia galesa está incentivando um renascimento do galês e envio de professores para a área.

Bretanha(Bretão)

1886; 2m de 3m

1920: 1m de 3m

1960: 600.000 de 3m

2004: 268 mil de 2,9m (mais sobre 60)

Irlanda

1881: 924 mil de 5.1m

1926: 540.802 de 4.2m

1996: 71 mil fora de 3,9 milhões (números referem-se a alto-falantes regulares na República da Irlanda. Muitos mais reivindicam algum conhecimento da língua e também há muitos alunos na Irlanda do Norte..)

Cornualha

O Córnico morreu como língua falada no século 18. Algumas centenas de revivalistas afirmam falar isso agora.

Ilha de Man

Último falante nativo de Manx era Ned Maddrell, que morreu em 1971.Umas poucas centenas de alunos reviveram-lo.

Escócia

1881: 250.000 de 3.7m

1921: 150.000 de 4,8 m

1991: 65.958 fora de 5m

2004: 58 mil fora de 5m

Cape Breton (gaélico)

1880: 85.000 de 100.000

1920: 60.000 de 100.000

1961: 3700 de 100.000

2004: cerca de 500 dos 109 mil

Tradução Livre do artigo Original Twilight of the Celts: Throughout Europe, the centuries-old Celtic languages are dying out, buried beneath a linguistic form of globalisation. Marcus Tanner reports on a cultural tragedy.

* Trecho original: almost like being gay, na dúvida na tradução, optou-se pela tradução literal.

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Pequeno Guia muito introdutório para Historiadores Autodidatas

Posted in Etimogenealogia, Etnogenealogia on 26/03/2014 by Gustavo Augusto Bardo

Como Historiador Profissional, formado superiormente e com pesquisas inseridas em pesquisa metódica, me propus a esse pequeno guia visando a melhorar a qualidade da informação de interessados em história local, que se tornem “historiadores autodidatas” de suas cidades. É um guia muito simplório, então peço que busquem mais conhecimento, passarei uma breve fonte de referência introdutória a seguir, para começarem a ter uma visão mais aprofundada do que é realmente o trabalho do historiador, mas espero ao menos ajudá-los aqui a obter uma informação mais próxima da realidade!

Dicas de Análise Textual

  1. Desconfiem das adjetivações, tanto os elogios quanto as acusações podem, muito freqüentemente, remeter a preconceitos, discriminações, e hegemonias político-religiosas. Um método de Técnica de Filtro (há várias técnicas), que se pode usar, é remover todas as adjetivações positivas ou negativas, de um texto, e relê-lo novamente buscando entender seu nexo de eventos objetivos.
  2. Desconfiem das posições de destaque, pois quase sempre se referem a alguma política elitista e à hegemonia de algum grupo, para confirmar ou refutar isso, busquem ao outro grupo. Se façam a pergunta: Se Fulano representa a elite, quem será a oposição? E diante da busca dos opostos, será pela comparação de ambos os contextos que se aproximará da realidade, ou melhor, do panorama mais abrangente. Palavras exaltativas podem revelar opressão, nem sempre superação, e mesmo quando são superação, podem proceder de realidades muito mais tensas do que se observa com os olhos a primeira vista. O consenso de realidade, se faz com a média das observações de todos os grupos envolvidos, e de todas as tensões e soluções apresentadas nesse processo.

Dicas de Metodologias Sistemáticas

  1. História da Cultura Material e História do Cotidiano e da Vida Privada: muitas vezes um costume, uma superstição, uma tradição de família, uma crença particular de um dado grupo, um modo diferente de realizar uma tarefa, um modo tradicional de realizar determinado afazer, um modo específico de se socializar, ou um dado objeto usado, uma dada crença em torno de um dado alimento, um modo de se vestir, um modo de cumprimentar, um modo de casar ou de sepultar, um modo de abençoar aos que nascem, enfim, os costumes e os usos, podem ser trampolins para religiões, culturas ou etnias ancestrais, podem ser chaves para um passado que teve de se mascarar devido a perseguição e a preconceito, ou que foi sendo esquecido na sua essência, mediante a aculturação.  Ter atenção com essas coisas e fatos é essencial para encontrar as pistas que levam ao passado verdadeiro! É preciso olhar o presente como se fosse uma cena de crime, aonde cada dado do tempo atual pode ser uma peça de um quebra-cabeças que remete a descobertas surpreendentes!
  2. História Quantificada, como fazer uma Seriação Histórica simples e porque usá-la: as seriações são muito úteis em estudo Econômico ou Econometria Histórica, mas podem também ser úteis em Antropologia, para a obtenção de porcentagens de identidades culturais, ou como uma evidência de campo a mais. Para fazer uma seriação simples você vai precisar apenas de dois dados, um espacial e um temporal. O espacial pode remeter a tipologias de coisas de consumo ou de uso, sendo ideal você as definir por povos de procedência, e a temporal, pode ser medida em gerações de uma mesma família. Desse modo teremos a visão para cada tipo de objeto, da penetração ou resistência a determinada influência cultural. Pode se fazer isso para coisas, vestuários, objetos diversos, alimentos preferidos, comportamentos sociais, modismos diversos, e também para História do Imaginário, crença em determinadas criaturas fantásticas, crença em lendas, valores religiosos, envolvimentos a ideologias políticas, etc., e desse modo, família a família, se poderá ter melhor apreensão do quanto uma influência ancestral se preserva ou do quanto se abrem ao novo. Uma compreensão das gerações de maneira datada e um regresso a cada um desses contextos históricos, para saber o que se passava na cidade, no Estado, no país ou mundo a fora, poderão evidenciar se a mudança de costume é uma adoção de costume novo para aquele grupo, ou se ele resiste contra um panorama contrário, e assim destoando, pode evidenciar origens diferentes, ou a presença de um algo mais que não se vê, mas podia estar presente como ideia e sentimento.

Buscando em Fontes Referendadas

  • Prefiram a consulta em Arquivos Públicos, pois são em geral espaços científicos. Nem todo museu é científico, embora fosse o ideal, mas posso recomendar o Museu Histórico Abílio Barreto como um museu científico aonde talvez se possa obter informações de melhor abordagem. Muitos arquivos como o Arquivo Público Mineiro já tem parte da base de dados online. Outros arquivos que podem ser necessários são, para Minas Gerais, o Arquivo Público Municipal de Ouro Preto, o Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese de Mariana, o arquivo português da Torre do Tombo, o Arquivo Nacional Brasileiro, e também guarda documentos a Biblioteca Nacional Brasileira, além de vasta quantia de arquivos e museus específicos de cidades como São João del Rey, Sabará, Petrópolis, Salvador, etc., que pelos caminhos da administração do Brasil Colônia e do Brasil Império podem por vezes revelar a posse de documentos úteis. Sendo fundamental também se buscar nas cidades das quais procedem determinadas famílias, ou por onde passaram ou nas quais se casaram, sendo registros paroquiais, sempre que possíveis na opção religiosa das pessoas em estudo, muito úteis, inclusive para pistas sobre as famílias. Em casos mais arcaicos, há na Europa bases de dados de Genealogia mais confiáveis como a Geneall cujo único inconveniente é ter a maioria dos dados ao acesso meramente pago, então só recomendo seu uso quando o vínculo a famílias medievais for realmente comprovado e não fruto de exaltação especulatória. Alguns subsídios de famílias podem ser obtidos aqui mesmo em nosso blog, os que se referem a Resgate Identitário Celta. Outras bases de dados que podem ser úteis são as do Family Search ou os arquivos judaicos, ciganos, japoneses, chineses,  e referentes a diversas minorias imigrantes, que podem ser encontrados via Google ou em contato com centros pioneiros, grêmios imigrantes e associações e federações desses e de muitos outros povos.
  • No caso de recorrer-se a livros, não se esqueça de buscar referência em historiadores de Centros de Pesquisa, ou historiadores profissionais diversos, antes de se aventurar em leituras que possam também representar caminhos equivocados.

Bibliografia Essencial sobre Metodologia de Pesquisa Histórica

  • BLOCH, Marc. APOLOGIA DA HISTÓRIA. Rio de Janeiro: Jorge Zahar.
  • CARDOSO, Ciro Flamorion; BRIGNOLI, Héctor Pérez. OS MÉTODOS DA HISTÓRIA. Rio de Janeiro: Graal.
  • CARDOSO, Ciro Flamorion; VAINFAS, Ronaldo. OS DOMÍNIOS DA HISTÓRIA. Rrio de Janeiro: Campus.
  • LE GOFF, Jacques (org.). A HISTÓRIA NOVA. São Paulo: Martins Fontes.
  • LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre. HISTÓRIA: NOVAS ABORDAGENS. Rio de Janeiro: Francisco Alves.
  • LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre. HISTÓRIA: NOVOS OBJETOS. Rio de Janeiro: Francisco Alves.
  • LE GOFF, Jacques; NORA, Pierre. HISTÓRIA: NOVOS PROBLEMAS. Rio de Janeiro: Francisco Alves.
  • MATTOSO, José. A ESCRITA DA HISTÓRIA. Portugal/Lisboa: Estampa.
  • VOVELLE, Michel. IMAGENS E IMAGINAÇÃO NA HISTÓRIA. São Paulo: Ática.

Boas pesquisas!

Introdução ao Irlandês: Lição 32: Na taberna

Posted in Curso de Irlandês, Idiomas on 09/01/2014 by Briogáledon

Os bares, pubs, as tabernas… são lugares muito importantes na vida social irlandesa. A palavra irlandesa (celta gaélica) é teach tábhairne (lit., casa taberna) ou teach ósta, mas está muito difundido também o uso da palavra inglesa (anglo-germânica) pub: para dizer que alguém está “no pub”, é fácil ouvir a expressão sa phub.

O costume de convidar a uma roda de bebidas a outras pessoas no pub está muito arraigada apesar de gerações de condenações por parte de clérigos e médicos. As bebidas tradicionais neste país são a cerveja e o whiskey. Preste atenção que em inglês se distingue o whisky escocês do whiskey irlandês (repare na letra E entre o K e o Y). Certamente também se diferenciam no processo de elaboração (na Irlanda se destila três vezes, uma a mais que na  Escócia) e, por consequência, no paladar.

Os nomes das bebidas mais populares são:

  • beoir: cerveja.
  • leann dubh: stout (cerveja preta).
  • pórtar: porter, stout (cerveja preta).
  • uisce beatha: whiskey.
  • fíon: vinho.
  • branda: brandy (conhaque).

A cerveja preta chamada stout foi elaborada pela primeira vez na Irlanda por Arthur Guinness no século XVIII (os irlandeses salvaram a civilização, sem duvida! haha :P ). As duas palavras irlandesas que se utilizam para nomeá-la têm diferente origens: leann é uma palavra antiga irlandesa para dizer ‘cerveja’, enquanto que pórtar, mais frequente, procede da antiga palavra inglesa porter.
Uisce beatha significa literalmente ‘água de vida’ e está baseada no latim (acqua vitae). A palavra inglesa whisk(e)y foi tomada do irlandês uisce no século XV. O paradoxo é que uisce significa água. Mas como podem os ingleses confundirem whiskey e água?!

Uma forma comum de oferecer uma bebida é perguntar “tomará uma bebida?”. Em irlandês se deve utilizar a forma possessiva do verbo (+ ag…) e o futuro (beidh, no lugar de ).

  • Tá deoch agam cheana. (Tenho uma bebida já).
  • An mbeidh deoch agat? (Tomará uma bebida?).
  • Beidh. (Sim).
  • Ní beidh. (Não),

Também podemos usar as interrogativas cad? ou céard?, que significam “qual?”:

  • Cad a bheidh agat? (Qual tomará?).
  • Céard a bheidh agat? (Qual tomará?).
  • Beidh pionta agam. (Tomarei um quartilho).

Quando falamos de bebidas, podemos encontrar-nos com os seguintes recipientes (acondicionamentos):

  • buidéal: uma garrafa.
  • gloine: um copo
  • pionta: um quartilho *.
  • leathghloine **: meio copo.
  • leathphionta: meio quartilho.

* Um quartilho é uma fração do galão imperial, uma unidade inglesa de volume que consta de 8 quartilhos. Cada quartilho equivale a 0,461211 litros aproximadamente.

** Preste atenção que leath- (meio/a) é um prefixo da palavra à qual se refere e que causa lenição (atenção, nem todas as consonantes iniciais sofrem lenição):

  • gloine (um copo). >>> leathghloine (meio-copo).
  • (um dia). >>> leathlá (meio-dia).

 

Tradução Livre do Curso de Irlandês Innisfree em Espanhol.

Pequeno Glossário de Conceitos e Definições para Não-Celtas

Posted in Etimogenealogia, Lingüística Histórica on 06/01/2014 by Briogáledon

Tempo e Organização Social

No intuito de oferecer subsídios à melhor compreensão de sites, blogs, páginas em redes sociais, grupos, e comunidades, referentes a Cultura Celta e de povos afins, segue aqui este Pequeno Glossário de Conceitos e Definições para Não-Celtas:

  • Clã : “Um clã é um grupo de pessoas unidas por laços de parentesco e descendência real ou percebida. Mesmo que detalhes da linhagem sejam desconhecidos, os membros do clã podem ser organizadas em torno de um membro fundador ou ancestral maior. Os títulos baseados em parentesco podem ser simbólicos, quando o clã compartilha uma ancestral comum “estipulado” , esse se torna um símbolo da unidade do clã. Quando este “antepassado” é não-humano, então é conhecido como um totem, que muito frequentemente se trata de um animal. Clãs podem ser mais facilmente descritos como tribos ou sub-grupos de tribos. A palavra é derivada do ‘clann’ que significa ‘família’ nas línguagens Celtas Gaélicas Irlandesa e Escocesa.” (Fonte: English Wikipédia, traduzida)
  • Fratria : “Subdivisão da tribo. Reunião de vários clãs, nas sociedades de tipo muito arcaico, frequentemente de caráter totêmico.” (Fonte: Dicio)
  • Haplogrupo : “Na evolução molecular, um haplogrupo (do grego: ἁπλούς, haploûs “, singular, único e simples”) é um grupo de haplótipos semelhantes que compartilham um ancestral comum com a mesma mutação de polimorfismo de nucleotídeo único (SNP) em todos os haplótipos. Porque um haplogrupo consiste de haplótipos semelhantes, é possível prever um haplogrupo de haplótipos. Um teste SNP confirma um haplogrupo. Haplogrupos são atribuídos mediante as letras do alfabeto, e seus refinamentos consistem de números e letras para combinações adicionais.” (Fonte: English Wikipédia, traduzida)
  • Idade do Bronze : A Idade do Bronze é um período caracterizado pelo uso do cobre e sua liga de bronze e da proto-escrita, e outras características da civilização urbana. A Idade do Bronze é o segundo período diretor de três Idades do sistema de Pedra-Bronze-Ferro, que foi proposto nos tempos modernos (no Iluminismo) por Christian Jürgensen Thomsen ( 29 de Dezembro de 1788 – 21 de Maio de 1865), para classificar e estudar as sociedades antigas.” (Fonte: English Wikipédia, traduzida)
  • Idade do Ferro : A Idade do Ferro é o período que ocorre geralmente após a Idade do Bronze, marcado pelo uso predominante de ferro. O período inicial da idade é caracterizada pelo uso generalizado de ferro ou aço. A adoção de tal material coincidiu com outras mudanças na sociedade, incluindo diferentes práticas agrícolas, crenças religiosas e estilos artísticos. A Idade do Ferro como um termo arqueológico indica a condição de civilização e cultura de um povo, utilizando o ferro como o material para suas ferramentas de corte e armas. A Idade do Ferro é o terceiro período diretor do sistema de três Idades criado por Christian Thomsen (1788-1865) para a classificação de sociedades antigas e fases pré-históricas de progresso.” (Fonte: English Wikipédia, traduzida)
  • Mesolítico : “Mesolítico ( 10.000 A.C a 5.000 A.C ) é o termo empregue para denominar o período da pré-história que serve de transição entre o Paleolítico e o Neolítico, e presente (ou pelo menos, com duração razoável) apenas em algumas regiões do mundo onde não houve transição direta entre esses dois períodos. Significa Idade Média da Pedra (do grego μεσος, mesos =médio; e λίθος, líthos =pedra) por contraposição ao Paleolítico (Idade Antiga da Pedra) e ao Neolítico (Idade Nova da Pedra), identificando-se com as últimas sociedades de caçadores-coletores(Fonte: Wikipédia)
  • Neolítico : “Etimologicamente, neolítico significa pedra nova (neo = novo + litos = pedra), designação que se deve ao facto do homem, no período designado por neolítico (cerca de 10.000 a.C. até 3.000 a.C.), já usar instrumentos de pedra polída. Apesar deste significado da palavra, o que melhor caracteriza o período neolítico é a passagem do nomadismo (principal característica do Paleolítico) ao sendentarismo e consequente formação de pequenos povoados. As mudanças climáticas que se registaram no final do Paleolítico levaram a que os Homens, gradualmente, cultivassem a terra e domesticassem os animais. Consequentemente aperfeiçoaram os artefactos de pedra e inventaram novos utensílios e técnicas (cerâmica, tecelagem, cestaria, moagem, arado e roda). Já no final do Neolítico desenvolve-se também a metalurgia, dando origem à idade dos metais”  (Fonte: Nota Positiva)
  • Paleolítico: “Paleolítico (παλαιός, palaiós=”antigo”, λίθος, lithos=”pedra”, “pedra antiga”) ou Idade da Pedra Lascada, refere-se ao período da pré-história que vai de cerca de 2,5 milhões a.C., quando os antepassados do homem começaram a produzir os primeiros artefatos em pedra lascada, destacando-se de todos os outros animais, até cerca de 10000 a.C., quando houve a chamada Revolução Neolítica, em que a agricultura passou a ser cultivada, tornando o homem não mais dependente apenas da coleta e caça. Neste período os humanos eram essencialmente nômades caçadores-coletores, tendo que se deslocar constantemente em busca de alimentos. Desenvolveram os primeiros instrumentos de caça feitos em madeira, osso ou pedra lascada. Este longo período histórico subdivide-se em Paleolítico Inferior (até há aproximadamente 300 mil anos) e Paleolítico Superior (até 10 mil a.C.). Há certa discordância entre estudiosos quanto a essa divisão, sendo que alguns intercalam um Paleolítico Médio entre o inferior e o superior. O Paleolítico coincide com o final da época geológica Pleistocena do período geológico Neogeno.(Fonte: Wikipédia)
  • Pagã / Pagão : “Paganismo (do latim paganus, que significa “camponês”, “rústico”) é um termo geral, normalmente usado para se referir a tradições religiosas politeístas.” (…) “A palavra pagão provém do latim paganus, cujo significado é o de uma pessoa que viveu numa aldeia, num dado país, um rústico. O uso mais comum da palavra no latim clássico era utilizado para designar um civil, alguém que não era um soldado” (Fonte: Wikipédia).
  • Tribo : “Tribo (do latim tribu) é o nome que se dá a cada uma das divisões dos povos antigos, possuindo um território e com algum tipo de comando, possuindo em comum a mesma ancestralidade.” (Fonte: Wikipédia).

 

Introdução ao Irlandês: Lição 31: Eu estava / Eu estarei

Posted in Curso de Irlandês on 25/12/2013 by Briogáledon

Curso de Irlandês: Lição 31 (Eu estava / Eu estarei)

O passado do verbo SER/ESTAR (cujo presente estamos vendo continuamente) é bhí. Se pronuncia (fricativo e suave como no português).

  • Bhí mé in Éirinn (ví méi in érin) = Eu estava na Irlanda.
  • Bhí Seán anseo inné (ví shón anshó in-yé) = João estava aqui ontem.
  • Bhí sé dorcha (ví shéi dôrra) = Estava escuro.

A negação de bhí é ní raibh:

  • Ní raibh Conor ansin (ní rev Conor anshín) = Conor não estava aí.
  • Ní raibh Andrea i Meicsiceo = Andrea não estava no México.

A forma interrogativa do passado é an raibh:

  • An raibh Eithne i mBaile Átha Cliath? (Estava Eithne em Dublin?). [an rev Etna a malha arra clía?]
  • An raibh sé dorcha? (Estava escuro?)

A resposta a uma pergunta com an raibh é:

  • Bhí. (Sim).
  • Ní raibh. (Não).

E a interrogativa negativa é nach raibh:

  • Nach raibh sé fuar ansin? (Não estava/fazia frio aí?)

O FUTURO é beidh. Atenção, se pronuncia bi diante de um pronome e bei em outros casos.

  •     Beidh mé ansin inniu. (Eu estarei aí hoje).[bi méi anshín in-yú].
  •     Beidh Teamhair anseo. (Tara estará aqui). [bei taor anshó].

A forma negativa do futuro é ní bheidh:

  •     Ní bheidh Máire anseo. (Maria não estará aqui). [ni vei móra anshó].

A forma interrogativa do futuro é an mbeidh:

  •     An mbeidh tú anseo amárach? (Estará tu/você aqui amanhã?). [an mi tú anshá amárarr?].

A resposta a uma pergunta com an mbeidh pode ser:

  •     Beidh. (Sim).
  •     Ní beidh. (Não).

A forma interrogativa negativa é nach mbeidh:

  •     Nach mbeidh sé dorcha? (Não estará escuro?) [narr mi séi dôrra?].

Para guardar:

Verbo bí Presente Passado Futuro
bhí beidh
negativo níl ní raibh ní bheidh
interrogativo an bhfuil? an raibh? an mbeidh?
interrog. negat. nach bhfuil? nach raibh? nach mbeidh?
Tradução Livre do Curso de Irlandês Innisfree em Espanhol.

Briogáledon responde!

Posted in Acervo Literário, Cultura e História, Lingüística Histórica on 20/08/2013 by Briogáledon

* Após recebermos críticas por usarmos a grafia GALLAECIA numa arte gráfica e a grafia GALÍCIA (no Brasil a norma gramatical usa Galícia e Galízia, não escrevemos Galiza aqui como não escrevemos Suomen Tasavalta pra Finlândia 🙂 falamos português brasileiro, não galego. MAS CURIOSAMENTE NENHUM GALEGO VEIO NOS CRITICAR 🙂 faça-se a devida nota… então resolvemos postar esse resumo lingüístico…

kalaikoiclique na imagem para ampliá-la

Coloque em TELA CHEIA para ler melhor todos os textos okay 😀

(Talvez seja recomendável, que QUEM QUEIRA mudar a ordem cronológica, saia do armário, e vá jogar RPG!)

Quem quiser pesquisar, COMECE por aqui Callaica_Nomina

* AVISO: NOSSA RESPOSTA NA “DIPLOMACIA IRLANDESA” poderá ser curta e grossa pois temos que cuidar de pomar, cães, reformar nosso espaço físico para termos seminários, simpósios,  fóruns junto a outros povos tradicionais, pois somos uma comunidade real, presencial, cara a cara, e não fazemos APENAS ativismo de poltrona 🙂 temos inúmeras atividades sociais externas às redes sociais…

Introdução ao Irlandês: Anexos -Pequeno Glossário

Posted in Curso de Irlandês on 18/08/2013 by Briogáledon

Aqui um pequeno Glossário Português-Irlandês.

[Legenda: adj: adjetivo; adv.: advérbio; art.: artigo; conj.: conjunção; dat.: dativo; gen.: genitivo; n: nome (o número indica la declinação); m: masculino; f: feminino; pl.: plural; prep.: preposição; pron.: pronome; s.: singular; v.: verbo].

  • a: do (prep). (pron. preposicionais: dom, duit, dó, dí, dúinn, daoibh, dóibh).
  • a: go (prep. direção).
  • a: an (art. definido). (pl. e gen.: na).
  • abaixo: anuas (adv.) (referido ao tempo, alude ao passado).
  • abraço: barróg (nf2). (pl. barrógaí).
  • acerca de: faoi (prep.). (pron. preposicional: fúm, fút, faoi, fúithi, fúinn, fúibh, fúthu).
  • adeus: slán (nm1). (pl.: -a). Slán leat (al que se va). Slán agat (al que se queda).
  • advogado: dlíodor (nm3).
  • agora: anois (adv.).
  • agricultor: feirmeoir (nm3).
  • aí: ansin, ann (adv.).
  • ainda: fós (adv.).
  • amigo/a: cara (nm). (pl.: cairde; gen.s. e pl.: carad).
  • ano: bliain (nf3). (pl.: blianta, com números: bliana).
  • apartamento: árasán (nm1).
  • aqui: anseo (adv.).
  • assuntos: cúrsaí (nm4).
  • até: go (prep.).
  • avó: seanmháthair (nf). (pl.: seanmháithreacha; gen.s.: seanmháthar).
  • avô: seanathair (nm). (pl.: seanaithreacha; gen.s.: seanathar).
  • bendição, bênção: beannacht (nf3). (pl.: -aí).
  • beijo: póg (nf2). (pl. póganna).
  • bem: go maith (frase adverbial).
  • benvinda: fáilte (nf4).
  • bicicleta: rothar (nm1)
  • bêbado: ar meisce.
  • bebedeira, farra, embriaguez: meisce (nf4).
  • boa noite: oíche mhaith.
  • bom: deas (adj.).
  • bom dia: Dia dhuit. Dia’s Muire dhuit (como respuesta).
  • cadeira: cathaoir (nf). (gen.s.:-each; pl.: -eacha).
  • canção: amhrán (nm1).
  • cantante, cantor/a: amhránaí (nm4).
  • carpinteiro: siúinéir (nm3).
  • carro: carr (nm1). (pl. –anna).
  • casa: teach (nm). (pl. tithe; gen.s.: tí; dat.s.: tigh).
  • casado: pósta (adj.).
  • chapéu: hata (nm4).
  • cidade: cathair (nf). (gen.s.: cathrach; pl.: cathracha).
  • classe: rang (nm3). (pl.: ranganna).
  • colher, concha: spúnóg (nf2). (pl. –a).
  • comerciante: siopadóir (nm3).
  • como (como?): conas. (pron. interrog.).
  • como: mar (prep.).
  • com: le (prep.). (pron. preposicionais: liom, leat, leis, léi, linn, libh, leo).
  • conhecimento: eolas (nm1), fios (nm3).
  • consolo: sólás (nm1).
  • dar: tabhair (v.).
  • de: as (para indicar procedência). (prep.).
  • debaixo: faoi (prep.). (pron. preposicional: fúm, fút, faoi, fúithi, fúinn, fúibh, fúthu).
  • dia: lá (nm). (pl.: laethanta; gen.s.: lae).
  • diferente: difriúil (adj.).
  • difícil: deacair (adj.).
  • dificultade: deacair (nf).
  • deus, Deus: dia, Dia (nm). (gen.s.: dé; pl.: déithe).
  • deusa, Deusa: bandia (n.f) (gens.s.:bandia; pl.:bandéithe)
  • direção: seoladh (nm). (pl.: seoltaí; gen.s.: seolta).
  • e: agus (conj.).
  • espectadores: lucht féachana.
  • ele: sé (pron.). (é, como complemento directo). seisean (pron. personal enfático). (eisean, como complemento directo).
  • ela: sí (pron.). í (como complemento). sise (pron. personal enfático). (ise, como complemento directo).
  • eles: siad (pron.). iad (como complemento). siadsan (pron. personal enfático). (iadsan, como complemento directo).
  • em: ag (prep.). (complemento para ‘tener’).
  • em: i (prep. de lugar). (delante de vocal, in). (pron. preposicionales: ionam, ionat, ann, inti, ionainn, ionnaibh, iontu).
  • em: ar (prep.) (Pronombres preposicionales: orm, ort, air, uirthi, orainn, oraibh, orthu).
  • encima: os cionn (prep.) (por encima de, más que… + Gen.).
  • enquanto: tamall (nm1).
  • entender: tuig (v.).
  • entrar: tar isteach (v.).
  • escola: scoil (nf2) (pl.: -eanna).
  • esposa: bean chéile.
  • esposo: fear céile.
  • estar: bí (presente: tá; neg.: níl; interrog.: an bhfuil?).
  • estudante: mac léinn.
  • eu: mé (pron.). mise (forma enfática).
  • família: teaghlach (nm1); líon ti (nm1) (pl.: -ta).
  • felicidades: comhghairdeas (nm1).
  • feliz: sona (adj.).
  • festival: féile (nf4). (pl.: féilte).
  • festa: féile (nf4). (pl.: féilte).
  • filha: iníon (nf2). (pl.: -acha).
  • filho: mac (nm1); leanbh (nm1) (pl.: leanaí); páiste (nm4).
  • filhos: clann (nf2). (depois do número, pl.: clainn).
  • folheto, panfleto: bileog (nf2).
  • forma: slí (nf4). (pl.: slite).
  • frio: fuar (adj.).
  • garota, menina: cailín (nm4).
  • garoto, menino: buachaill (nm3).
  • gato: cat (nm1).
  • grande: mór (adj. comparativo).
  • granja, fazenda: feirm (nf2). (pl.: -eacha).
  • habitação: seomra (nm4).
  • habitação, moradia, vivenda: cónaí (nm). (gen.s. e pl.: cónaithe)
  • historiador: staraí (nm4).
  • homem: fear (nm1). (pl.: fir; gen: fir).
  • hoje: inniu (adv.).
  • idade: aois (nf2). (pl. –eanna). (d’aois: de idade).
  • idioma: teanga (nf4). (pl.: -cha).
  • informação: eolas (nm1).
  • interessante: suimiúil (adj.).
  • Irlanda: Éire (nf). (dat.s.: Éirinn; gen.s.: Éireann).
  • irlandês: Éireannach (adj., gentílico). Gaeilge (língua irlandesa) (nf4). as Gaeilge: em irlandês.
  • irmã: deirfiúr (nf). (pl.: -acha; gen.s.: deirféar).
  • irmão: deartháir (nm). (pl.: -eacha; gen.s.: dearthár).
  • isso: ea (pron. neutro).
  • isto: sin (pron., adj., adv.).
  • janela: fuinneog (nf2).
  • jovem: óg (adj.). (nm1) (pl.: -a).
  • juventude: ógra (nm4).
  • lei: dlí (nm4). (pl.: -the).
  • língua, idioma: teanga (nf4). (pl.: -cha).
  • livro: leabhar (nm1). (pl. leabhair).
  • longo/a: fada (adj.).
  • luz: solas (nm1). (pl.: soilse).
  • mãe: máthair (nf). (pl. e gen.: máthar).
  • marido: fear céile.
  • mas: ach (conj.).
  • médico: dochtúir (nm3).
  • melhor: fearr.
  • mesa: bord (nm1).
  • mestre, maestro/a: múinteoir (nm3). (pl.: -í).
  • meu: mo (adj. posesivo).
  • mesmo: féin. (tú féin: tu mesmo, você mesmo).
  • morto: marbh (adj.).
  • mulher: bean (nf). (pl. e gen.s.: mná; gen.pl.: ban).
  • muito: an- (prefixo).
  • muito obrigado, obrigado, agradecido: go raibh maith agat (a ti).
  • Natal: Nollaig (nf). (pl.: -í; gen.s.: Nollag). Nollaig Shona: Feliz Natal.
  • neta: gariníon (nf2). (pl.: -acha).
  • neto: garmhac (nm1).
  • noite: oíche (nf4). (pl.: -anta).
  • nome: ainm (nf4). (pl. –neacha).
  • nós, nós outros/as, “a gente” (Brasil): muid (pron.). sinne (pron. personal enfático).
  • nova/o: nua (adj.).
  • novamente: arís (adv.).
  • número: uimhir (nf). (pl.: uimhreacha; gen.s.: uimhreach).
  • o: an (art. definido). (pl. e gen.: na).
  • ocupação: slí bheatha.
  • oficina: oifig (nf2).
  • olá: Dia dhuit. Dia’s Muire dhuit (como resposta).
  • ônibus, no Brasil): bus (nm4). (pl. –anna).
  • pai: athair (nm) (pl. aithreacha, gen.s. athar). (genericamente): muintir (nf2) (pl.: -eacha); tuismitheoir (nm3) (pl.: -í).
  • página: leathanach (nm1). (pl. leathanaigh).
  • país: tír (nf2). (pl.: tíortha).
  • par: cúpla (nm4).
  • pequena/o: beag (adj.).
  • periódico: nuachtán (nm1).
  • pessoa: duine (nm4). (pl. daoine).
  • pé: cos (nf2). (dat.s.: cois).
  • polchete: póca (nm4).
  • polícia: garda (nm4). (pl.: gardaí). Garda Síochána: Policía da República da Irlanda.
  • por favor: le do thoil.
  • preparado: réidh (adj.).
  • próprio: féin (con adj. posesivo y nombre).
  • primo: col ceathar (nm1).
  • professor/a: múinteoir (nm3). (pl.: -í).
  • programa: clár (nm1). (pl. cláir ou cláracha).
  • quartilho: pionta (nm4).
  • quê, qual: cad, cé (pron. interrogativo). (Cén: contração cé+an: qual…?).
  • quem: cé (pron. interrogativo).
  • razão: ceart (nm1). (pl. –a).
  • relógio: clog (nm1).
  • residência: cónaí (nm). (gen.s. y pl.: cónaithe).
  • rua: sráid (nf2). (pl.: -eanna).
  • rugby: rugbaí (nm4).
  • saúde!: sláinte! (nf4).
  • santo: naomh (nm1).
  • secretária/o: rúnaí (nm4). (pl. rúnaithe).
  • secreto, segredo: rún (nm1).
  • semana: seachtain (nf2). (pl.: -í; pl. com números: -e).
  • sentar-se: suigh (v.). Siugh síos: senta-se.
  • ser: bí (para valores temporais) (presente: tá; neg.: níl; interrog.: an bhfuil?) / is (para valores permanentes) (neg.: ní; interrog.: an?).
  • sobrinha: neacht (nf3).
  • sobrinho: nia (nm4). (pl.: -nna).
  • sol: grian (nf2). (pl.: -ta; gen.s.: gréine; dat.s.: gréin).
  • sorte: ádh (nm1).
  • sua: a (de él, de ella o de ellos). (adj. possessivo).
  • também: freisin (adv.).
  • telefone: teileafón (nm1). (gen.s.: teileafóin). telefono móvel, celular: fón póca (nm1).
  • tempo: aimsir (nf2).
  • tenda: siopa (nm4).
  • ter: tá… ag… (v.). (não existe a noção de propriedade, lembre-se, se diz que “a coisa está em”)
  • terra: tír (nf2). (pl.: tíortha).
  • tia: aintín (nf4).
  • tio: uncail (nm4).
  • trevo: seamróg (nf2).
  • teu: do (adj. posesivo).
  • tu, você: tú (pron.). tusa (forma enfática).
  • vaca: bó (nf). (pl.: ba; gen.s e pl.: bó).
  • velha/o: sean (adj.). (También como prefijo: sean-).
  • vida: beatha (nf4).
  • viver em: tá… i (mo) c(h)ónaí i …. (v.).
  • vocês, vós, vós outros: sibh (pron.). sibhse (pron. personal enfático).
  • voluntário: óglach (soldado) (nm1).
  • vontade: toil (nf3).

Tradução Livre do Curso de Irlandês Innisfree em Espanhol.

Introdução ao Irlandês: Anexos – Nomes de Países

Posted in Curso de Irlandês on 16/08/2013 by Briogáledon

Por curiosidade, caso deseje saber como se escreve em irlandês o nome de um dado país ou simplesmente para poder acompanhar melhor a outros aprendizados deste idioma, aqui você tem uma lista graças à Vicipéid (a wikipedia em gaélico irlandés):

.
Afganistão – An Afganastáin
o Kabul – Cabúl
Albânia – An Albáin
Alemanha – An Ghearmáin
o Berlín – Beirlín
Andorra – Andóra
Angola – Angóla
Arábia Saudita – An Araib Shádach
Aragão (País Autônomo, no Reino da Espanha) – An Aragóin
Argélia – An Ailgéir
Argentina – An Airgintín
Armênia – An Airméin
Austrália – An Astráil
Áustria – An Ostair
ou Viena – Vín
Azerbaijão – An Asarbaiseáin / Azerbaydzhan
Bahamas – Na Bahámaí
Bahrein – Bairéin
Bangladesh – An Bhangladéis
Barbados – Barbadós
Bielorrússia – Bealarúisis
ou Minsk – Minsc
Bélgica – An Bheilg
ou Antuérpia – Antuairp
ou Bruxelas – An Bhruiséil
Belize – An Bheilís
Bolívia – An Bholaiv
ou La Paz – An Pás
Bósnia – An Bhoisnia
Bósnia-Herzegóvina – An Bhoisnia Heirseagaivéin
ou Sarajevo – Sairéavó
Botswana – An Bhotsuáin
Brasil – An Bhrasaíl
Bretanha/Breizh  (País Celta Autônomo, na França) – An Bhriotáin
Brunei – Brúiné
Bulgária– An Bhulgáir
o Sofía – Sóifia
Burkina Fasso – Buircíne Fasó
Burundi – An Bhurúin
Cabo Verde – Rinn Verde
Camboja – An Chambóid
Camarões – Camarún
Canadá – Ceanada
ou Terranova – Talamh an Éisc
ou Nova Scócia – Alba Nua
Castilla (Castela, área histórica Visigótica da Coroa da Espanha, Reino de Castela): Caistíl.
Catalunha/Catalunya: An Chatalóin.
Chade – Sead
Chile – An tSile
ou Santiago – Saintiagó
China – An tSín
ou Beijing (Pequim) – Béising / Péicing
Colômbia – An Cholóim
Congo – An Congó
ou Kinshasa – Cinseasa
Coréia – An Chóiré
Coréia do Norte – An Chóiré Thuaidh
Coréia do Sul – An Chóiré Theas
Cornualha/Kérnow  (Nação Celta, Ducado reivindicando Autonomia, no Reino Unido) – Corn na Breataine
Costa de Marfim – An Cósta Eabhair
Croácia – An Chróit
ou Zagreb – Ságrab
Cuba – Cúba
República Tcheca – Poblacht na Seice
ou Praga – Prág
Chipre – An Chipir
Dinamarca – An Danmhairg
ou Copenhague – Cóbanhávan
Equador – Eacuadór
ou Quito – Caíteo
El Salvador – An tSalvadóir
Emirados Árabes Unidos – Aontas na nÉimíríochtaí Arabacha
Egito – An Éigipt
ou Alexandria -Cathair Alasezir / Cathair Alastair
ou Cairo – Caireo
ou Lúxor – Lucsar
ou Suez – Suais
Eritréia – An Eiritré
Escócia/Alba  (País Celta Autônomo, no Reino Unido) – Albain
ou Aberdeen – Obar Deathain
ou Edimburgo – Dún Éideann
ou Glasgow – Glaschú
ou Inverness – Inbhear Nis
Eslováquia – An tSlóvaic
ou Bratislava – An Bhratasláiv
Eslovênia – An tSlóivéin
ou Ljubljana – Liúibleána
Espanha – An Spáinn
ou Madri – Maidrid
Estados Unidos da América (E.U.A., U.S.A.) – Stáit Aontaithe Mheiriceá (S.A.M.)
ou Alaska – Alasca
ou Califórnia – Caileafóirnia
ou Sacramento – An tSacramento
ou Hawaii – Habháí / Haváí
ou Massachusetts – Massachusetts
ou Boston – Bostún
ou Novo México – Nua-Mheicsiceo
ou Nova Iorque/New York – Nua-Eabhrac
ou Carolina do Norte/North Carolina – Carolina Thuaidh
ou Dakota do Norte/North Dakota – Dakota Thuaidh
ou Pensilvânia/Pennsylvania – Pennsylvania
ou Filadélfia/Philadelphia – Filideilfia
ou Rhode Island – Oileán Rhode
ou Carolina do Sul/South Carolina – Carolina Theas
ou Dakota do Sul/South Dakota – Dakota Theas
ou Tennessee – Tennessee
ou Memphis – Meimfís
ou West Virginia – Virginia Thiar
Estônia – An Eastóin
Etiópia – An Aetóip
ou Addis Abeba – Adas Ababa
Fiji – Fidsí
Filipinas – Na hOileáin Fhilipíneacha
ou Manila – Mainile
Finlândia – An Fhionlainn
ou Helsinki – Heilsincí
França – An Fhrainc
ou Île-de-France – Île-de-France
ou Paris – Páras
Gabão – An Ghabúin
Gales (País Celta Autônomo, no Reino Unido) – An Bhreatain Bheag (lit. Pequeña Bretaña)
ou Cardiff – Caerdydd
Galícia/Galiza (País Celta Autônomo, no Reino da Espanha) – An Ghailís
Gâmbia – An Ghaimbia
Geórgia – An tSeoirsia
Gana – Gána
Gibraltar – Giobráltar
Grécia – An Ghréig
ou Atenas – An Aithin
ou Pireu – Piréas
Granada – Grenada
Groenlândia – An Ghraonlainn
Guatemala – Guatamala
Guiné – An Ghuine
Guiné-Bissau – Guine Bhissau
Guiné Ecuatorial – An Ghuine Mheánchiorclach / An Ghuine Mheánchriosach
Guiana – An Ghuáin
Haiti – Háití
Holanda/Países Baixos/Nederlândia (na verdade falamos errado em português, pois a Holanda é só uma parte dos Países Baixos, o correto seria falarmos Nederlândia ou Países Baixos)- An Ísiltír
ou Amsterdam – Amstardam
ou Haya – An Háig
Honduras – Hondúras
Hungria – An Ungáir
ou Budapeste – Búdaipeist
Islândia – An Íoslainn
ou Reykjavik – Réicivíc
Índia – An Ind
ou Bhopal – Bópal
ou Delhi – Deilí
ou Calcutá – Calcúta
ou Nova Délhi – Nua-Deilí
Indonésia – An Indinéis
ou Jakarta – Iacárta
Inglaterra – Sasana
ou Bristol – Briostó
ou Liverpool – Learpholl
ou Londres – Londain
ou Manchester – Manchain
ou Newcastle – An Caisleán Nua
ou York – Eabhrac
Ilha de Man (País Celta Autônomo, no Reino Unido) – Oileán Mhanann
Israel – Iosrael
ou Jerusalém – Iarúsailéim
Irán/Irão (em Portugal) – An Iaráin
Iraque – An Iaráic
ou Bagdá – Bagdad
Irlanda (País Celta Independente) – Éire
Irlanda do Norte (País Celta Autônomo, no Reino Unido) – Tuaisceart Éireann
Ilhas Feroe – Oileáin Fharó
Itália – An Iodáil
ou Florença – Flórans
ou Milão – Milano
ou Pompéia – Poimpé
ou Roma – An Róimh
ou Veneza – An Veinéis
Jamaica – Iamáice
Japão – An tSeapáin
ou Kyoto – Kiótó
ou Tokyo – Tóiceo
Jordânia – An Iordáin
Kênia/Quênia – An Chéinia
Kosovo – An Chosaiv
Kuwait – Cuáit
Laos – Laos
Letônia – An Laitvia
ou Riga – Ríge
Líbano – An Liobáin
ou Beirute – Béiriút
Lesoto – Leosóta
Libéria – An Libéir
Líbia – An Libia
ou Trípoli – Tripilí
Liechtenstein – Lichtinstéin
ou Vaduz – Vadús
Lituânia – An Liotuáin
Luxemburgo – Lucsamburg
Macedônia – An Mhacadóin
ou Skopje – Scóipé
Madagascar – Madagascar
Malawi – An Mhaláiv
Malásia – Malaeisia
Maldivas – Oileáin Mhaildíve
Mali – Mailí
Malta – Málta
ou Valeta – Vaileite
Marrocos – Maracó
Maurício (Ilhas Maurício) – Oileán Mhuirís
Mauritânia – An Mháratáin
México – Meicsiceo
ou Cidade do México, México D.F. – Cathair Mheicsiceo
Micronésia – An Mhicrinéis
Moldávia – An Mholdóiv
Mônaco – Monacó
Mongólia – An Mhongóil
ou Ulaanbaatar – Ulánbátar
Montenegro – Montainéagró
Moçambique – Mósaimbíc
Myanmar – Maenmar
Namíbia – An Namaib
Nepal – Neipeal
Nicaragua – Nicearagua
Níger – An Nígir
Nigéria – An Nigéir
Noruega – An Iorua
ou Oslo – Osló
Nova Zelândia – An Nua-Shéalainn
Omán – Oman
País Basco/Euskadi (País Basco Autônomo, no Reino da Espanha): An Tír Bhascach.
Paquistão – An Phacastáin
Palestina – An Phalaistín
Panamá – Panama
Paraguai – Paragua
ou Asunción – Asúinseon
Peru – Peiriú
ou Lima – Líoma
Polônia – An Pholainn
ou Varsóvia – Vársá
Portugal – An Phortaingéil
ou Lisboa – Liospóin
Qatar – Catar
Reino Unido da Gran Bretanha e Irlanda do Norte – Ríocht Aontaithe na Breataine Móire agus Thuaisceart Éireann
República Centroafricana – Poblacht na hAfraice Láir
República Dominicana – An Phoblacht Dhoiminiceach
República da Irlanda (País Celta Independente) – Poblacht na hÉireann
Romênia – An Rómáin
ou Bucareste – Búcairist
Rússia – An Rúis
ou Moscou – Moscó
ou São Petersburgo – Cathair Pheadair
Ruanda – Ruanda
Sáara Ocidental – An Sahára Thiar
San Marino – San Mairíne
Senegal – An tSeineagáil
ou Dakar – Dacár
Sérvia – An tSeirbia
ou Belgrado – Béalgrád
Seychelles/Ilhas Seychelles – Na Séiséil
Serra Leoa – Siarra Leon
Singapura – Singeapór
Síria – An tSiria
ou Damasco – Damaisc
Somália – An tSomáil
ou Mogadiscio – Mogaidisiú
South Africa/África do Sul– An Afraic Theas
ou Cidade do Cabo – Kaapstad
Sri Lanka – Srí Lanka
Sudão – An tSúdáin
o Jartum – Cartúm
Suriname – Suriname
Suécia – An tSualainn
ou Estocolm0 – Stócólm
Suiça – An Eilvéis
ou Berna – Beirn
ou Genebra – An Ghinéiv
Tailândia – An Téalainn
ou Bangkok – Bancác
Taiwan – An Téaváin
Tadjiquistão – An Táidsíceastáin
Tanzânia – An Tansáin
ou Dar es Salaam – Dárasalám
Timor Oriental – Tíomór Thoir
Togo – Tóga
Trinidad e Tobago – Oileán na Tríonóide agus Tobága
• Tunísia – An Túinéis
ou Cartago – An Chartaig
ou Túnis – Túinis
Turquia – An Tuirc
ou Istambul – Iostanbúl
Turcomenistão – An Tuircméanastáin
Uganda – Uganda
Ucrânia – An Úcráin
ou Kiev – Cív
Uruguai – Uragua
Uzbequistão – An Úisbéiceastáin
Vaticano/Cidado do Vaticano – Cathair na Vatacáine
Venezuela – Veiniséala
Vietnam – Vítneam
ou Hanoi – Hanáí
Yemen/Iêmen – An Éimin
Zâmbia – An tSaimbia
Zimbábwe – An tSiombáib

Tradução Livre do Curso de Irlandês Innisfree em Espanhol.

Introdução ao Irlandês: Lição 30: São Patrício

Posted in Curso de Irlandês on 07/01/2013 by Briogáledon

Curso de Irlandês: Lição 30 (São Patrício)

O dia 17 de março é especial para os Irlandeses. Há cidades aonde seus rios se tingem de verde. As casas são decoradas com trevos e as pessoas se abençoam umas às outras. As tavernas estão cheias e litros de cerveja são apreciados brindando à saúde de todos. Em 17 de março, todo mundo é irlandês. É que … é St. Patrick!!!

Este curso não poderia permanecer impassível, então vamos aprender sobre a comemoração ao santo padroeiro da Irlanda, com o conhecimento de algumas palavras intimamente relacionadas com esta data:

San Patricio se diz Naomh Pádraig. (Se pronuncia algo assim como [nif pórrik]).

O Dia de São Patrício é: Lá Fhéile Pádraig. [lo eila pórrik] (literalmente, o dia de festa Patrício; note-se que féile vai no genitivo, por isso sofre lenição, mas Pádraig não).

A frase mais própria desse dia é: Beannachtaí na Féile Pádraig oraibh! [banarrtí na fela pórrik uriv]. Significa “Bendições de São Patrício sobre vocês”. Se a bendição por exemplo é “sobre ti”, então o pronome preposicional seria ort (e não oraibh).

O símbolo de São Patrício é o trevo, porque o santo o empregou para explicar o mistério da Santíssima Trindade aos Celtas. Trevo em irlandês se diz: seamróg. [shamrok]

Quando a festa vai tomando corpo, se é obrigado a visitar um irish pub (em qualquer lugar do mundo em que esteja; nota da tradução: ainda bem que existem alguns em Minas Gerais, então haha 😀 ) e pedir “uma dose de Guinnes, por favor”. Em irlandês se diz: Pionta Guinness, le do thoil. [pionta Guinness ledorrol].

Quando você brinda, diz “Saúde!“: Sláinte! [eslontcha].

Mas tenha cuidado, à segunda ou terceira dose te podem perguntar: Você está bêbado? An bhfuil tú ar meisce? [anwil tú ar meshka?]

Sem dúvida, a melhor frase que já se viu seria esta:
Tabhair póg dom, is Éireannach mé.
[túar pog dom, is éranarr me].
Significa: “Beije-me, sou irlandês”.

Aprendendo-a bem quem sabe tenha a oportunidade algum dia de usá-la :D.

Beannachtaí na Féile Pádraig oraibh!!!

Tradução Livre do Curso de Irlandês Innisfree em Espanhol.

Introdução ao Irlandês: Lição 29: Está casado?

Posted in Curso de Irlandês on 07/01/2013 by Briogáledon

Curso de Irlandês: Lição 29 (está casado?)

Exercícios:

Diálogo 1:

C.: Dia dhuit, a Dhónaill. Cónas tá cúrsaí? (Olá, Donald. como vai? –literalmente, como estão as coisas?-).
D.: Go maith. An bhfuil tú fós i do chónaí in árasán? (Bem. Mora ainda em um apartamento?).
C.: Níl. Tá mo theach féin agam anois. (Não. Tenho minha própria casa agora).
D.: An bhfuil tú pósta anois? (Está casado agora?).
C.: Níl. Cad fútsa? (Não. E você está?/Que há com você? –lit., o quê sobre ti?-).
D.: Tá, le cúpla bliain anuas. (Sim, há um par de anos).
C.: Ó, comhghairdeas. An bhfuil clann agat? (Oh, felicidades. Tem filhos?).
D.: Tá leanbh óg againn le bliain. (Tivemos um bebê a um ano).

Diálogo 2:

Bean Uí Shé: An bhfuil clann mhór agat, a Sheámais? (Você tem uma gran família, Jaime?).
Séamas: Tá beirt mhac agus iníon againn. (Temos dois filhos e uma filha).
B.: Cén aois iad? (Quantos anos têm?).
S.: Tá Cáit ocht mbliaina d’aois. Tá Pól sé bliana d’aois agus tá dhá bhliain ag Nuala. (Cáit tem oito anos de idade. Paulo tem seis anos de idade e Nuala tem dois anos).
B.: Tá beirt acu ar scoil mar sin? (Dois deles estão na escola então?).
S.: Tá. (Sim).
B.: Tá triúr mac againne. (Nós temos três filhos).

Novidades:

1) Na frase “le cupla bliain anuas”, aparece a preposição le, que significa ‘com’, mas que aqui está relacionada com o tempo e muda seu significado. Quando se usa a preposição le (com) com períodos de tempo, a frase adquire um sentido de passado (ainda que a forma verbal que se use seja presente):

  • Tá mé anseo le seachtain. (Tenho estado aqui (durante) uma semana). (li., estou aqui com uma semana).
  • Tá muid anseo le tamall. (Temos estado aqui durante um tempo).
  • Tá leanbh aici le mí. (Ela teve um menino este mês passado). (lit., ela tem um menino com mês).
  • Tá sé marbh le fada. (Ele morreu faz muito tempo).

Freqüentemente se reforça com anuas (lit. ‘abaixo’).

  • Tá Liam pósta le bliain anuas. (Guilherme se casou faz um ano). (lit,. com um ano abaixo).

2) A frase “Tá beirt acu ar scoil mar sin?” se parece bastante complexa. O manual que foi usado (originalmente) neste curso traduz a expressão beirt acu como “dois deles”.O tradutor original do curso, reconhece que a princípio se pode pensar que “tá + acu” poderia traduzir-se por “eles têm”. Mas e o sinal? Obrigaria a usar “an bhfuil” no lugar de “tá”. Assim que, está descartado o verbo “ter”, ficamos com a tradução “2 deles”, ok?

3) Finalmente againne é a forma enfática do pronome preposicional againn (literalmente, “em nós”).

Tradução Livre do Curso de Irlandês Innisfree em Espanhol.