Archive for the Cultura e História Category

O que eu mandaria no Sarahah das Feiras Medievais!

Posted in Boicotes (Baghcat), Campanhas Sociais (Slógadh), Celtismo, Derruba esta Roma!, Fratria, Protestos ( Agóidí ) on 10/08/2017 by Gustavo Augusto Bardo

Seguem algumas críticas construtivas com base na adoção de um Ressurgir Identitário Celta e Íbero e com base na Integração Ativista a Lutas Identitárias de outras Minorias.

Falo por mim, embora acredite que muitos compartirão das minhas concepções.

Críticas Históricas:

Pergunta Crítica Irônica: _ Vai ter evento exaltando o Império Romano Escravista e o Período Colonial Escravista também? Porque exaltar períodos históricos não é exaltar somente suas partes supostamente “boas” _ o que depende do referencial Antropológico_ mas exaltar todo um conjunto de acontecimentos que incluem muitas passagens nefastas, as quais aliás foram bastante comuns na Idade Média como:

  • prima nocte (direito do nobre local ter a primeira noite de núpcias com a noiva do camponês ou vassalo local, o que nós entendemos hoje como crime de estupro);
  • Cruzadas, o historiador Amin Malouf retrata em As Cruzadas Vistas pelos Árabes um massacre em que os franj como eram chamados os Cruzados no mundo árabe, dizimaram em três dias cerca de cem mil civis na cidade de Antióquia, em 11 de dezembro de 1098. As Cruzadas serão exaltadas?
  • Santa Inquisição, será exaltada? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como crime de tortura;
  • A perseguição aos Cátaros será exaltada? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como preconceito religioso;
  • A perseguição aos Judeus será exaltada? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como preconceito religioso e racismo;
  • A perseguição às Bruxas (o que aliás é conteúdo de interesse étnico Celta) será exaltada? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como preconceito religioso;
  • O Malleus Maleficarum, manual da Tortura da Baixa Idade Média, será exaltado? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como preconceito religioso e crime de tortura;
  • O servilismo feudal, um dos regimes de trabalho análogos à escravidão, será exaltado? Leia o Wiki marcado antes de pensar em exaltar essa fase da sofisticação do que hoje concebemos como crime de trabalho compulsório;
  • Haverá exaltação da Peste Bubônica com recomendações de falta de higiene? Isso foi um dos episódios mais marcantes da Idade Média Europeia!
  • Haverão Fogueiras de Inquisição e Execuções em Patíbulos? Consta que eram parte do “entretenimento” medieval;

Críticas a Anacronismos:

Etnias que também devem fazer parte de uma boa Feira Medieval:

  • Árabes, Persas, Mouros, Bérberes e Turcos, pois a Expansão do Islam, se deu inclusive em terras europeias, na Idade Média, e tiveram marcante influência na Arquitetura Ibérica principalmente, além das contribuições da Medicina de Avicena (Ibn Sina) que foram essenciais para evitar a proliferação de doenças como própria Peste Bubônica, ao menos no mundo islamizado, de modo que um evento medieval em um país ibero-descendente não pode se furtar a tê-los representados;
  • Chineses, inclusive por suas inovações tecnológicas: os chineses tinham um lança-chamas em forma de dragão com um sistema de pistão que poderia ter gerado uma revolução industrial no Oriente se eles tivessem tido a ideia do motor; os chineses inventaram a pólvora e tiveram a brilhante ideia de prender um fogo de artifício em uma flecha, e com lançadeiras de várias disso se tornaram os precursores dos lança-mísseis já na Idade Média e invadiram a Coreia com isso! Para saber mais veja: Jiao-Yu, Cho-ko-nu, Canhão de Mão, ou leia o Huolongjing;
  • Japoneses e outros povos asiáticos: foi justamente na Alta Idade Média, que o Japão adotou o Sistema Imperial;
  • Povos Amérindios, afinal entre as Civilizações Pré-Colombianas por exemplo, é justamente na Idade Média Central, que surge a pujança da Civilização Maia, e além dos Toltecas construindo em 1300 D.C a cidade de Tula, uma das mais magníficas cidades da época, entre muitas outras civilizações, e também importante destacar os astecas e Tenochtitlán, cidade fundada em 1325, e que quando os espanhóis chegaram já no início da Idade Moderna, tinha cerca de 300 mil habitantes contra os 60 a 90 mil habitantes da cidade de Paris;
  • Povos Africanos, também precisam ser representados visto terem na Idade Média surgido reinos e impérios na África como o Reino de Mali, ou o Império de Gana, ou o Império de Axum, entre outras civilizações;
  • E embora eu não tenha um conhecimento profundo sobre as Etnias Aborígenes Oceânicas, tanto as polinésias, melanésias e micronésias quanto as australóides e papuas, ou os maoris, é certo que muitas já existiam na Idade Média, e seria interessante serem representadas também.

Crítica Antropológica

Não tenho nada contra Feiras ou Festas Medievais ou de quaisquer períodos cronológicos históricos, ou de quaisquer épocas, mas é pertinente que não sejam exaltadas e sim abordadas do ponto de vista crítico para que suas mazelas, muitas ainda presentes nas mentalidades contemporâneas, não sejam legitimadas como certas em detrimento das críticas sofridas ao longo de suas próprias histórias, bem como que sejam abordadas com a multiculturalidade que de fato tiveram, apesar das opressões e preconceitos das épocas, para que esses preconceitos não se repitam aos dias de hoje.

 

 

 

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Título do teste: Qual imortal do Sìdhe, Mundo Paralelo Celta, anda te protegendo?

Posted in Cultura e História on 02/08/2017 by Gustavo Augusto Bardo

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Textos do Oráculo

Ainé de Knockaine, a Rainha das Fadas! Deusa-fada do amor, fertilidade. Pequena mulher de olhos claros e cabelos longos dourados como o sol. Ajuda os viajantes da floresta, que a invocam quando estão perdidos, batendo três vezes numa árvore de flores brancas.

Angus Mac Oc, cujo nome significa O Filho Mais Jovem, era filho de Dagda e Boann e fazia parte dos Tuatha de Dannan. Também é conhecido por Aengus ou Oengus e era, para os Celtas da Irlanda antiga, um deus da juventude, do amor e da beleza. Possui uma harpa dourada que produz uma música de irresistível doçura e diz-se que os seus beijos se transformam em pássaros que transportam as mensagens de amor.

O Apalpador, Apalpa-Barrigas ou Pandigueiro é a figura mítica de um gigante carvoeiro que, segundo a tradição do Natal galego, e que desce, segundo as tradições, nas noites de 25 de Dezembro ou de 31 de dezembro para tocar a barriga dos meninos por ver se comeram bem durante o ano, deixando-lhes um montezinho de castanhas, eventualmente algum presente e desejando-lhes que tenham um ano vindouro cheio de felicidade e de alimento.

Brigantia é uma deusa protetora da tribo dos Brigantes. É uma deusa guerreira!

Na mitologia irlandesa, Badb (/baðβ/ corvo em irlandês antigo; irlandês moderno Badhbh /bəiv/ significando abutre) é uma deusa da guerra que assume a forma de um corvo, e é assim por vezes denominada Badb Catha (corvo de batalha). Frequentemente causa confusão entre os soldados ao fazer a batalha pender para seu lado favorito. A ilha Boa recebeu seu nome por causa desta deusa.

Brígida (também grafada como Brighid, Brigid ou Brigit) é uma deusa celta muito popular na Irlanda. Deusa da Tríplice Chama, pois o fogo alimenta as forjas, esquenta os experimentos dos alquimistas, e incendeia a mente dos poetas. Brígida é filha do deus supremo Dagda e um dos Tuatha Dé Danann. Ela era esposa de Bres, rei dos Tuatha Dé Danann, com quem teve um filho, Ruadán. Donzela, mãe e anciã , é a Mãe Tríplice.

Cerridwen ou Ceridween (lê-se Querríduen) é a deusa dos antigos celtas/galeses. É a versão galesa de Brígida. É comumente associada à Lua e suas fases, pois acreditava-se que a lua era a representação do Sagrado Feminino, a energia que move a Terra, influenciando a agricultura, as colheitas e até a menstruação, gestação e fertilidade feminina, o poder de criação da vida.

Cailleach, também conhecida como Cailleach Bheur, ou Buí na Irlanda, Escócia e na Ilha de Man, sob o nome de Caillagh-ny-Faashag. Aparece como uma mulher muito velha e lamentosa pelo sua velhice. Junto com suas serventes, montadas em cabras pretas – as Cailleachan, Cailleach é a responsável pelas tempestades. Na Ilha de Man, foi conhecida como A Velha dos Feitiços , e possivelmente está relacionada com a feitiçaria.
Você está sendo protegido (a)por uma Elfa em particular que pode estar no Sìdhe ou reencarnada.

Kernunnos, Cernuno (em latim e nos idiomas celtas, Cernunnos) é o nome convencional dado nos estudos celtas às representações do deus com chifres do politeísmo celta. O próprio nome é apenas atestado uma vez, no Pilar dos Barqueiros, do séc**o I, mas as representações de uma figura com chifres, frequentemente sentada em posição de lótus , e frequentemente associada a animais e a manter ou vestir torques, são conhecidas de outras instâncias.

O deus supremo do panteão celta parece ser Dagda. O Dagda é uma figura paternal, protetor da tribo. Contos irlandeses descrevem Dagda como uma figura de força imensa, armado de uma clava e associado a um caldeirão.

A deusa Macha foi adorada na Irlanda mesmo antes da chegada dos celtas. Ela é uma deusa Tríplice associada com Morrigan a deusa da guerra e da morte. É ligada também a Dana no aspecto de fertilidade feminina. O pai era o Aed, o vermelho e a mãe era Ernmas (druida feminina).

Deusa celta da Sensualidade e Senhora das Florestas. Flidas ou
Flidais (ortografia moderna: Fliodhas, Fliodhais) é uma figura feminina na Mitologia Irlandesa, conhecida pelo epíteto Foltchaín ( cabelo lindo ). Acredita-se que seja uma deusa do gado e da fertilidade.

Você está sendo protegido(a) por um Elfo em particular, que pode estar no Sìdhe ou reencarnado.

Você está sendo protegido (a)por uma Elfa em particular que pode estar no Sìdhe ou reencarnada.

Lug (ou Lugh) é um dos mais populares e difundidos deuses celtas. É sempre descrito como um homem jovem, armado de uma lança de arremesso. Realizavam em sua homenagem um festival chamado Lughnasadh.

Morgaine Le Fay, Morgana Le Fay, Morgana das Fadas, Lineanne, Morgaine ou Morgan. Morgaine, Morrígan (Terror ou Rainha Fantasma), Mórrígan (Grande Rainha) ou a Morrígu, Mórríghean, Mór-Ríogain, é uma figura divina da mitologia irlandesa (céltica), embora não seja referida como deusa em alguns textos antigos. Associada à guerra, ao amor, à magia e à morte, forma uma tríade com Macha e Badb Catha, e enquanto Anann é considerada aspecto de Danu.

Nemain, Nimue, Dama do Lago, Fada Viviane, Senhora do Lago, Viviane, Niniane, Vivien, ou Nimueve. Na mitologia irlandesa, Neman ou Nemain (ortografia moderna: Neamhan, Neamhain), Nemain, Como Nemain Uischíi Doimhne é Nemain das Águas Profundas, fada da sabedoria oculta, e dá as espadas aos guerreiros e guerreiras Celtas, pois os Celtas as jogavam em suas águas, ao achar uma espada ancestral, se considerava que era Nemain que a havia revelado.

Danu dos Mares Revoltos. Consorte de Beli, a mais poderosa das deusas celtas, Danu é a Mãe dos Tuatha de Danann. É descrita como tendo três faces ou aspectos. Seu nome aparece em muitos lugares conhecidos. Como o famoso rio Danúbio. Na Antiguidade também era chamada de Dana-na, Danu, Anann e, o mais conhecido, Dannan. Morgana (Mórrigan) é considerada seu aspecto por também ser conhecida como Anann, pelo quê é considerada também mãe de Brigida.

Ogmios (em grego antigo: Ὄγμιος) eé uma divindade gaulesa que Luciano descreve como um homem calvo com um arco e uma clava liderando um bando de homens aparentemente felizes ostentando correntes presas na língua e nas orelhas. Alguns estudiosos encaram isto como uma metáfora para eloqüência, possivelmente relacionadas à práticas dos bardos.

Rhiannon é uma figura importante no Mabinogi, a coleção medieval da história de Galês. Ela aparece principalmente no Primeiro Ramo do Mabinogi. Considerada relacionada a Epona, é uma protetora de cavalos, burros, e mulas. É particularmente uma deusa da fertilidade, como mostrado pelos atributos dela de uma pátera, cornucópia, orelhas de grânulos e a presença de potros em alguma esculturas, sugerindo que a deusa e seus cavalos eram líderes de alma na condução ao além-túmulo.

Ostara está relacionada com festividades que se celebram durante o equinócio de primavera. De seu nome vem Easter (o nome da Páscoa em inglês), e de seu folclore é que vem o coelho da páscoa, lebre em seu mito. É uma deusa da primavera, da ressurreição e renascimento e tem como símbolo a lebre que na lenda coloca ovos. Os celtas que se cristianizaram misturaram seu folclore ao da páscoa dando o aspecto atual.

A Peeira, Fada Portuguesa Protetora dos Lobos é quem te protege no momento!

Scáthach (gaélico escocês: Sgàthach e Eilean Sgitheanach), ou Sgathaich, é uma figura no Ciclo do Ulster da mitologia irlandesa. Ela é uma lendária mulher guerreira escocesa e professora de artes marciais que treina o lendário herói Ulster Cú Chulainn nas artes do combate. Seu fantasma na ilha de Skye treina guerreiros e guerreiras segundo o folclore.

Você está sendo protegido (a)por uma Fada em particular que pode estar no Sìdhe ou reencarnada.

Você está sendo protegido (a) por um Elfo Azul, guerreiro, em particular que pode estar no Sìdhe ou reencarnado.

Você está sendo protegido (a)por uma Elfa Azul, guerreira, em particular que pode estar no Sìdhe ou reencarnada.

Você está sendo protegido (a)por um Dragão em particular que pode estar no Sìdhe ou reencarnado em algum animal.

Publicações Celtas para Baixar no ARKELT

Posted in Acervo Literário on 26/07/2017 by Briogáledon

ARKELT Briogáledon: https://arkelt01briogaledon.wordpress.com/2017/07/26/publicacoes-celtas-para-baixar/

PDF: Folclore, Mitologia e Medicina Natural

Projeto GUTENBERG

Mais publicações no ARKELT

Folk Tales of Brittany by Elsie Masson [1929]

 

Para Acessar:

Folk Tales of Brittany by Elsie Masson [1929]

Um pouquinho sobre:

“Esta seleção de contos folclóricos da Bretanha, por Elsie Masson, vividamente ilustrada por desenhos de caneta e tinta, é uma leitura agradável. Os temas folclóricos habituais com influência celta estão presentes e representativos; humildes camponeses, magia pecuária, castelos encantados, maridos maus, crianças corajosas, amantes malfadados, e fadas complicadas. Especialmente o último. Por alguma razão, as fadas Bretãs parecem ser um mais hostis, na fronteira mais escura do que em outros lugares na região Celta.”

The surnames and place-names of the Isle of Man (1890)

Para Acessar:

The surnames & place-names of the Isle of Man (1890)

Um pouquinho sobre:

The surnames & place-names of the Isle of Man (1890)
Author: Moore, A. W. (Arthur William), 1853-1909
Subject: Names, Geographical; Names, Personal
Publisher: London : E. Stock
Possible copyright status: NOT_IN_COPYRIGHT
Language: English
Digitizing sponsor: National Library of Scotland
Book contributor: National Library of Scotland
Collection: gaelic; nationallibraryofscotland; europeanlibraries
Includes bibliographical references and index
Rights: National Library of Scotland holds full rights in this digital resource and agrees to license the resource under the Creative Commons License: Attribution-Noncommercial-Share Alike 2.5 UK: Scotland

Ward and Lock’s descriptive and pictorial guide to the Isle of Man

 

Para Acessar:

Ward and Lock’s descriptive and pictorial guide to the Isle of Man

Um pouquinho sobre:

Ward & Lock’s descriptive and pictorial guide to the Isle of Man : towns, mountains, glens, waterfalls, legends, romantic associations, and history : how to reach the island, routes, distances, railways, steamboats, fares, hotel and other accommodation (1883)

Author: Ward, Lock and Co
Publisher: London : Ward, Lock, and Co.
Possible copyright status: NOT_IN_COPYRIGHT
Language: English
Digitizing sponsor: National Library of Scotland
Book contributor: National Library of Scotland
Collection: gaelic; nationallibraryofscotland; europeanlibraries
Scanfactors: 2

Geologia da Ilha de Man

 

Para Acessar:

On the Glacial Geology of the Isle of Man (1894)

The geology of the Isle of Man (1903)

Economic geology of the Isle of Man, with special reference to the metalliferous mines

Um pouquinho sobre:

Ilha de Man, Celtas Maneses; Isle of Man, Manish; Geologia, Mineração; Geology, Mining; Reino Unido, United Kingdom.

 

Druidismo/ Neodruidismo/ Wicca: Paraísos Celtas

Posted in Acervo Literário, Celtismo, Cultura e História on 09/07/2017 by Gustavo Augusto Bardo

Paraísos Celtas

Os paraísos celtas ou Outro Mundo da mitologia celta é o reino dos mortos, o lar das divindades ou a fortaleza de outros espíritos e entidades tais como os Sídhe. Os contos e o folclore o descrevem como existindo além do mar ocidental, subterrâneo (como nas colinotas Sídhe) ou ao lado do mundo dos vivos, mas invisível para a maioria dos humanos.

 

Abred

Abred est un des plans de l’existence développé par le néodruidisme. Il représente le « monde des épreuves », soit le niveau des incarnations1,2.
Les autres plans sont : KeugantAnnwvyn (parfois Annwn) et Gwenved.
Cythraul est pour certains3 le non monde ou le néant mais pour d’autres2 une figure symbolique du non-être attaché à Annwvyn.

Abred é um dos planos de existência desenvolvidos pela neodruidismo. São os “acontecimentos mundiais”, o nível de encarnações.
Outros planos são: Keugant, Annwvyn (às vezes Annwn) e Gwenved.
Cythraul é certamente o mundo ou não nada mas outros uma figura simbólica de não estar ligado a Annwvyn.

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Ablach ou Avalon

Avalon (provavelmente do celta abal: maçã) é uma ilha lendária da lenda arturiana, famosa por suas belas maçãs. Ele aparece pela primeira vez Historia Regum Britanniae (“A História dos Reis da Bretanha”) de Geoffrey of Monmouth como o lugar onde a espada do Rei Arthur, a Excalibur foi forjada e posteriormente para onde Arthur é levado para se recuperar dos ferimentos após a Batalha de Camlann. Como uma “Ilha dos Bem-aventurados” Avalon tem paralelo em outros lugares na mitologia indo-europeia, em particular a Tír na nÓg irlandesa e a Hespérides grega, também conhecidas por suas maçãs. Avalon foi associada há muito tempo com seres imortais, como Morgana Le Fay.

Na lenda arturiana, Avalon era uma ilha lendária encantada onde “Excalibur”, a espada do Rei Artur, tinha sido forjada e para onde o próprio rei tinha voltado vitorioso depois da sua última batalha para ser curado de um ferimento mortal.

Em algumas versões, Avalon é regida por Morgana, uma sacerdotisa da antiga religião rodeada de nove donzelas sacerdotisas responsáveis pela cura de Artur, deitado numa cama de ouro. Numa outra versão ela é descrita como sua meia irmã.

Em uma outra versão, o Rei Arthur é ferido em combate, e então levado pela Dama do Lago a uma Avalon mística do além, paralela ao mundo real, onde Artur permanece retirado desse mundo, tornando-se para sempre imortal.

Em algumas versões da lenda, ele não resiste à viagem e morre, tendo sido enterrado então em Avalon; em outra versão, ele estaria só dormindo, esperando para voltar num futuro próximo, pois, a ilha seria um refúgio de espíritos, a qual permitiria a ele permanecer vivo por meio das artes mágicas.

Na ficção histórica As Crônicas de Artur de Bernard Cornwell, parte da trilogia sobre a saga arturiana, o autor dá um outro nome a Avalon, Ynys Wyndryn, porém ele mesmo também cita Ynys Mon em sua narrativa de ficção histórica, mascarando a verdade da ficção que mistura pesquisa histórica e lenda.

Ynys Wydryn (Ilha do Vidro), ou Avalon, era em termos lendários o local onde vivia Merlin juntamente com Viviane, que era grã-sacerdotisa e tia de Arthur (que nunca chega a ser rei), onde era possível utilizar a magia, ou seja, o poder divino dos deuses antigos.

Avalon, Ynys Wydryn ou Ynys Mon era um lugar de conhecimento sobre os deuses pagãos antigos onde os druidas passavam o conhecimento antigo de geração em geração. Era o lugar onde se aprendia o conhecimento da religião antiga o druidismo, sendo Merlin o senhor de Avalon ou Ynys Wydryn, que construíra Tor, uma torre onde vivia e guardava todos os seus memoráveis e quem sabe mágicos tesouros.

A Senhora do Lago é designada como autoridade máxima da ilha, e Artur era filho do rei Uther Pendragon, que no passado, era seguidor da crença da Deusa, como também a mãe de Artur, Igraine. Arthur faz um pacto de reacender a crença da Senhora do Lago para que com o passar do tempo ela não se apagasse.

No fim de tudo, Ynys Wydryn ganha um papel importante, pois quando Artur foi ferido mortalmente em batalha pelo filho do seu irmão, que era o Rei de Dumnonia, após a morte de Uther, Mordred, ele teria sido supostamente levado de barco à ilha por sua meia irmã Morgana ao Lago, para onde através dos poderes que a Deusa havia lhe dado ela poderia retornar.

No caminho, ela foi recusada por ter desprezado a Deusa e o único jeito de retornarem à Avalon foi Artur devolver a Excalibur ao Lago, onde habitava a Deusa. Sua sepultura foi feita em Avalon, na terra de Merlin, Ynys Wydryn, juntamente com o corpo de sua amada Guinevere.

Em torno de 1190 Avalon tornou-se associado com Glastonbury, quando monges da Abadia de Glastonbury alegaram ter descoberto os ossos de Artur e sua rainha. É no trabalho de Giraldus Cambrensis que encontra-se a primeira conexão:

“ O que agora é conhecido como Glastonbury foi, em tempos antigos, chamado de Ilha de Avalon. É praticamente uma ilha, pois é completamente cercada por pântanos. Em galês, é chamada de “Ynys Afallach”, o que significa Ilha das Maçãs uma vez que esta fruta cresceu em grande abundância. Após a batalha de Camlann, uma nobre chamada Morgana, mais tarde, a governante e padroeira da região e com uma estreita relação de sangue com o Rei Arthur, o levou para a ilha, agora conhecida como Glastonbury, a fim de que seus ferimentos pudessem ser cuidados. Anos atrás, a região também tinha sido chamada de “Ynys Gutrin” em galês, que significa a Ilha de Vidro, e destas palavras, os saxões invasores depois inventaram o nome do local “Glastingebury”.

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Annwn

Annwn ou Annwfn ou Annwvyn (Annwvn em Galês Médio, por vezes erroneamente grafado Annwyn, Annwyfn ou Annwfyn; Cŵn Annwn) era o Outro Mundo, a terra das almas que partiram deste mundo na mitologia galesa. Governado por Arawn, ou muito posteriormente, por Gwynn ap Nudd, era basicamente um mundo de delícias e eterna juventude, onde não existem doenças e há sempre fartura de comida. É dito que Annwn está localizado tão a oeste que nem mesmo Manawydan fab Llŷr o encontrou, e que lá somente se pode chegar morrendo. Mas, também foi dito que Annwn pode admitir pessoas ainda vivas, desde que elas encontrem a sua porta.

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Gwenved ou Gwenwed

Cercle de la félicité et de la plénitude, il est le dépassement du cycle des incarnations symbolisé par Abred, seuls les hommes sages peuvent parvenir au monde blanc2.
Dans la croix celtique, ce cercle est le plus petit (diamètre 9), au centre de la croix.

Círculo de felicidade e plenitude, é a superação das encarnações simbolizados por ciclo Abred só os sábios podem alcançar o mundo branco.
Em cruz celta, este círculo é a menor (diâmetro 9) no centro da cruz.

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Keugant

Selon les Triades de l’Ile de Bretagne, le cercle de Keugant (ou Ceugant) ou encore Cercle Vide1 est celui de l’Incréé. Dans ce cercle, seul le Créateur peut résider. Appliqué à la géométrie de la croix celtique, Keugant est le Cercle extérieur, mais la phrase doit être modifiée pour obtenir2

« Keugant, EN DEHORS duquel nul sauf l’Incréé ne saurait résider. »

En effet, les autres cercles sont inclus dans celui de Keugant qui représente alors celui de la Création.

De acordo com as Tríades da Ilha da Grã-Bretanha, o círculo de Keugant (ou Ceugant) ou um círculo vazio representa o não-criado. No círculo, apenas o criador pode residir. Aplicado à geometria da cruz celta, Keugant é o círculo exterior, mas o período deve ser modificado para se obter 2

“FORA Keugant que ninguém, exceto o incriado não podem residir. ”
De fato, os outros círculos são incluídos em um dos Keugant que representa então que da Criação.

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Mag Mell

Mag Mell (“planura da alegria”) na mitologia irlandesa é um reino mítico onde só se podia chegar através da morte e/ou glória[1] (ver também Tír na nÓg e Ablach). Diferentemente do mundo inferior de algumas mitologias, Mag Mell era um recanto paradisíaco, identificado ou como uma ilha a oeste da Irlanda ou como um reino sob o oceano.[1] Em sua versão insular, foi visitada por vários heróis e monges irlandeses, formando a base do Mito da Aventura ou “echtrae”, conforme definido por Myles Dillon em seu livro Early Irish Literature. Este “Outro Mundo” é um lugar onde doença e morte não existem, é um lugar de eterna juventude. Lá, a felicidade dura para sempre e não se precisa comer ou beber. É o equivalente céltico dos Campos Elísios grego ou do Valhalla nórdico.

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Sídhe

A região do lago Bassenthwaite em Cúmbria: um sítio reputado como sendo habitado pelos sídhe.
Sídhe, sìth ou sidh é uma palavra irlandesa e escocesa que se referia inicialmente a colinotas ou montes de terra, os quais se imaginava como o lar de um povo sobrenatural vinculado às fadas e elfos de outras tradições, e posteriormente, a estes próprios habitantes. Dos Sídhe acreditava-se serem os ancestrais, os espíritos da natureza ou as próprias divindades.

Posteriormente, muitos passaram a encarar os Sídhe como uma versão literária dos Tuatha Dé Danann (os deuses e heróis divinizados da mitologia irlandesa). Na crença e prática popular, os Sídhe são freqüentemente reverenciados com oferendas e toma-se cuidado para que eles não fiquem irados. Deles usualmente se fala através de eufemismos como “Os Bons Vizinhos”, “O Povo das Fadas”, “Os Nobres” ou simplesmente, “O Povo”, na esperança de que se os humanos os considerarem gentis, provavelmente eles assim o serão. Nesta acepção, os nomes mais comuns para eles são Aes Sídhe, Daoine Sídhe e Duine Sìth, os quais significam, literalmente, “Povo de Paz”.

Banshee ou bean sídhe, significa simplesmente “mulher dos Sídhe”. Todavia, a expressão passou a indicar especificamente as mulheres sobrenaturais da Irlanda que anunciam uma morte iminente com seus gritos e lamentos. Sua contraparte na mitologia escocesa é a Bean Nighe – a lavadeira que é vista lavando as vestes ou a armadura ensanguentada da pessoa fadada a morrer. Outros nomes comuns são “Leanan sídhe” – a “fada amante”; o Cait Sidhe – um gato encantado e o Cu Sith – cão encantado. Os “sluagh sídhe – “a hoste das fadas” – são algumas vezes representados no folclore irlandês e escocês como espíritos que se movem pelo ar como bandos de pássaros. São de natureza desagradável e talvez representem os mortos amaldiçoados, maléficos ou sem descanso.

Sídhe são por vezes vistos como ferozes guardiães de suas moradas – sejam elas uma colina encantada, um círculo das fadas, uma árvore especial (freqüentemente um pilriteiro), ou talvez um loch em particular ou uma floresta. O Outro Mundo celta é visto como estando próximo do momento do crepúsculo e da aurora, por isso é visto como um momento especial para os Sídhe, bem como para festivais como o Samhain e do Midsummer. Os Sídhe são geralmente descritos como estonteantemente belos, embora possam também ser terríveis e asquerosos.

Algumas fontes descrevem os Sídhe como remanescentes dos Tuatha Dé Danann (“povo da deusa Danu”), que abandonaram a Irlanda para viver no Outro Mundo depois de terem sido derrotados pelos Milesianos. De acordo com o Lebor Gabála Érenn (O Livro das Invasões), os Tuatha Dé Danann (também “Daoine Sídhe”), foram derrotados em batalha pelos Filhos de Míl Espáine, meros mortais. Como parte dos termos de rendição, os Tuatha Dé Danann concordaram em residir no subsolo, em síde (singular síd), as colinotas ou montes que pontilham a paisagem irlandesa. A cada líder de uma das tribos dos Tuatha De Danaan, foi dado um monte. Posteriormente, devido a corrupção do significado, tanto os montes quanto as entidades sobrenaturais se tornaram conhecidas pela mesma palavra: síd; com a mudança da língua através dos tempos, tornou-se sídhe, sìth e sí.
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Tír na nÓg

Tír na nÓg, chamada em inglês de Land of Eternal Youth (“Terra da Eterna Juventude”) ou Land of the Ever-Young (“Terra dos Sempre Jovens”), é o mais popular dos Outros Mundos da mitologia irlandesa, talvez mais conhecido pelo mito de Oisín e Niamh do Cabelo Dourado. Foi onde os Tuatha Dé Danann ou sídhe se fixaram depois de abandonar a superfície da Irlanda, e foi visitado por alguns dos maiores heróis irlandeses. Tír na nÓg é similar a outras terras míticas irlandeses tais como Mag Mell e Ablach.

 

Fonte:

Wikipédia.

Algumas Referências de Literatura Celta

Posted in Acervo Literário, Bibliografia on 06/07/2017 by Gustavo Augusto Bardo

História do Druidismo do Paleolítico à Idade Antiga:

– Vestígios Arqueológicos: efígies, dómens e menires escritos em alfabetos arcaicos Celtas, caso da escrita Picta (Proto-Celta) ou em Ogham, no caso das Irlandas.

Resquícios Medievais de Druidismo e sobre a História e Folclore de Povos Celtas, ou os movimentos de Ressurgir Irlandeses, ALGUNS EXEMPLOS:

– “Ulster Cycle” (Ciclo de Ulster). Século VII D.C;
– Togail Bruidne Dá Derga (The Destruction of Da Derga’s Hostel), pertence ao Ciclo de Uslter;
– Táin Bó Cúailnge (em português: O ataque ao gado de Cooley). Século VII;
– Nennius. “Historia Brittonum” ou “History of the Britons”. Datada entre os século VII e IX) e gerando literatura folclórica Druídica entre os séculos XI e XVII;
– Immram Brain (maic Febail) (The Voyage of Bran (son of Febail)), a Viagem de Bran. Século VII a VIII. Pode ter influenciado a Viagem de São Brandão, posterior;
– “Livro de Taliesin” (datado entre os século X e XIV);
– “Mabinogion” (hoje datado entre 1060 e 1200);
– Culhwch e Olwen (em galês Culhwch ac Olwen, em inglês Culhwch and Olwen. 1110. O conto está redatado em galês médio e sobrevive em duas cópias muito parecidas presentes nas duas coleções mais importantes de literatura medieval galesa, o Livro Branco de Rhydderch (c.1350) e o Livro Vermelho de Hergest (1375-1425). Apesar da data relativamente tardia destes manuscritos, análises linguísticas dos textos indicam que o conto original pode ter sido escrito por volta de 1100;
– “Leabhar Gabhála na hÉireann” (Livro das Invasões da Irlanda, recopilado por monges no Século XII);
– Acallam na Senórach (Irlandês Contemporâneo: Agallamh na Seanórach, em inglês The Colloquy of the Ancients, Tales of the Elders, etc. ), Século XII.
– Book of Leinster (Lebor Laignech). 1160;
– “Trioedd Ynys Prydein” (As Tríades Galesas”, datado do Século XIII);
– The Book of Ballymote (Irlandês: Leabhar Bhaile an Mhót), 1390 ou 1391, próximo da aldeia de Ballymote, agora em County Sligo, então na “tuath” (tribo, povoado) de Corann;
– Great Book of Lecan (Grande Livro de Lecan). Entre 1397 e 1418, Castle Forbes, Lecan (Lackan, Leckan; Irlandês: Leacan) território de Tír Fhíacrach, próximo àatual Enniscrone, County Sligo;
– Anais dos Quatro Mestres (Annala Rioghachta Éireann): Abarca o período que vai do Dilúvio – localizado no ano 2242 a.C. – até 1616 d.C. É uma recompilação de anais escritos anteriormente, com a adição de alguns textos originais, feita em 1632-1636, no mosteiro franciscano do condado de Donegal, na Irlanda. O autor principal da obra foi Mícheál Ó Cléirigh, assistido por Peregrine O’Clery, Fergus O’Mulconry e Peregrine O’Duignan, entre outros. Existem várias cópias dos manuscrito, conservadas no Trinity College, na Real Academia de Irlanda e no University College Dublin. A tradução mais conhecida para inglês foi feita pelo historiador irlandês John O’Donovan, no séc. XIX.
– Foras Feasa ar Éirinn – literally “Foundation of Knowledge on Ireland”, mais antigo livro conhecido até então sobrea História da Irlanda, narra do Século V até ao século XII. A versão de Geoffrey Keating foi completada em 1634;

Folcloristas:

  • Eochaidh Ua Floinn (936–1004) from Armagh – Poems 30, 41, 53, 65, 98, 109, 111
  • Flann Mainistrech mac Echthigrin (morreu em 1056), leitor e historiador do Monasterboice Abbey – Poems ?42, 56, 67, ?82
  • Tanaide (morte por voltade 1075) – Poems 47, 54, 86
  • Gilla Cómáin mac Gilla Samthainde (fl. 1072) – Poems 13, 96, 115

Anais Irlandeses

– Os Anais de Ulster são crónicas da história medieval da Irlanda.Século V ao XVI. Essas crónicas apresentam dados referentes ao período compreendido entre 431 e 1540. Sabe-se que as crónicas até 1489, foram compiladas já no século XV pelo amanuense Ruaidhri Ó Luinín;
Cópias manuscritas dos anais existentes incluem as seguintes:

– OUTROS ANAIS HISTÓRICOS IRLANDESES:
Anais de Boyle
Anais de Clonmacnoise
Anais de Connacht
Anais dos Quatro Mestres
Anais de Inisfallen
Anais de Loch Cé
Anais de Monte Fernandi, ou Anais de Multyfarnham
Anais de Roscrea
Chronicon Scotorum
Anais de Tigernach
Os Anais da Irlanda pelo frei John Clyn
Anais de Dudley Loftus
Os Breve Anais de Donegal
Leabhar Oiris
Anais de Nenagh
Livro de Mac Carthaigh
Cogad Gáedel re Gallaib (grande parte)
Anais Fragmentários da Irlanda (partes)
Anais de Dublin de Inisfallen
Os Anais da Irlanda por Thady Dowling
Breve Anais de Tirconaill
Breve Anais de Leinster
Annales Hibernie ab anno Christi 1162 usque ad annum 1370, ou Anais de Pembridge
Annales Hiberniae, ou Anais de Grace
Memoranda Gadelica
Annla Gearra as Proibhinse Ard Macha
Um Fragmento dos Anais irlandeses

Outros que contêm material analístico são:

Leabhar Bhaile an Mhóta
Lebor Glinne Dá Loch
Lebor Leacáin
Leabhar Uí Dhubhagáin
Caithréim Chellacháin Chaisil
Leabhar na nGenealach

Entre os anais que existiram mais foram perdidos estão:

Anais da Ilha dos Santos
Anais de Maolconary
Livro de Cuanu
Livro de Dub-da-leithe
Livro dos Monges
Leabhar Airis Cloinne Fir Bhisigh
Leabhar Airisen
Leabhar Airisen Ghiolla Iosa Mhec Fhirbhisigh
Sincronismos de Flann Mainstreach
Crônica da Irlanda

Século XIX em diante:

– CRANE, T. F. ANCIENT CUKES, CHAKMS, AND USAGES OF IEELAND. 1890.
– HULL, Eleanor. Pagar Ireland. 1908.
– SQUIRE, Charles. CELTIC MYTH AND LEGEND (Mitos e lendas Celtas). 1910. (recomenda-se a edição prefaciada pela especialista Sirona Knight).
– TREGARTHEN, Enys. North Cornwall Fairies and Legends. 1906.

Entre muitos outros estudos e livros redescobertos.

 

 

Calendário Roda do Ano : Versão Didática!

Posted in Celtismo, Fratria, Imprensa, Lei Comum on 26/03/2017 by Briogáledon

Nossa nova edição do calendário adotado em Briogáledon.

 

CLIQUE PARA AMPLIAR

ou baixe aqui: Calendário Roda do Ano – Briogáledon

Ebooks: Celtas Ibéricos

Posted in Acervo Literário, Bibliografia, Cultura e História, Fratria on 17/05/2016 by Gustavo Augusto Bardo

Bibliografia de Interesse Identitário:

PDF

 

 

 

Boletins Informativos do Território Iberkéltia (2011)

 

Ancient Warriors – The Highlanders

Posted in Filmografia on 09/09/2015 by Briogáledon

Sobre diversos povos habitantes de Montanhas.

Idioma: Inglês

Legendas: Inglês (CC)

Ancient Mysteries: Naked Warriors Of Europe

Posted in Etnias Celtas e Íberas, Filmografia on 09/09/2015 by Briogáledon

 

Idioma: Inglês

Legendas: NÃO

Ancients Warriors: Celts

Posted in Etnias Celtas e Íberas, Filmografia on 09/09/2015 by Briogáledon

 

Idioma: Inglês

Legendas: Inglês (CC)