Archive for the Celtismo Category

The Celtic League

Posted in Celtas e Iberos na Política, Celtismo, Etnias Celtas e Íberas on 28/10/2018 by Briogáledon

Dando continuidade à seção, e de modo auxiliar a Celtas e Iberos de língua portuguesa, começaremos a falar dos movimentos políticos Celtas e Iberos visando a prover uma introdução àqueles que buscam um caminho ideológico tipicamente ibero-céltico.

Este tópico não significa apoio formal a nenhum dos movimentos aqui apresentados.

Como diz o próprio site,

THE CELTIC LEAGUE “é uma organização intercéltica que faz campanha pelos direitos políticos, linguísticos, culturais e sociais das nações celtas. Isso é feito em uma ampla gama de problemas. Destacando o abuso dos direitos humanos, monitorando a atividade militar e concentrando-se em questões políticas, socioeconômicas, ambientais, linguísticas e culturais, que de maneira geral ou especificamente afetam de alguma forma um ou mais países celtas. A organização também visa promover o direito à independência de cada um dos países celtas e promover os benefícios da cooperação intercéltica. Além disso, a Liga chama a atenção para questões que acreditamos ter uma preocupação mais ampla para os povos dos países celtas.”

Apesar de se dedicar a países Celtas e de reconhecer o legado Celta dos países continentais sem idioma céltico ainda falado, sua ação é mais focada aos países cujo idioma predominante ainda é uma língua celta, o que representa uma das críticas das etnias Celtas a essa organização.

Site:

Facebook:

Youtube:

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ONG da qual Briogáledon co-participa entra em fase de coleta de documentos

Posted in Campanhas Sociais (Slógadh), Celtismo, Etnias Celtas e Íberas, Fratria, Imprensa, Nova Lima on 15/08/2018 by Briogáledon

Prestando satisfação a nossos membros efetivos, e a quem se entende como membro externo ou como seguidor,

ONG que terá SEDE NACIONAL em NOVA LIMA, MG,  e que já é articulada há vários anos,

Já está em fase de coleta de documentos dos fundadores,  junto a suporte advocatício,

NO TOCANTE A INDAGAÇÕES QUE VIEMOS RECEBENDO POR MEMBROS E SEGUIDORES VIA REDES SOCIAIS E BLOG:

Reiteramos:

  • A priori A ONG NÃO TEM QUALQUER INTERESSE EM PARCERIA A PODER PÚBLICO MUNICIPAL 
  • A priori serão buscados editais Estaduais e Federais em Fomentos Culturais e Científicos pré-existentes, e programas de identidades Celtas e Iberas que nos sejam abertos por países constituintes, países independentes ou comunidades autônomas que já os possuam;
  • A ONG também pretende manter atividades próprias como cursos, seminários, oficinas lúdicas, oficinas artísticas, workshops, palestras e talvez organizar um festival junto a outros grupos identitários.
  • Consideramos que as hipóteses de parcerias a governos específicos da Inglaterra e da Espanha (a entendendo como Castela), possam ter resistências de descendentes de celtas e de iberos de modo que levaremos programas pré-existentes nesses países a avaliação de Assembleia Geral da ONG e mediante presença convidada de Irmandades de Druidaria, Covens de Wicca, e Igreja Ortodoxa Celta, e outros grupos e grêmios pioneiros identitariamente Celtas e Iberos antes de adotar vinculação a qualquer desses programas;
  • Atendendo a demandas étnicas é possível que cartas/emails endossando pedidos de reconhecimento de independências ou aberturas a processos de plebiscito sejam enviadas pela citada ONG a governos que possam pressionar países com contexto de emancipação ou autonomia de nações Celtas ou Iberas nesse sentido, mínima ajuda que a ONG pode prestar;
  • Programas de Pesquisa Identitária Celta e/ou Ibera são previstos junto a Universidades como a Universidade de Coimbra e o Trinity College de Dublin e outras que tenham departamentos de estudos de celtas e/ou iberos;
  • Programas de Assistência a vítimas das Diásporas Celtas e Iberas são previstos na ONG em território brasileiro e em parceria a Ligas Celtas, Ligas Iberas, e ONGs humanitárias diversas como Anistia, Human Rights Watch, Cruz Vermelha e outras poderão considerar este post como interesse prévio de parcerias;
  • A ONG deverá prestar suporte jurídico ou oferecer meios a esse para adeptos de religiões Celtas e Iberas, tais como Wicca, Druidismo Reconstruído, Neodruidismo, Stregheria Celta, Cristianismo Ortodoxo Celta e outras, que venham sofrendo discriminação de algum tipo, e é possível a busca de apoio por Ministério Público;
  • A ONG DEVERÁ PROMOVER TAREFAS EDUCATIVAS NO TOCANTE A IDENTIDADES CELTAS E IBERAS BEM COMO NA CONTEXTUALIZAÇÃO DE SUAS DIÁSPORAS E TAMBÉM AGIR DE MODO MOBILIZADOR JUNTO A OUTROS MOVIMENTOS IDENTITÁRIOS DE OUTRAS MINORIAS ÉTNICAS, antecipando que é bem vinda a parceria a outras minorias étnico-culturais, já sendo previstas parcerias iniciais a organizações afro-brasileiras para lutas comuns, ou transferência de conhecimento mobilizador social. Minorias étnicas e culturais interessadas em lutas em comum podem interpretar este post como interesse prévio.
  • A ONG LUTARÁ PELOS 9 COMPROMISSOS ÉTNICOS DE CELTAS : Compromisso com a Natureza – Compromisso com a Humanidade – Compromisso com a Paz – Compromisso com as Raízes – Compromisso com a Liberdade – Compromisso com a Independência – Compromisso com a Espiritualidade – Compromisso com o Conhecimento – Compromisso com a Verdade
  • A ONG DEVERÁ MANTER UMA NEUTRALIDADE IDENTITÁRIA EM DEMANDAS POLÍTICAS divulgando conhecimento sobre as diversas vertentes ideológicas dentro das etnias celtas e iberas,  mas sem tomar posições únicas, respeitando os direitos dos membros fundadores e dos membros filiados em optar pelos posicionamentos ideológicos seus próprios, já havendo diversidade ideológica entre os fundadores.
  • Capítulos em outros Estados serão autorizados, já havendo preferência de membros efetivos em São Sebastião, SP, para a centralização do Capítulo Estadual de São Paulo, interessados em cooperar com esses poderão ser repassados como contatos por nós.

 

 

Celtas e Iberos na Política: Galiza Contrainfo

Posted in Celtas e Iberos na Política, Celtismo, Etnias Celtas e Íberas on 30/07/2018 by Briogáledon

Dando continuidade à seção, e de modo auxiliar a Celtas e Iberos de língua portuguesa, começaremos a falar dos movimentos políticos Celtas e Iberos visando a prover uma introdução àqueles que buscam um caminho ideológico tipicamente ibero-céltico.

Este tópico não significa apoio formal a nenhum dos movimentos aqui apresentados.

Em idioma Galego:

“Galiza Contrainfo é unha iniciativa independente, non comercial e autoxerida de contra-información audiovisual galega. Queremos achegar o noso grao de area no campo do vídeo-activismo, apropiándonos das ferramentas que temos ao noso alcance. O camiño polo que optamos representa a posibilidade de utilizar e de experimentar criticamente os novos medios audiovisuais e as redes.”

Em português:

Galiza Contrainfo é o que poderíamos rotular de Imprensa Ativista Galega ou Imprensa Libertária Galega, e desempenha importante papel difusor de manifestações e atividades de grupos libertários galegos. Pode ser considerada um bom exemplo de Imprensa Independente Identitariamente Posicionada que grupos celtas e iberos poderiam imitar.

 

Exemplos de divulgações:

 

 

 

 

 

Celtas e Iberos na Política: Fianna Fáil

Posted in Celtas e Iberos na Política, Celtismo, Etnias Celtas e Íberas on 30/07/2018 by Briogáledon

Dando continuidade à seção, e de modo auxiliar a Celtas e Iberos de língua portuguesa, começaremos a falar dos movimentos políticos Celtas e Iberos visando a prover uma introdução àqueles que buscam um caminho ideológico tipicamente ibero-céltico.

Este tópico não significa apoio formal a nenhum dos movimentos aqui apresentados.

 

Partido Republicano

Fianna Fáil-The Republican Party
Fianna Fáil logo.png

O partido foi fundado em 1926, por Éamon de Valera, como uma cisão do Sinn Féin, pela questão da política de abstencionismo adotado pelos nacionalistas.[2] As origens históricas deste partido remontam à Guerra Civil Irlandesa, em que facção liderada por Éamon de Valera, era completamente contra o Tratado assinado com o Reino Unido, em 1921, e, defendia uma Irlanda, unida e republicana.

O Fianna Fáil, ideologicamente, é um partido tendente ao liberalismo mas dissidência de um partido socialista originalmente monárquico, o Sinn Fein,  em que não é fácil nomear uma linha ideológica aos diferentes membros e apoiantes do partido, nuances de um Celtismo Político em que a complexidade da identidade não cabe nos conceitos políticos Ocidentalizados. O partido, apesar de tudo, sempre foi um partido conservador, tendo, historicamente, relações próximas dos representantes da Igreja Católica na Irlanda. Além disto, o partido também, historicamente, tem tido o apoio dos sindicatos irlandeses, com muito membros sindicais a apoiarem o partido, muito graças aos vários acordos de governos Fianna Fáil com os sindicatos, que protegiam os seus interesses. Esta capacidade do partido, em se aproximar da Igreja e dos sindicatos, prova bem o seu estatuto de partido pega-tudo, com capacidade de, tanto atrair votantes católicos e religiosos, bem como votantes de classe trabalhadora.

A nível económico, o partido tem sofrido grandes transformações. Inicialmente, o partido seguia um modelo que defendia a intervenção do Estado na economia, o protecionismo económico contra concorrência estrangeira, políticas de redistribuição da riqueza e a criação de um Estado de bem-estar social, algo que foi defendido pelo partido até a década de 1990, quando, o partido começou a seguir uma linha económica neoliberal, defendendo uma política de privatizações, cortes no Estado Social, conservadorismo fiscal e políticas que apoiem a liberdade de mercado de concorrência, algo que, contribui para, na década de 1990, um crescimento económico notável, que ficou conhecido como Tigre celta.[12]

O partido também, historicamente, foi um grande defensor da reunificação das Irlandas, mas atualmente, defende que, tal, só poderá acontecer por consenso democrático e popular.

A nível europeu, o Fianna Fáil é membro da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa e, a nível internacional observador da Internacional Liberal.

O líder do Fianna Fáil é Micheál Martin, desde 26 de janeiro de 2011.

Celtas e Iberos na Política: Strollad Breizh

Posted in Celtas e Iberos na Política, Celtismo, Cultura e História, Etnias Celtas e Íberas on 30/07/2018 by Briogáledon

Dando continuidade à seção, e de modo auxiliar a Celtas e Iberos de língua portuguesa, começaremos a falar dos movimentos políticos Celtas e Iberos visando a prover uma introdução àqueles que buscam um caminho ideológico tipicamente ibero-céltico.

Este tópico não significa apoio formal a nenhum dos movimentos aqui apresentados.

Partido Bretão

Parti Breton
(br) Strollad Breizh
image illustrative de l’article Parti breton

 

O movimento foi criado em 2002. Seu objetivo é dar à Bretanha as instituições necessárias para o seu desenvolvimento econômico, social, cultural, ambiental e político. A Bretanha é definida como a atual região administrativa da Bretanha e o departamento do Loire-Atlantique, que inclui Nantes, a antiga capital do Ducado da Bretanha. Suas aspirações incluem autonomia regional comparável a outras regiões europeias como Flandres ou Catalunha, ou independência total, como na Irlanda.

A idéia principal é que a Bretanha sempre foi uma nação, portanto tem direitos e liberdades dentro da União Européia. O Partido Bretão alega a criação de um Estado Bretão, membro da União Europeia, oficialmente reconhecido pelas autoridades internacionais. Argumenta que além do princípio de que uma nação deveria ter direitos independentes, a Bretanha também tem tudo a ganhar com tal processo de emancipação, em frentes econômicas, culturais ou ambientais.

O slogan do partido bretão é “Para uma Bretanha emancipada, ecológica, unida e empreendedora”. Analisando as causas da “estagnação dos movimentos políticos bretãos”, o partido quer “tomar os bretões como eles são e não como se gostaria que fossem”. Em termos do eixo esquerdo-direito, o Partido Bretão é considerado centrista. O principal objetivo é antes de tudo criar instituições políticas bretãs. Reclamando 400 membros, a maioria dos quais não teve nenhuma associação com o anterior movimento bretão, o Partido Breton tem membros da centro-esquerda, como o professor e o empreiteiro Jean-Paul Moisan, de Nantes, ou o centro-direita, como Gérard Olliéric, atual presidente do partido.

2008

2018, dez anos depois, a luta continua firme!

E você? Conhece a benção Celta que tanto Druidistas, quanto Wiccanos ou Cristãos Celtas dizem?

Posted in Acervo Literário, Celtismo, Etnias Celtas e Íberas on 03/12/2017 by Briogáledon

É da etnia celta Irlandesa, uma das rezas mais facilmente adaptáveis a religiões diferentes de todo o mundo! E ao mesmo tempo, uma das bênçãos mais bonitas jamais repetidas por gerações e depois escritas.

Aqui apresentamos três de várias versões destacando em negrito os conceitos teológicos diferentes, havendo diferenças de algumas frases e várias versões com mesmo contexto pelo mundo.

ANTIGA PRECE IRLANDESA

Versão Druidista/ Neodruidista:

“Que o caminho seja brando a teus pés,
O vento sopre leve em teus ombros.
Que o sol brilhe cálido sobre tua face,
As chuvas caiam serenas em teus campos.
E até que eu de novo te veja,
que os Deuses te guardem nas palmas de Suas mãos
Que a estrada abra à tua frente,
que o vento sopre levemente em tuas costas,
que o sol brilhe morno e suave em tua face,
que a chuva caia de mansinho em teus campos.
E até que nos encontremos de novo…
Que os Deuses te guardem nas palmas de Suas mãos.
Que as gotas da chuva molhem suavemente o teu rosto,
que o vento suave refresque teu espírito,
que o sol ilumine teu coração,
que as tarefas do dia não sejam um peso nos teus ombros,
e que os Deuses te envolvam num manto de amor.”

Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/oracoes/2368742 (03/12/2017)

Versão Wiccana sincretizando a parte das bênçãos de São Patrício:

Que o caminho venha ao teu encontro.
Que o vento sempre sopre às tuas costas
e a chuva caia suave sobre teus campos.
E até que voltemos a nos encontrar,
que a Deusa te sustente suavemente na palma de sua mão.
Que vivas todo o tempo que quiseres
e que sempre possas viver plenamente.
Lembra sempre de esquecer as coisas que te entristeceram,
porém nunca esqueças de lembrar aquelas que te alegraram.
Lembra sempre de esquecer os amigos que se revelaram falsos,
porém nunca esqueças de lembrar aqueles que permaneceram fiéis
Lembra sempre de esquecer os problemas que já passaram,
porém nunca esqueças de lembrar as bênçãos de cada dia.
Que o dia mais triste de teu futuro
não seja pior que o dia mais feliz de teu passado.
Que o teto nunca caia sobre ti
e que os amigos reunidos debaixo dele nunca partam.
Que sempre tenhas palavras cálidas em um anoitecer frio,
uma lua cheia em uma noite escura,
e que o caminho sempre se abra à tua porta
Que vivas cem anos, com um ano extra para arrepender-te.
Que a senhora te guarde em sua mão, e não aperte muito seus dedos.
Que teus vizinhos te respeitem, os problemas te abandonem,
os anjos te protejam, e o céu te acolha.
E que a sorte das colinas Celtas te abrace.
Que as bênçãos de São Patrício te contemplem.
Que teus bolsos estejam pesados e teu coração leve.
Que a boa sorte te persiga, e a cada dia e
cada noite tenhas muros contra o vento,
um teto para a chuva, bebidas junto ao fogo,
risadas que consolem aqueles a quem amas,
e que teu coração se preencha com tudo o que desejas.
Que a Deusa esteja contigo e te abençoe,
que vejas os filhos de teus filhos,
que o infortúnio te seja breve e te deixe rico de bênçãos.
Que não conheças nada além da felicidade, deste dia em diante.
Que a Deusa te conceda muitos anos de vida;
com certeza Ela sabe que a terra não tem anjos suficientes…
…e assim seja a cada ano, para sempre!”
Fonte: https://wicca-magia.blogspot.com.br/2012/06/ (03/12/2017)

Versão Cristã da Igreja Católica ORTODOXA Celta:

“Que o caminho venha ao teu encontro.
Que o vento sempre sopre às tuas costas e a chuva caia suave sobre teus campos.
E até que voltemos a nos encontrar, que Deus te sustente suavemente na palma de sua mão.
Que vivas todo o tempo que quiseres e que sempre possas viver plenamente.
Lembra sempre de esquecer as coisas que te entristeceram,
porém nunca esqueças de lembrar aquelas que te alegraram.
Lembra sempre de esquecer os amigos que se revelaram falsos, porém nunca esqueças de lembrar aqueles que permaneceram fiéis
Lembra sempre de esquecer os problemas que já passaram,
porém nunca esqueças de lembrar as bênçãos de cada dia.
Que o dia mais triste de teu futuro não seja pior que o dia mais feliz de teu passado.
Que o teto nunca caia sobre ti e que os amigos reunidos debaixo dele nunca partam.
Que sempre tenhas palavras cálidas em um anoitecer frio,
uma lua cheia em uma noite escura, e que o caminho sempre se abra à tua porta
Que vivas cem anos, com um ano extra para arrepender-te.
Que o Senhor te guarde em sua mão, e não aperte muito seus dedos.
Que teus vizinhos te respeitem, os problemas te abandonem, os anjos te protejam, e o céu te acolha.
E que a sorte das colinas Celtas te abrace.
Que as bênçãos de São Patrício te contemplem.
Que teus bolsos estejam pesados e teu coração leve.
Que a boa sorte te persiga, e a cada dia e cada noite tenhas muros contra o vento, um teto para a chuva, bebidas junto ao fogo, risadas que consolem aqueles a quem amas, e que teu coração se preencha com tudo o que desejas.
Que Deus esteja contigo e te abençoe, que vejas os filhos de teus filhos, que o infortúnio te seja breve e te deixe rico de bênçãos.
Que não conheças nada além da felicidade, deste dia em diante.
Que Deus te conceda muitos anos de vida; com certeza Ele sabe que a terra não tem anjos suficientes…suficientes…
…e assim seja a cada ano, para sempre!”

Fonte: https://www.pensador.com/frase/MTA1MDA4Ng/ (03/12/2017)

E pode procurar no Youtube, no Google, nas Redes Sociais, que o que mais se verá são versões dessa mesma bênção.

Para você do Druidismo, Neodruidismo ou Wicca festejar seu Dezembro!

Posted in Aonde estão os Celtas?, Celtismo, Derruba esta Roma!, Fratria on 01/12/2017 by Briogáledon

Três Belas imagens para você festejar seu DEZEMBRO de modo cosmopolita e estimular a Tolerância Religiosa!

Corrigido: “Ortodoxo” Armeno

 

 

 

 

O que eu mandaria no Sarahah das Feiras Medievais!

Posted in Boicotes (Baghcat), Campanhas Sociais (Slógadh), Celtismo, Derruba esta Roma!, Fratria, Protestos ( Agóidí ) on 10/08/2017 by Gustavo Augusto Bardo

Seguem algumas críticas construtivas com base na adoção de um Ressurgir Identitário Celta e Íbero e com base na Integração Ativista a Lutas Identitárias de outras Minorias.

Falo por mim, embora acredite que muitos compartirão das minhas concepções.

Críticas Históricas:

Pergunta Crítica Irônica: _ Vai ter evento exaltando o Império Romano Escravista e o Período Colonial Escravista também? Porque exaltar períodos históricos não é exaltar somente suas partes supostamente “boas” _ o que depende do referencial Antropológico_ mas exaltar todo um conjunto de acontecimentos que incluem muitas passagens nefastas, as quais aliás foram bastante comuns na Idade Média como:

  • prima nocte (direito do nobre local ter a primeira noite de núpcias com a noiva do camponês ou vassalo local, o que nós entendemos hoje como crime de estupro);
  • Cruzadas, o historiador Amin Malouf retrata em As Cruzadas Vistas pelos Árabes um massacre em que os franj como eram chamados os Cruzados no mundo árabe, dizimaram em três dias cerca de cem mil civis na cidade de Antióquia, em 11 de dezembro de 1098. As Cruzadas serão exaltadas?
  • Santa Inquisição, será exaltada? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como crime de tortura;
  • A perseguição aos Cátaros será exaltada? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como preconceito religioso;
  • A perseguição aos Judeus será exaltada? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como preconceito religioso e racismo;
  • A perseguição às Bruxas (o que aliás é conteúdo de interesse étnico Celta) será exaltada? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como preconceito religioso;
  • O Malleus Maleficarum, manual da Tortura da Baixa Idade Média, será exaltado? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como preconceito religioso e crime de tortura;
  • O servilismo feudal, um dos regimes de trabalho análogos à escravidão, será exaltado? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como crime de trabalho compulsório;
  • Haverá exaltação da Peste Bubônica com recomendações de falta de higiene? Isso foi um dos episódios mais marcantes da Idade Média Europeia!
  • Haverão Fogueiras de Inquisição e Execuções em Patíbulos? Consta que eram parte do “entretenimento” medieval;

Críticas a Anacronismos:

Etnias que também devem fazer parte de uma boa Feira Medieval:

  • Árabes, Persas, Mouros, Bérberes e Turcos, pois a Expansão do Islam, se deu inclusive em terras europeias, na Idade Média, e tiveram marcante influência na Arquitetura Ibérica principalmente, além das contribuições da Medicina de Avicena (Ibn Sina) que foram essenciais para evitar a proliferação de doenças como própria Peste Bubônica, ao menos no mundo islamizado, de modo que um evento medieval em um país ibero-descendente não pode se furtar a tê-los representados;
  • Chineses, inclusive por suas inovações tecnológicas: os chineses tinham um lança-chamas em forma de dragão com um sistema de pistão que poderia ter gerado uma revolução industrial no Oriente se eles tivessem tido a ideia do motor; os chineses inventaram a pólvora e tiveram a brilhante ideia de prender um fogo de artifício em uma flecha, e com lançadeiras de várias disso se tornaram os precursores dos lança-mísseis já na Idade Média e invadiram a Coreia com isso! Para saber mais veja: Jiao-Yu, Cho-ko-nu, Canhão de Mão, ou leia o Huolongjing;
  • Japoneses e outros povos asiáticos: foi justamente na Alta Idade Média, que o Japão adotou o Sistema Imperial;
  • Povos Amérindios, afinal entre as Civilizações Pré-Colombianas por exemplo, é justamente na Idade Média Central, que surge a pujança da Civilização Maia, e além dos Toltecas construindo em 1300 D.C a cidade de Tula, uma das mais magníficas cidades da época, entre muitas outras civilizações, e também importante destacar os astecas e Tenochtitlán, cidade fundada em 1325, e que quando os espanhóis chegaram já no início da Idade Moderna, tinha cerca de 300 mil habitantes contra os 60 a 90 mil habitantes da cidade de Paris;
  • Povos Africanos, também precisam ser representados visto terem na Idade Média surgido reinos e impérios na África como o Reino de Mali, ou o Império de Gana, ou o Império de Axum, entre outras civilizações;
  • E embora eu não tenha um conhecimento profundo sobre as Etnias Aborígenes Oceânicas, tanto as polinésias, melanésias e micronésias quanto as australóides e papuas, ou os maoris, é certo que muitas já existiam na Idade Média, e seria interessante serem representadas também.

Crítica Antropológica

Não tenho nada contra Feiras ou Festas Medievais ou de quaisquer períodos cronológicos históricos, ou de quaisquer épocas, mas é pertinente que não sejam exaltadas e sim abordadas do ponto de vista crítico para que suas mazelas, muitas ainda presentes nas mentalidades contemporâneas, não sejam legitimadas como certas em detrimento das críticas sofridas ao longo de suas próprias histórias, bem como que sejam abordadas com a multiculturalidade que de fato tiveram, apesar das opressões e preconceitos das épocas, para que esses preconceitos não se repitam aos dias de hoje.

 

 

 

Druidismo/ Neodruidismo/ Wicca: Paraísos Celtas

Posted in Acervo Literário, Celtismo, Cultura e História on 09/07/2017 by Gustavo Augusto Bardo

Paraísos Celtas

Os paraísos celtas ou Outro Mundo da mitologia celta é o reino dos mortos, o lar das divindades ou a fortaleza de outros espíritos e entidades tais como os Sídhe. Os contos e o folclore o descrevem como existindo além do mar ocidental, subterrâneo (como nas colinotas Sídhe) ou ao lado do mundo dos vivos, mas invisível para a maioria dos humanos.

 

Abred

Abred est un des plans de l’existence développé par le néodruidisme. Il représente le « monde des épreuves », soit le niveau des incarnations1,2.
Les autres plans sont : KeugantAnnwvyn (parfois Annwn) et Gwenved.
Cythraul est pour certains3 le non monde ou le néant mais pour d’autres2 une figure symbolique du non-être attaché à Annwvyn.

Abred é um dos planos de existência desenvolvidos pela neodruidismo. São os “acontecimentos mundiais”, o nível de encarnações.
Outros planos são: Keugant, Annwvyn (às vezes Annwn) e Gwenved.
Cythraul é certamente o mundo ou não nada mas outros uma figura simbólica de não estar ligado a Annwvyn.

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Ablach ou Avalon

Avalon (provavelmente do celta abal: maçã) é uma ilha lendária da lenda arturiana, famosa por suas belas maçãs. Ele aparece pela primeira vez Historia Regum Britanniae (“A História dos Reis da Bretanha”) de Geoffrey of Monmouth como o lugar onde a espada do Rei Arthur, a Excalibur foi forjada e posteriormente para onde Arthur é levado para se recuperar dos ferimentos após a Batalha de Camlann. Como uma “Ilha dos Bem-aventurados” Avalon tem paralelo em outros lugares na mitologia indo-europeia, em particular a Tír na nÓg irlandesa e a Hespérides grega, também conhecidas por suas maçãs. Avalon foi associada há muito tempo com seres imortais, como Morgana Le Fay.

Na lenda arturiana, Avalon era uma ilha lendária encantada onde “Excalibur”, a espada do Rei Artur, tinha sido forjada e para onde o próprio rei tinha voltado vitorioso depois da sua última batalha para ser curado de um ferimento mortal.

Em algumas versões, Avalon é regida por Morgana, uma sacerdotisa da antiga religião rodeada de nove donzelas sacerdotisas responsáveis pela cura de Artur, deitado numa cama de ouro. Numa outra versão ela é descrita como sua meia irmã.

Em uma outra versão, o Rei Arthur é ferido em combate, e então levado pela Dama do Lago a uma Avalon mística do além, paralela ao mundo real, onde Artur permanece retirado desse mundo, tornando-se para sempre imortal.

Em algumas versões da lenda, ele não resiste à viagem e morre, tendo sido enterrado então em Avalon; em outra versão, ele estaria só dormindo, esperando para voltar num futuro próximo, pois, a ilha seria um refúgio de espíritos, a qual permitiria a ele permanecer vivo por meio das artes mágicas.

Na ficção histórica As Crônicas de Artur de Bernard Cornwell, parte da trilogia sobre a saga arturiana, o autor dá um outro nome a Avalon, Ynys Wyndryn, porém ele mesmo também cita Ynys Mon em sua narrativa de ficção histórica, mascarando a verdade da ficção que mistura pesquisa histórica e lenda.

Ynys Wydryn (Ilha do Vidro), ou Avalon, era em termos lendários o local onde vivia Merlin juntamente com Viviane, que era grã-sacerdotisa e tia de Arthur (que nunca chega a ser rei), onde era possível utilizar a magia, ou seja, o poder divino dos deuses antigos.

Avalon, Ynys Wydryn ou Ynys Mon era um lugar de conhecimento sobre os deuses pagãos antigos onde os druidas passavam o conhecimento antigo de geração em geração. Era o lugar onde se aprendia o conhecimento da religião antiga o druidismo, sendo Merlin o senhor de Avalon ou Ynys Wydryn, que construíra Tor, uma torre onde vivia e guardava todos os seus memoráveis e quem sabe mágicos tesouros.

A Senhora do Lago é designada como autoridade máxima da ilha, e Artur era filho do rei Uther Pendragon, que no passado, era seguidor da crença da Deusa, como também a mãe de Artur, Igraine. Arthur faz um pacto de reacender a crença da Senhora do Lago para que com o passar do tempo ela não se apagasse.

No fim de tudo, Ynys Wydryn ganha um papel importante, pois quando Artur foi ferido mortalmente em batalha pelo filho do seu irmão, que era o Rei de Dumnonia, após a morte de Uther, Mordred, ele teria sido supostamente levado de barco à ilha por sua meia irmã Morgana ao Lago, para onde através dos poderes que a Deusa havia lhe dado ela poderia retornar.

No caminho, ela foi recusada por ter desprezado a Deusa e o único jeito de retornarem à Avalon foi Artur devolver a Excalibur ao Lago, onde habitava a Deusa. Sua sepultura foi feita em Avalon, na terra de Merlin, Ynys Wydryn, juntamente com o corpo de sua amada Guinevere.

Em torno de 1190 Avalon tornou-se associado com Glastonbury, quando monges da Abadia de Glastonbury alegaram ter descoberto os ossos de Artur e sua rainha. É no trabalho de Giraldus Cambrensis que encontra-se a primeira conexão:

“ O que agora é conhecido como Glastonbury foi, em tempos antigos, chamado de Ilha de Avalon. É praticamente uma ilha, pois é completamente cercada por pântanos. Em galês, é chamada de “Ynys Afallach”, o que significa Ilha das Maçãs uma vez que esta fruta cresceu em grande abundância. Após a batalha de Camlann, uma nobre chamada Morgana, mais tarde, a governante e padroeira da região e com uma estreita relação de sangue com o Rei Arthur, o levou para a ilha, agora conhecida como Glastonbury, a fim de que seus ferimentos pudessem ser cuidados. Anos atrás, a região também tinha sido chamada de “Ynys Gutrin” em galês, que significa a Ilha de Vidro, e destas palavras, os saxões invasores depois inventaram o nome do local “Glastingebury”.

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Annwn

Annwn ou Annwfn ou Annwvyn (Annwvn em Galês Médio, por vezes erroneamente grafado Annwyn, Annwyfn ou Annwfyn; Cŵn Annwn) era o Outro Mundo, a terra das almas que partiram deste mundo na mitologia galesa. Governado por Arawn, ou muito posteriormente, por Gwynn ap Nudd, era basicamente um mundo de delícias e eterna juventude, onde não existem doenças e há sempre fartura de comida. É dito que Annwn está localizado tão a oeste que nem mesmo Manawydan fab Llŷr o encontrou, e que lá somente se pode chegar morrendo. Mas, também foi dito que Annwn pode admitir pessoas ainda vivas, desde que elas encontrem a sua porta.

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Gwenved ou Gwenwed

Cercle de la félicité et de la plénitude, il est le dépassement du cycle des incarnations symbolisé par Abred, seuls les hommes sages peuvent parvenir au monde blanc2.
Dans la croix celtique, ce cercle est le plus petit (diamètre 9), au centre de la croix.

Círculo de felicidade e plenitude, é a superação das encarnações simbolizados por ciclo Abred só os sábios podem alcançar o mundo branco.
Em cruz celta, este círculo é a menor (diâmetro 9) no centro da cruz.

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Keugant

Selon les Triades de l’Ile de Bretagne, le cercle de Keugant (ou Ceugant) ou encore Cercle Vide1 est celui de l’Incréé. Dans ce cercle, seul le Créateur peut résider. Appliqué à la géométrie de la croix celtique, Keugant est le Cercle extérieur, mais la phrase doit être modifiée pour obtenir2

« Keugant, EN DEHORS duquel nul sauf l’Incréé ne saurait résider. »

En effet, les autres cercles sont inclus dans celui de Keugant qui représente alors celui de la Création.

De acordo com as Tríades da Ilha da Grã-Bretanha, o círculo de Keugant (ou Ceugant) ou um círculo vazio representa o não-criado. No círculo, apenas o criador pode residir. Aplicado à geometria da cruz celta, Keugant é o círculo exterior, mas o período deve ser modificado para se obter 2

“FORA Keugant que ninguém, exceto o incriado não podem residir. ”
De fato, os outros círculos são incluídos em um dos Keugant que representa então que da Criação.

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Mag Mell

Mag Mell (“planura da alegria”) na mitologia irlandesa é um reino mítico onde só se podia chegar através da morte e/ou glória[1] (ver também Tír na nÓg e Ablach). Diferentemente do mundo inferior de algumas mitologias, Mag Mell era um recanto paradisíaco, identificado ou como uma ilha a oeste da Irlanda ou como um reino sob o oceano.[1] Em sua versão insular, foi visitada por vários heróis e monges irlandeses, formando a base do Mito da Aventura ou “echtrae”, conforme definido por Myles Dillon em seu livro Early Irish Literature. Este “Outro Mundo” é um lugar onde doença e morte não existem, é um lugar de eterna juventude. Lá, a felicidade dura para sempre e não se precisa comer ou beber. É o equivalente céltico dos Campos Elísios grego ou do Valhalla nórdico.

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Sídhe

A região do lago Bassenthwaite em Cúmbria: um sítio reputado como sendo habitado pelos sídhe.
Sídhe, sìth ou sidh é uma palavra irlandesa e escocesa que se referia inicialmente a colinotas ou montes de terra, os quais se imaginava como o lar de um povo sobrenatural vinculado às fadas e elfos de outras tradições, e posteriormente, a estes próprios habitantes. Dos Sídhe acreditava-se serem os ancestrais, os espíritos da natureza ou as próprias divindades.

Posteriormente, muitos passaram a encarar os Sídhe como uma versão literária dos Tuatha Dé Danann (os deuses e heróis divinizados da mitologia irlandesa). Na crença e prática popular, os Sídhe são freqüentemente reverenciados com oferendas e toma-se cuidado para que eles não fiquem irados. Deles usualmente se fala através de eufemismos como “Os Bons Vizinhos”, “O Povo das Fadas”, “Os Nobres” ou simplesmente, “O Povo”, na esperança de que se os humanos os considerarem gentis, provavelmente eles assim o serão. Nesta acepção, os nomes mais comuns para eles são Aes Sídhe, Daoine Sídhe e Duine Sìth, os quais significam, literalmente, “Povo de Paz”.

Banshee ou bean sídhe, significa simplesmente “mulher dos Sídhe”. Todavia, a expressão passou a indicar especificamente as mulheres sobrenaturais da Irlanda que anunciam uma morte iminente com seus gritos e lamentos. Sua contraparte na mitologia escocesa é a Bean Nighe – a lavadeira que é vista lavando as vestes ou a armadura ensanguentada da pessoa fadada a morrer. Outros nomes comuns são “Leanan sídhe” – a “fada amante”; o Cait Sidhe – um gato encantado e o Cu Sith – cão encantado. Os “sluagh sídhe – “a hoste das fadas” – são algumas vezes representados no folclore irlandês e escocês como espíritos que se movem pelo ar como bandos de pássaros. São de natureza desagradável e talvez representem os mortos amaldiçoados, maléficos ou sem descanso.

Sídhe são por vezes vistos como ferozes guardiães de suas moradas – sejam elas uma colina encantada, um círculo das fadas, uma árvore especial (freqüentemente um pilriteiro), ou talvez um loch em particular ou uma floresta. O Outro Mundo celta é visto como estando próximo do momento do crepúsculo e da aurora, por isso é visto como um momento especial para os Sídhe, bem como para festivais como o Samhain e do Midsummer. Os Sídhe são geralmente descritos como estonteantemente belos, embora possam também ser terríveis e asquerosos.

Algumas fontes descrevem os Sídhe como remanescentes dos Tuatha Dé Danann (“povo da deusa Danu”), que abandonaram a Irlanda para viver no Outro Mundo depois de terem sido derrotados pelos Milesianos. De acordo com o Lebor Gabála Érenn (O Livro das Invasões), os Tuatha Dé Danann (também “Daoine Sídhe”), foram derrotados em batalha pelos Filhos de Míl Espáine, meros mortais. Como parte dos termos de rendição, os Tuatha Dé Danann concordaram em residir no subsolo, em síde (singular síd), as colinotas ou montes que pontilham a paisagem irlandesa. A cada líder de uma das tribos dos Tuatha De Danaan, foi dado um monte. Posteriormente, devido a corrupção do significado, tanto os montes quanto as entidades sobrenaturais se tornaram conhecidas pela mesma palavra: síd; com a mudança da língua através dos tempos, tornou-se sídhe, sìth e sí.
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Tír na nÓg

Tír na nÓg, chamada em inglês de Land of Eternal Youth (“Terra da Eterna Juventude”) ou Land of the Ever-Young (“Terra dos Sempre Jovens”), é o mais popular dos Outros Mundos da mitologia irlandesa, talvez mais conhecido pelo mito de Oisín e Niamh do Cabelo Dourado. Foi onde os Tuatha Dé Danann ou sídhe se fixaram depois de abandonar a superfície da Irlanda, e foi visitado por alguns dos maiores heróis irlandeses. Tír na nÓg é similar a outras terras míticas irlandeses tais como Mag Mell e Ablach.

 

Fonte:

Wikipédia.

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Posted in Celtismo, Fratria, Imprensa, Lei Comum on 26/03/2017 by Briogáledon

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